Carlos Moore - Cuba contra o movimento negro
Seja bem vindo, amigo!
Seja bem-vindo, amigo! Seja você também mais um subversivo! Não se entregue e nem se integre às mentiras do governo e nem da mídia! Seja livre, siga o seu instinto de liberdade! Laissez faire! Amém!
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sexta-feira, 13 de março de 2015
quinta-feira, 12 de março de 2015
Porque continuamos pobres
Por Armando
Soares
A
Amazônia segundo o entendimento do aparato ambientalista-indigenista e seus
seguidores brasileiros, não é uma região que mereça desenvolvimento econômico.
É uma região para ser conservada, intocada por investidores e produtores rurais
agentes do desenvolvimento; a Amazônia na cabeça desses salvadores do planeta e
de seus bolsos é um templo ambiental e como tal não pode ter seu território
desenvolvido. Essa filosofia foi o que motivou a criação da atual política
ambiental brasileira; pensamento estúpido responsável por diferenças abissais
de renda e padrão de vida que separam a Amazônia do sul/sudeste brasileiro e
mais ainda dos países ricos, uma realidade estranhíssima em se tratando de uma
região potencialmente a mais rica do mundo. Pobreza estrutural no meio da
riqueza, um paradoxo inexplicável sobre o ponto de vista da lógica e da moral,
que esses saqueadores modernos ignoram para justificar a ignomínia.
Se bem
analisado o cenário social no Pará e de outros estados amazônicos é
consequência da política imposta de cima para baixo e da ausência de políticas
verdadeiras; no comportamento das elites governamentais, estes com sérios
problemas de miopia e de distorções de comportamento herdados do colonialismo,
e do endocolonialismo. A pergunta que não cala é por que sendo a Amazônia uma
região tão rica continua mais pobre que a região sul/sudeste brasileira? Que
obstáculos impedem os estados amazônicos de alcançarem maior prosperidade? A
pobreza e o subdesenvolvimento na Amazônia são imutáveis, não podem ser
erradicados? Os amazônidas não se desenvolvem porque se acomodaram depois da
falência da atividade econômica da borracha a receber esmolas; empobrecidos
perderam a capacidade de reagir consequência do longo processo de discriminação
e de saque interno e externo. A civilização amazônica não se tornou sonolenta e
submissa por vontade própria, mas por ação de políticos enganadores,
pesquisadores desonestos que tiraram proveito e enriqueceram e fizeram
enriquecer nações e regiões brasileiras a custa da impotência de amazônidas
pobres; se acresce a essa deformação da educação libertadora, que bem
transmitida abre a mente de gerações mais jovens; a educação transmitida ao
longo do tempo ficou a cargo de professores medíocres contaminados pela
filosofia comunista, expert em corrupção que infesta o país. A Amazônia
(Estados Amazônicos) não tem força econômica e política, sempre foi uma região
com ausência de poder, o que no presente justifica entre outras agressões a
política ambiental de imposição de reservas. Os Estados amazônicos são
sustentados por Estados brasileiros superavitários o que os obriga a viver
através de um sistema político nacional corrupto, sem perspectiva de mudança no
curto e médio prazo. Esse cenário justifica a ausência de bons serviços
públicos e de oportunidades. A Amazônia nunca fez parte de fato da Federação e
da República, pois sempre foi considerada um quintal para uso das famigeradas
elites e políticos com seus interesses inconfessáveis. Os direitos políticos
dos amazônidas não passam de quimeras, na realidade não são direitos são
imposições emanadas de uma democracia de mentirinha. Em razão do estágio
sedimentado de subdesenvolvimento dos estados amazônicos e agora enriquecido
com a pressão do aparato indigenista-ambientalista prestigiado no governo
populista, a região ficou sem oportunidade para utilizar talentos com ambição e
engenhosidade para dar o pulo que o desenvolvimento requer. O poder político
passou a ser monopólio de um pequeno grupo que se alimenta da ignorância do
povo, onde o amazônida tem destaque em razão de sua fragilidade e ignorância.
Vive-se num círculo vicioso sem fim.
Países
como o Reino Unido e os Estados Unidos enriqueceram e se tornaram grandes
potências econômicas porque seus cidadãos elegeram governantes sábios que
criaram uma sociedade em que os direitos políticos eram distribuídos de maneira
muito mais ampla, na qual o governo era responsável e tinha de responder aos
cidadãos e onde a população tinha condições de tirar vantagens das
oportunidades econômicas. Os ingleses promoveram uma revolução que transformou
a política e, por conseguinte, a economia do país. As pessoas lutaram por mais
direitos políticos e os conquistaram, usando-os para expandir suas
oportunidades econômicas, diferente do que está sendo feito no Brasil onde os governantes
ao invés de ampliar os direitos, criam guetos sociais eleitoreiros improdutivos
sustentados pelo trabalho dos outros e não do trabalho de cada brasileiro, como
é o caso dos índios, preguiçosos seculares e de outros segmentos sociais
sustentados pelas “tetas” do governo. Por que o brasileiro trabalhador e
empreendedor tem que sustentar índio, preguiçosos, criminosos e invasores? Essa
política demagógica eleitoreira que tira dinheiro de quem trabalha para
sustentar vagabundos é o maior empecilho para realizar um desenvolvimento
concreto no Brasil, especialmente nos estados amazônicos, ricos, mas reservados
ao gozo de estrangeiros e de jogadas políticas que pões em risco a integridade
da região. A cultura, mostra a história dos povos é a principal responsável
pela prosperidade das nações. Insere-se nessa questão a ética religiosa sempre
presente no processo político e cultural. O sociólogo Max Weber, defendia que a
Reforma Protestante e a ética protestante desempenharam papel central na
facilitação da ascensão da moderna sociedade industrial, cultura que já não se
baseia exclusivamente na religião, mas enfatiza igualmente outros tipos de
crenças, e valores éticos. Os problemas brasileiros têm suas raízes na ética
religiosa que sempre foi contrária ao lucro, aos juros, ao empreendedorismo.
Nessa filosofia o milagre substitui o homem e não o trabalho e o conhecimento.
Estranho país é o Brasil onde a ciência econômica ao invés de enfocar o melhor
uso dos meios escassos para satisfazer os fins sociais, bloqueia na Amazônia
esses meios para atender interesses mercadológicos, ideológicos rasteiros,
fisiológicos, através de uma política ambiental-indígena praticada pelo governo
que privilegia interesses estrangeiros e a fome por dólares de corruptos.
O
principal obstáculo para estimular o crescimento econômico da Amazônia é de
ordem político, onde as instituições ‘saúvas’ perderam a função de induzir
investimentos, o que explica o crescimento da ignorância e da pobreza. No
Brasil e especialmente na Amazônia se faz tudo diferente. Todos os incentivos
são canalizados para grupos políticos ideológicos demagógicos e mercantilistas
tirarem vantagens, a exemplo do extrativismo antieconômico comandado pela
extração mineral e o ambientalismo-indigenista, cujo produto é representado no
Pará pelos municípios verdes, uma enganação para justificar a incompetência, e
na Amazônia como um todo representado por reservas florestais e de outras
naturezas, verdadeiras barreiras ao desenvolvimento, uma contribuição à estupidez.
A política imposta à Amazônia é a prova maior de que o homem, o ser humano não
tem valor, pelo contrário é o grande inimigo da preservação ambiental, no
conceito dos ambientalistas uma formiga que devora o templo floresta. Quando se
fala ou se escreve sobre a Amazônia se ignora os milhões de habitantes
assentados em seus Estados vivendo, a maior parte na pobreza, sem futuro e
perspectiva. Os recursos internos e externos não são dirigidos ao
desenvolvimento do homem e a melhoria da qualidade de vida, todos são para
preservar a floresta e sustentar ONGs, índios, quilombolas e organismos
governamentais policialescos verdadeiros monstros sugadores do sangue de
produtores rurais e de empreendedores em geral. Toda a política governamental
para a Amazônia tem como objetivo desestimular investimentos, pois toda ela é
voltada a preservação ambiental tanto para a floresta, para o campo, como para
a cidade. A política ambiental brasileira é o foco principal do atraso e do
desestímulo; é o atraso personificado e o projeto gerador de pobreza e de
escravos.
Por
Armando Soares
Produtor
Rural , Economista, pesquisador sobre questões amazônicas. Já
publicou artigos diverso sobre a economia, meio ambiente
e questões amazônicas em geral.
e-mail: teixeira.soares@uol.com.br
Fonte: Ruralbook
NOM, ONU, ONG e Partidos Ambientalistas – Mentiras Climáticas
segunda-feira, 9 de março de 2015
Chemtrail: enorme pulverização na França 08 de marco de 2015 - esmagadora
Olhe para isso, ele vai em todas
as direções! Este vídeo mostra minuto a minuto, muda e difundi a mudança no céu. Como um bônus, é oferecido as mentiras do tempo na
mídia mainstream para o seu
prazer! O "céu famoso leitoso."
Normalmente eles atacam
especialmente a partir da manhã, como é o caso aqui.
Nós já não temos o direito de
ter um céu perfeitamente azul.
Fonte: SPREAD THE TRUTH 777
Quer saber como foi a ditadura militar?
Descobri pelaí esse texto apócrifo.
Na verdade, a ditadura não foi essa maravilha toda se pensarmos em termos
políticos e econômicos - estes, principalmente com Geisel e Figueiredo a fazer
de tudo para que nos fosse devolvida a inflação. Mas, sem dúvida, a vida
naquela época, a vida era bem melhor.
Quer saber como foi
a ditadura militar, de verdade? É simples!
Não leia livros a
favor ou contra. Um professor meu costumava dizer que “o papel aceita tudo,
haja vista o papel higiênico”.
Não ouça os
políticos do PT. Eles eram os inimigos dos militares e dificilmente diriam a verdade;
aliás, temos visto o PT mentindo muito, sobre o mensalão, dinheiro na cueca,
petrolão e outras tramóias.
Não ouça também os militares. Eles
poderiam não mentir, mas poderiam calar para se proteger.
Esqueça os locutores de noticiários.
Eles são pagos para dizer o que os outros querem que você escute.
Mas então como vamos saber a verdade?
Eu disse que é simples: Pergunte às
pessoas com mais de 65 anos.
Pergunte a eles como foi a época da
ditadura militar.
Pergunte se eles alguma vez sentiram
que não tinham liberdade. Pergunte se podiam ir aonde quisessem.
Pergunte se eles tinham segurança, se
podiam sair à noite (e de dia) nas ruas, sentar na praça, sem medo de assaltos.
Pergunte se tinham medo de um assalto
à mão armada em suas casas ou em seus carros.
Pergunte se alguma pessoa
correta/honesta/trabalhadora foi presa pelo DOPS. As pessoas de bem nada tinham
a temer.
Pergunte se havia bandido famoso (nas
ruas, nos presídios ou em palácios governamentais). Se presidiários com
tornozeleiras andavam soltos assaltando, matando, estuprando?
Pergunte se algum Presidente
militarizou algum familiar ou enriqueceu rápida e surpreendentemente.
Pergunte se a esquerda, que sempre
vasculhou os arquivos daquela época, descobriu atos de corrupção, roubalheira,
superfaturamento de obras ou outras bandidagens.
Pergunte se o Governo Militar
desviava dinheiro público (saúde, educação, etc) para financiar obras em
sangrentas ditaduras de esquerda, como em Cuba e Venezuela e Bolívia
Pergunte como eram as escolas de
ensino fundamental e médio. As escolas públicas eram muito boas, mais
concorridas e havia equidade de oportunidades.
Você vai descobrir a verdade real.
Não o que uma suposta comissão da verdade composta por simpatizantes de
esquerda vai tentar colocar na cabeça dos jovens.
Pergunte se havia “Sou dimenor… não
toque em mim”, assaltando e assassinando inocentes desarmados.
Para que você possa descobrir a
verdade, não vou escrever. O que eu quero é que você descubra sozinho.
Só lhe digo que tenho mais de 65 anos
e aquela foi a melhor época da minha vida.
Fonte: Toma Mais Uma!
domingo, 8 de março de 2015
A FARSA DO DIA 8 DE MARÇO - Dia Internacional da Mulher
O feminismo foi criado pelos marxistas
para destruir a família, colocando as mulheres contra os homens, ou vice-versa.
Anon, SSXXI
Quando
pensamos na data do “Dia Internacional da Mulher” logo nos vem à mente aquela
história comovente das operárias queimadas vivas durante uma greve pelo patrão
dentro de uma fábrica nos EUA. Essa é a história repetida incansavelmente pelas
feministas, pela mídia e pelos professores todos os anos quando se aproxima o
Dia Internacional da Mulher, usam o suposto fato como prova cabal da opressão
machista e da crueldade capitalista. Talvez se parássemos para pensar que só em
supor que um empresário (louco por lucro) colocaria fogo em toda a sua fábrica,
destruindo seu patrimônio, parece um tanto controversa, mas vamos direto aos
fatos.
Durante dez
anos a pesquisadora canadense Renée Côté pesquisou em diversos artigos e fontes
da Europa, Estados Unidos e Canadá e não encontrou nenhum rastro ou prova que a
tal da greve de 1857 tenha realmente acontecido. Depois de pesquisar
profundamente sobre o assunto a notícia era inexistente nos jornais da grande
mídia da época.
O livro de
Renée foi intitulado como “O Dia Internacional da Mulher – Os verdadeiros fatos
e datas das misteriosas origens do 8 de março, até hoje confusas, maquiadas e
esquecidas” e serviu como base de estudos para a brasileira Dolores Farias da
UFCE (Universidade Federal do Ceará), que também reafirma que a data não passa
de um mito. Apesar do livro ter sido lançado em 1984, ele ainda hoje é
totalmente desprezado, justamente por colocar em xeque todo o engodo usado
pelas feministas. Ao longo de quase 240 páginas a pesquisadora nos faz entender
que os tais acontecimentos foram puramente inventados pelos movimentos
feministas dos anos 60, 70, 80 para incriminar o capitalismo (com a figura do
patrão americano) e o machismo usando as 129 mulheres da história como vítimas.
A primeira
menção sobre essa greve apareceu no jornal do Partido Comunista Francês, no dia
7 de Março de 1955 e sem nenhum dos detalhes que seriam usados para dramatizar
a história posteriormente.
Os sites esquerdista “A Nova Democracia”, “Piratininga” e
“PSOL SP” assumem publicamente que essa data é um mito e um deles afirma que “A
celebração do 8 de março se tornou uma das mais fortes tradições do movimento
popular, revolucionário e comunista em todo o mundo, e um dos mais importantes
símbolos da luta de libertação da classe operária.”, ou seja, é uma data para
comemorar a degradação da mulher tão inerente ao socialismo e o feminismo.
Espero que
vocês busquem conhecer à fundo mais conteúdos sobre este assunto, e utilizem as
fontes que deixarei à disposição para nortear novas pesquisas que nos ajudem a
desmascarar tantas farsas.
Mas afinal, o que podemos concluir com isso? Podemos
concluir que o que mais aprisiona as mulheres em nossos tempos não são os
homens, mas sim o movimento feminista, que tem se aproveitado de mentiras como
essa para sustentar seu ativismo insano e destruidor. Precisamos abolir o
feminismo e suas raízes com urgência de nossas vidas.
O mesmo
feminismo dos anos 60 que “lutava” pela revolução sexual é o que vemos hoje, só
que hoje com muito mais patrocínio e apoio do que naquele tempo. O que nós,
mulheres que buscamos viver com dignidade e segundo a vontade de Deus, devemos
fazer é usar essa data ao nosso favor, desmascarar as mentiras, afirmar a nossa
feminilidade e instruir nossas irmãs que carecem de ensinamentos e ainda vivem
afogadas na mentira.
Precisamos
enxergar o dia 8 de Março fora das lentes marxistas que o criaram, e vê-lo
assim como o Dia do Homem, o Dia da Criança, o Dia dos Avós, etc. Precisamos
considerar este dia como uma oportunidade de reconstruirmos a nossa identidade
e, principalmente, agradecer à Deus pelas grandes mulheres que passam por
nossas vidas e por todas aquelas que durante a história servem como referencial
de virtude e plenitude feminina.
MULHERES QUE
MERECEM HOMENAGEM – Estas lutam para que Israel não desapareça do mapa:
Fonte: Homemculto
terça-feira, 3 de março de 2015
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