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Seja bem-vindo, amigo! Seja você também mais um subversivo! Não se entregue e nem se integre às mentiras do governo e nem da mídia! Seja livre, siga o seu instinto de liberdade! Laissez faire! Amém!

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quinta-feira, 12 de março de 2015

Porque continuamos pobres

Por Armando Soares

A Amazônia segundo o entendimento do aparato ambientalista-indigenista e seus seguidores brasileiros, não é uma região que mereça desenvolvimento econômico. É uma região para ser conservada, intocada por investidores e produtores rurais agentes do desenvolvimento; a Amazônia na cabeça desses salvadores do planeta e de seus bolsos é um templo ambiental e como tal não pode ter seu território desenvolvido. Essa filosofia foi o que motivou a criação da atual política ambiental brasileira; pensamento estúpido responsável por diferenças abissais de renda e padrão de vida que separam a Amazônia do sul/sudeste brasileiro e mais ainda dos países ricos, uma realidade estranhíssima em se tratando de uma região potencialmente a mais rica do mundo. Pobreza estrutural no meio da riqueza, um paradoxo inexplicável sobre o ponto de vista da lógica e da moral, que esses saqueadores modernos ignoram para justificar a ignomínia.

Se bem analisado o cenário social no Pará e de outros estados amazônicos é consequência da política imposta de cima para baixo e da ausência de políticas verdadeiras; no comportamento das elites governamentais, estes com sérios problemas de miopia e de distorções de comportamento herdados do colonialismo, e do endocolonialismo. A pergunta que não cala é por que sendo a Amazônia uma região tão rica continua mais pobre que a região sul/sudeste brasileira? Que obstáculos impedem os estados amazônicos de alcançarem maior prosperidade? A pobreza e o subdesenvolvimento na Amazônia são imutáveis, não podem ser erradicados? Os amazônidas não se desenvolvem porque se acomodaram depois da falência da atividade econômica da borracha a receber esmolas; empobrecidos perderam a capacidade de reagir consequência do longo processo de discriminação e de saque interno e externo. A civilização amazônica não se tornou sonolenta e submissa por vontade própria, mas por ação de políticos enganadores, pesquisadores desonestos que tiraram proveito e enriqueceram e fizeram enriquecer nações e regiões brasileiras a custa da impotência de amazônidas pobres; se acresce a essa deformação da educação libertadora, que bem transmitida abre a mente de gerações mais jovens; a educação transmitida ao longo do tempo ficou a cargo de professores medíocres contaminados pela filosofia comunista, expert em corrupção que infesta o país. A Amazônia (Estados Amazônicos) não tem força econômica e política, sempre foi uma região com ausência de poder, o que no presente justifica entre outras agressões a política ambiental de imposição de reservas. Os Estados amazônicos são sustentados por Estados brasileiros superavitários o que os obriga a viver através de um sistema político nacional corrupto, sem perspectiva de mudança no curto e médio prazo. Esse cenário justifica a ausência de bons serviços públicos e de oportunidades. A Amazônia nunca fez parte de fato da Federação e da República, pois sempre foi considerada um quintal para uso das famigeradas elites e políticos com seus interesses inconfessáveis. Os direitos políticos dos amazônidas não passam de quimeras, na realidade não são direitos são imposições emanadas de uma democracia de mentirinha. Em razão do estágio sedimentado de subdesenvolvimento dos estados amazônicos e agora enriquecido com a pressão do aparato indigenista-ambientalista prestigiado no governo populista, a região ficou sem oportunidade para utilizar talentos com ambição e engenhosidade para dar o pulo que o desenvolvimento requer. O poder político passou a ser monopólio de um pequeno grupo que se alimenta da ignorância do povo, onde o amazônida tem destaque em razão de sua fragilidade e ignorância. Vive-se num círculo vicioso sem fim.

Países como o Reino Unido e os Estados Unidos enriqueceram e se tornaram grandes potências econômicas porque seus cidadãos elegeram governantes sábios que criaram uma sociedade em que os direitos políticos eram distribuídos de maneira muito mais ampla, na qual o governo era responsável e tinha de responder aos cidadãos e onde a população tinha condições de tirar vantagens das oportunidades econômicas. Os ingleses promoveram uma revolução que transformou a política e, por conseguinte, a economia do país. As pessoas lutaram por mais direitos políticos e os conquistaram, usando-os para expandir suas oportunidades econômicas, diferente do que está sendo feito no Brasil onde os governantes ao invés de ampliar os direitos, criam guetos sociais eleitoreiros improdutivos sustentados pelo trabalho dos outros e não do trabalho de cada brasileiro, como é o caso dos índios, preguiçosos seculares e de outros segmentos sociais sustentados pelas “tetas” do governo. Por que o brasileiro trabalhador e empreendedor tem que sustentar índio, preguiçosos, criminosos e invasores? Essa política demagógica eleitoreira que tira dinheiro de quem trabalha para sustentar vagabundos é o maior empecilho para realizar um desenvolvimento concreto no Brasil, especialmente nos estados amazônicos, ricos, mas reservados ao gozo de estrangeiros e de jogadas políticas que pões em risco a integridade da região. A cultura, mostra a história dos povos é a principal responsável pela prosperidade das nações. Insere-se nessa questão a ética religiosa sempre presente no processo político e cultural. O sociólogo Max Weber, defendia que a Reforma Protestante e a ética protestante desempenharam papel central na facilitação da ascensão da moderna sociedade industrial, cultura que já não se baseia exclusivamente na religião, mas enfatiza igualmente outros tipos de crenças, e valores éticos. Os problemas brasileiros têm suas raízes na ética religiosa que sempre foi contrária ao lucro, aos juros, ao empreendedorismo. Nessa filosofia o milagre substitui o homem e não o trabalho e o conhecimento. Estranho país é o Brasil onde a ciência econômica ao invés de enfocar o melhor uso dos meios escassos para satisfazer os fins sociais, bloqueia na Amazônia esses meios para atender interesses mercadológicos, ideológicos rasteiros, fisiológicos, através de uma política ambiental-indígena praticada pelo governo que privilegia interesses estrangeiros e a fome por dólares de corruptos.

O principal obstáculo para estimular o crescimento econômico da Amazônia é de ordem político, onde as instituições ‘saúvas’ perderam a função de induzir investimentos, o que explica o crescimento da ignorância e da pobreza. No Brasil e especialmente na Amazônia se faz tudo diferente. Todos os incentivos são canalizados para grupos políticos ideológicos demagógicos e mercantilistas tirarem vantagens, a exemplo do extrativismo antieconômico comandado pela extração mineral e o ambientalismo-indigenista, cujo produto é representado no Pará pelos municípios verdes, uma enganação para justificar a incompetência, e na Amazônia como um todo representado por reservas florestais e de outras naturezas, verdadeiras barreiras ao desenvolvimento, uma contribuição à estupidez. A política imposta à Amazônia é a prova maior de que o homem, o ser humano não tem valor, pelo contrário é o grande inimigo da preservação ambiental, no conceito dos ambientalistas uma formiga que devora o templo floresta. Quando se fala ou se escreve sobre a Amazônia se ignora os milhões de habitantes assentados em seus Estados vivendo, a maior parte na pobreza, sem futuro e perspectiva. Os recursos internos e externos não são dirigidos ao desenvolvimento do homem e a melhoria da qualidade de vida, todos são para preservar a floresta e sustentar ONGs, índios, quilombolas e organismos governamentais policialescos verdadeiros monstros sugadores do sangue de produtores rurais e de empreendedores em geral. Toda a política governamental para a Amazônia tem como objetivo desestimular investimentos, pois toda ela é voltada a preservação ambiental tanto para a floresta, para o campo, como para a cidade. A política ambiental brasileira é o foco principal do atraso e do desestímulo; é o atraso personificado e o projeto gerador de pobreza e de escravos.

Por Armando Soares

Produtor Rural , Economista, pesquisador sobre questões amazônicas. Já publicou artigos diverso sobre a economia, meio ambiente e questões amazônicas em geral.


Fonte: Ruralbook

NOM, ONU, ONG e Partidos Ambientalistas – Mentiras Climáticas

segunda-feira, 9 de março de 2015

Chemtrail: enorme pulverização na França 08 de marco de 2015 - esmagadora



Olhe para isso, ele vai em todas as direções! Este vídeo mostra minuto a minuto, muda e difundi a mudança no  céu. Como um bônus, é oferecido as mentiras  do tempo na  mídia  mainstream para o seu prazer! O "céu famoso leitoso."

Normalmente eles atacam especialmente a partir da manhã, como é o caso aqui.

Nós já não temos o direito de ter um céu perfeitamente azul.

Fonte: SPREAD THE TRUTH 777

Quer saber como foi a ditadura militar?

Por Ricardo Froes

Descobri pelaí esse texto apócrifo. Na verdade, a ditadura não foi essa maravilha toda se pensarmos em termos políticos e econômicos - estes, principalmente com Geisel e Figueiredo a fazer de tudo para que nos fosse devolvida a inflação. Mas, sem dúvida, a vida naquela época, a vida era bem melhor.

Quer saber como foi a ditadura militar, de verdade? É simples!

Não leia livros a favor ou contra. Um professor meu costumava dizer que “o papel aceita tudo, haja vista o papel higiênico”.

Não ouça os políticos do PT. Eles eram os inimigos dos militares e dificilmente diriam a verdade; aliás, temos visto o PT mentindo muito, sobre o mensalão, dinheiro na cueca, petrolão e outras tramóias.

Não ouça também os militares. Eles poderiam não mentir, mas poderiam calar para se proteger.

Esqueça os locutores de noticiários. Eles são pagos para dizer o que os outros querem que você escute.

Mas então como vamos saber a verdade?

Eu disse que é simples: Pergunte às pessoas com mais de 65 anos.

Pergunte a eles como foi a época da ditadura militar.

Pergunte se eles alguma vez sentiram que não tinham liberdade. Pergunte se podiam ir aonde quisessem.

Pergunte se eles tinham segurança, se podiam sair à noite (e de dia) nas ruas, sentar na praça, sem medo de assaltos.

Pergunte se tinham medo de um assalto à mão armada em suas casas ou em seus carros.

Pergunte se alguma pessoa correta/honesta/trabalhadora foi presa pelo DOPS. As pessoas de bem nada tinham a temer.

Pergunte se havia bandido famoso (nas ruas, nos presídios ou em palácios governamentais). Se presidiários com tornozeleiras andavam soltos assaltando, matando, estuprando?

Pergunte se algum Presidente militarizou algum familiar ou enriqueceu rápida e surpreendentemente.

Pergunte se a esquerda, que sempre vasculhou os arquivos daquela época, descobriu atos de corrupção, roubalheira, superfaturamento de obras ou outras bandidagens.

Pergunte se o Governo Militar desviava dinheiro público (saúde, educação, etc) para financiar obras em sangrentas ditaduras de esquerda, como em Cuba e Venezuela e Bolívia

Pergunte como eram as escolas de ensino fundamental e médio. As escolas públicas eram muito boas, mais concorridas e havia equidade de oportunidades.

Você vai descobrir a verdade real. Não o que uma suposta comissão da verdade composta por simpatizantes de esquerda vai tentar colocar na cabeça dos jovens.

Pergunte se havia “Sou dimenor… não toque em mim”, assaltando e assassinando inocentes desarmados.

Para que você possa descobrir a verdade, não vou escrever. O que eu quero é que você descubra sozinho.

Só lhe digo que tenho mais de 65 anos e aquela foi a melhor época da minha vida.

domingo, 8 de março de 2015

Tag: Você é Feminista? E as idiotas úteis.


A FARSA DO DIA 8 DE MARÇO - Dia Internacional da Mulher

O feminismo foi criado pelos marxistas para destruir a família, colocando as mulheres contra os homens, ou vice-versa. Anon, SSXXI

Quando pensamos na data do “Dia Internacional da Mulher” logo nos vem à mente aquela história comovente das operárias queimadas vivas durante uma greve pelo patrão dentro de uma fábrica nos EUA. Essa é a história repetida incansavelmente pelas feministas, pela mídia e pelos professores todos os anos quando se aproxima o Dia Internacional da Mulher, usam o suposto fato como prova cabal da opressão machista e da crueldade capitalista. Talvez se parássemos para pensar que só em supor que um empresário (louco por lucro) colocaria fogo em toda a sua fábrica, destruindo seu patrimônio, parece um tanto controversa, mas vamos direto aos fatos.

Durante dez anos a pesquisadora canadense Renée Côté pesquisou em diversos artigos e fontes da Europa, Estados Unidos e Canadá e não encontrou nenhum rastro ou prova que a tal da greve de 1857 tenha realmente acontecido. Depois de pesquisar profundamente sobre o assunto a notícia era inexistente nos jornais da grande mídia da época.

O livro de Renée foi intitulado como “O Dia Internacional da Mulher – Os verdadeiros fatos e datas das misteriosas origens do 8 de março, até hoje confusas, maquiadas e esquecidas” e serviu como base de estudos para a brasileira Dolores Farias da UFCE (Universidade Federal do Ceará), que também reafirma que a data não passa de um mito. Apesar do livro ter sido lançado em 1984, ele ainda hoje é totalmente desprezado, justamente por colocar em xeque todo o engodo usado pelas feministas. Ao longo de quase 240 páginas a pesquisadora nos faz entender que os tais acontecimentos foram puramente inventados pelos movimentos feministas dos anos 60, 70, 80 para incriminar o capitalismo (com a figura do patrão americano) e o machismo usando as 129 mulheres da história como vítimas.

A primeira menção sobre essa greve apareceu no jornal do Partido Comunista Francês, no dia 7 de Março de 1955 e sem nenhum dos detalhes que seriam usados para dramatizar a história posteriormente.

Os sites esquerdista “A Nova Democracia”, “Piratininga” e “PSOL SP” assumem publicamente que essa data é um mito e um deles afirma que “A celebração do 8 de março se tornou uma das mais fortes tradições do movimento popular, revolucionário e comunista em todo o mundo, e um dos mais importantes símbolos da luta de libertação da classe operária.”, ou seja, é uma data para comemorar a degradação da mulher tão inerente ao socialismo e o feminismo.

Espero que vocês busquem conhecer à fundo mais conteúdos sobre este assunto, e utilizem as fontes que deixarei à disposição para nortear novas pesquisas que nos ajudem a desmascarar tantas farsas.

Mas afinal, o que podemos concluir com isso? Podemos concluir que o que mais aprisiona as mulheres em nossos tempos não são os homens, mas sim o movimento feminista, que tem se aproveitado de mentiras como essa para sustentar seu ativismo insano e destruidor. Precisamos abolir o feminismo e suas raízes com urgência de nossas vidas.

O mesmo feminismo dos anos 60 que “lutava” pela revolução sexual é o que vemos hoje, só que hoje com muito mais patrocínio e apoio do que naquele tempo. O que nós, mulheres que buscamos viver com dignidade e segundo a vontade de Deus, devemos fazer é usar essa data ao nosso favor, desmascarar as mentiras, afirmar a nossa feminilidade e instruir nossas irmãs que carecem de ensinamentos e ainda vivem afogadas na mentira.

Precisamos enxergar o dia 8 de Março fora das lentes marxistas que o criaram, e vê-lo assim como o Dia do Homem, o Dia da Criança, o Dia dos Avós, etc. Precisamos considerar este dia como uma oportunidade de reconstruirmos a nossa identidade e, principalmente, agradecer à Deus pelas grandes mulheres que passam por nossas vidas e por todas aquelas que durante a história servem como referencial de virtude e plenitude feminina.

MULHERES QUE MERECEM HOMENAGEM  – Estas lutam para que Israel não desapareça do mapa: