Seja bem vindo, amigo!

Seja bem-vindo, amigo! Seja você também mais um subversivo! Não se entregue e nem se integre às mentiras do governo e nem da mídia! Seja livre, siga o seu instinto de liberdade! Laissez faire! Amém!

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quinta-feira, 30 de março de 2017

A Inglaterra não será mais a Inglaterra

Um novo Cavalo de Troia


Hayek, sobre as notícias falsas

... A visão de mundo (Weltanschauung) dominante de hoje se concentra no estado e no poder do estado. De fato, com algumas notáveis exceções, os jornalistas modernos não investigam, analisam e emitem uma opinião informada. Em vez disso, eles funcionam mais como agentes de imprensa para o presidente ou outros funcionários do governo. Durante a invasão e ocupação do Iraque pelos Estados Unidos em 2003, os principais meios de comunicação dos EUA e da Europa simplesmente repetiram as declarações da administração Bush sobre as armas de destruição em massa de Saddam Hussein, a ameaça crescente do Iraque para o mundo e assim por diante. Mesmo depois que isso foi revelado como uma notícia falsa, jornalistas preso ao roteiro; Quando a crise financeira atingiu em 2008, eles simplesmente repetiram o Bush e mais tarde a administração Obama afirma que sem grandes resgates bancários e estímulo fiscal, todo o sistema financeiro mundial entraria em colapso. A mídia raramente ou nunca desafia a narrativa dominante; Eles criam, moldam e reforçam o que eles relatam e como eles relatam... (Leia este artigo completo de Peter G. Klein)
Hayek on Fake News - Peter G. Klein

Hayek, sobre las noticias falsas - Peter G. Klein

terça-feira, 28 de março de 2017

Viva a América! O começo do fim do ambientalismo genocida de Obama

Novo decreto de Trump acaba com políticas ambientais da era Obama

O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou uma ordem executiva nesta terça-feira eliminando regulamentações tomadas na era Obama para conter o aquecimento global, alegando que as restrições ecológicas prejudicam a geração de empregos para trabalhadores da indústria de petróleo e carvão.

"Meu governo está pondo um fim à guerra contra o carvão", disse Trump antes de assinar o decreto na sede da Agência de Proteção Ambiental. "Com a ação executiva de hoje, estou tomando medidas históricas para levantar as restrições sobre a energia americana, reverter a intrusão governamental e cancelar regulações ‘matadoras’ de empregos", acrescentou o presidente.

A ordem de Trump exigirá uma revisão do Plano de Energia Limpa, adotado sob a administração do ex-presidente Barack Obama, que restringe as emissões de gases de efeito estufa em usinas a carvão. Além disso, também suspenderá uma moratória decretada há 14 meses sobre novas concessões para a exploração de carvão em terras federais e desfará regras para reduzir as emissões de metano na produção de petróleo e gás.


segunda-feira, 27 de março de 2017

Os verdadeiros conservadores, ou conservadores clássicos, sabiam quais as consequências do estado de bem-estar social.

Em todo caso, o que deve estar claro agora é que a maior parte – se não a totalidade – da degradação moral e da podridão cultural – as quais são os sinais de descivilização – que verificamos ao nosso redor são os resultados inevitáveis e inescapáveis do estado de bem-estar social (assistencialista) e das suas principais instituições. Os conservadores clássicos, ao estilo antigo, sabiam disso; e eles se opuseram vigorosamente à educação pública e à previdência social. Eles sabiam que os estados em tudo quanto é lugar intencionavam deteriorar – e, em última análise, destruir – as famílias (bem como as instituições, as camadas e as hierarquias de autoridade que são a consequência natural das comunidades baseadas em famílias) para, então, aumentar e reforçar o seu próprio poder. Eles sabiam que, a fim de fazê-lo, os estados teriam de tirar proveito da revolta natural dos adolescentes (dos jovens) contra a autoridade paternal. E eles sabiam que a educação socializada e a responsabilidade socializada eram os meios de atingir essa meta. A educação pública e a previdência social fornecem uma possibilidade para os jovens rebeldes de escapar da autoridade paternal (de escapar de punições por comportamentos impróprios). Os velhos conservadores sabiam que essas políticas emancipariam o indivíduo da disciplina imposta pela vida familiar e comunitária apenas para submetê-lo, em vez disso, ao controle direto e imediato do estado. Adicionalmente, eles sabiam – ou pelo menos tinham um palpite sobre isso – que tais práticas conduziriam a uma infantilização sistemática da sociedade – a um retrocesso, tanto em termos emocionais quanto em termos mentais (intelectuais), da idade adulta para a adolescência ou a infância. Hans-Hermann Hoppe

Fonte: Democracia, o Deus que falhou (Compre este livro, valorize a obra e o autor.)

Eu acredito na lógica do livre mercado

Eu não acredito na lógica dos impostos. Eu acredito que todo indivíduo tem o direito de escolher aquilo que quer comprar e que pode pagar. Eu acredito que todo indivíduo tem o direito de produzir e ofertar qualquer produto livremente, sem ser coibido ou taxado pelo estado. Eu acredito nos bons frutos gerados pela concorrência. Eu não acredito nos fiscais, pois são seres invasivos, caros e desnecessários. Eu acredito nos contratos entre os homens e na solicitação da justiça, caso os contratos sejam profanados. Anon, SSXXI

Frases subversivas ou libertárias (94)

domingo, 26 de março de 2017

Você ainda acredita no catastrofismo ecologista de caráter apocalíptico espalhado pela propaganda ambientalista?

Leia este artigo abaixo. E abaixo os ecochatos!


Medo de extinção de espécies não é proporcionado, mostram resultados de pesquisas

Por Luis Dufaur

A se prestar ouvidos ao catastrofismo ecologista, as espécies vivas vegetais e animais estariam no risco de desaparecer mais cedo ou mais tarde por culpa da intromissão da civilização criada pelos humanos.

Nesse contexto, toda medida, até a mais descabelada, para se salvar alguns insetos ou parasitas estaria justificada.

Entretanto, os pesquisadores especializados na classificação dos seres vivos apresentam um panorama muito mais objetivo, e por isso mesmo mais otimista.

Eles julgam que no nosso planeta há ainda nada mais e nada menos que entre 8 e 30 milhões de espécies a serem descobertas, já havia noticiado o jornal “Le Monde” de Paris, e recente expedição na selva colombiana anunciou a feliz descoberta de mais cem espécies, notadamente de borboletas.

Em matéria de espécies vivas, o quadro não teria o caráter apocalíptico espalhado pela propaganda ambientalista.

Philippe Bouchet, zoólogo do Museu Nacional de História Nacional (MNHN), França, recorda:

Nos anos 1970, era dominante a ideia de que já tudo tinha sido visto e catalogado.

“Explorar a biodiversidade era uma ideia que se julgava própria do século XIX, e superada”.

A partir dos anos ‘80 houve uma mudança radical:

“Entomologistas que passaram a usar métodos modernos de prospecção emitiram a hipótese de que vários milhões de espécies de insetos viviam na canopeia”, teto de vegetação formado pela folhagem superior das árvores. E se encontrou todo um ecossistema insuspeitado.

Nesse período, os ambientalistas na moda se exibiam nos congressos e na mídia anunciando a extinção das espécies.

Enquanto  isso, verdadeiros cientistas começaram as explorações de oceanos e fontes hidrotermais, que se revelaram “meios inteiramente novos para a ciência, onde viviam espécies nunca antes vistas!”.

Paralelamente, explicou Bouchet, o acesso a técnicas moleculares, menos caras e mais simples de usar, fez que pudéssemos ver com novos olhos espécies da fauna e da flora que acreditávamos bem conhecias”.

E os esforçados investigadores constataram que estavam diante da perspectiva de rever tudo quanto já havia sido catalogado.

Enquanto isso, ignorantes de todo esse trabalho científico, ou fingindo não saber deles, apóstolos do Apocalipse ecológico espalhavam livros e filmes prenhes de falsos científicos.

Na condição de chefe de expedição, Philippe Bouchet acompanhou durante quatro meses, em 2006, mais de 150 cientistas à ilha Espírito Santo, no arquipélago de Vanuatu, no sul do Pacífico: eles imergiram no mar, subiram as montanhas, fizeram espeleologia.

Obviamente, a grande mídia, devotada em espalhar o pânico sensacionalista do fim das espécies, pouco falou deles.

Uma expedição como essa pode trazer entre “1.000 e 2.000 espécies novas”.

Mas, cinco anos depois, apenas uma centena havia sido devidamente catalogada pela falta de especialistas na enorme massa de novas espécies.

Tivessem anunciado a descoberta de uma espécie vítima do “aquecimento global antropogênico” e talvez teriam sido contemplados com polpudas verbas para completar o serviço.

Acresce-se a isso que o desaparecimento ou a falta de coleta de novos exemplares é algo que não espanta em nada os cientistas. É até um fato recorrente na atividade quotidiana.



sexta-feira, 24 de março de 2017

Oitenta milhões de brasileiros no limite da miséria enquanto os ambientalistas estão entregando a riquíssima Floresta Amazônica para os globalistas

Há 276 mil ONGs no Brasil, 100 mil somente na Amazônia. Isso é uma guerra ideológica programada ou Guerra de 4ª Geração. Estão nos roubando a floresta Amazônica, o presente e o futuro do Brasil. Usando como argumento: A teoria da soberania relativa.

Os males causados pela redistribuição coercitiva feita pelo estado

A fim de esclarecer esse ponto, é necessário tão-somente recordar uma das leis mais fundamentais da economia que assevera que toda redistribuição compulsória de riqueza ou de renda, independentemente dos critérios em que se baseia, implica tomar à força de alguns – os ricos (os possuidores de algo) – e dar a outros – os pobres (os não possuidores de algo). Assim, o incentivo para ser um possuidor é reduzido, e o incentivo para ser um não possuidor é estimulado. Aquilo que o possuidor tem é, caracteristicamente, algo considerado “bom”; e aquilo que o não possuidor não tem é algo “ruim” ou uma deficiência. Na verdade, esta é a ideia subjacente a qualquer redistribuição: alguns possuem muitas coisas boas, e outros não possuem o suficiente dessas coisas. O resultado de toda redistribuição, portanto, é que serão produzidos menos bens e cada vez mais males, menos perfeição e mais deficiências. Com a prática de subsidiar com fundos públicos (recursos tomados à força de outros) as pessoas que são pobres (um mal), mais pobreza será criada. Com a prática de subsidiar determinados indivíduos porque estes estão desempregados (um mal), mais desemprego será criado. Com a prática de subsidiar as mães solteiras (um mal), haverá mais mães solteiras e mais filhos ilegítimos – e assim por diante. Hans-Hermann Hoppe

Fonte: Democracia, o Deus que falhou (Compre este livro, valorize a obra e o autor.)

quinta-feira, 23 de março de 2017

O estado assistencialista (de bem-estar social) deve ser reconhecido como a subvenção da irresponsabilidade

Contudo, mesmo que tudo isso não nos dê muita esperança para o futuro, nem tudo está perdido. Ainda há alguns focos de civilização e de cultura – não nas cidades e nas áreas metropolitanas, mas sim nas áreas rurais centrais (no campo). Para preservá-los, alguns requisitos devem ser preenchidos: o estado – o monopólio da justiça – deve ser reconhecido como a fonte da descivilização: os estados não criam a lei e a ordem; eles as destroem. Os lares familiares e as famílias devem ser reconhecidos como a fonte da civilização. É essencial que os chefes de família (de lares familiares) reafirmem a sua autoridade máxima como juízes de todos os assuntos familiares internos. (Os lares familiares devem ser declarados territórios extraterritoriais – assim como as embaixadas estrangeiras o são.) A segregação espacial e a discriminação voluntárias devem ser reconhecidas não. como coisas ruins, mas sim como coisas boas que facilitam a cooperação pacífica entre diferentes grupos étnicos e raciais. O assistencialismo deve ser reconhecido como uma questão exclusiva das famílias e da caridade voluntária; e o estado assistencialista (de bem-estar social) deve ser reconhecido como a subvenção da irresponsabilidade. Hans-Hermann- Hope

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quarta-feira, 22 de março de 2017

O estado de bem-estar social acaba gerando indivíduos geneticamete e moralmente inferiores

A civilização e a cultura possuem uma base genética (biológica). Entretanto, em consequência do estatismo – da integração forçada, do igualitarismo, das políticas assistencialistas e da destruição familiar –, a qualidade genética da população, sem dúvida, declinou. De fato, como isso poderia não acontecer em condições em que o sucesso é sistematicamente punido e em que o fracasso é sistematicamente recompensado? Sendo este o seu propósito ou não, o estado de bem-estar social promove a proliferação de pessoas intelectual e moralmente inferiores; e os resultados seriam ainda piores se não fosse pelo fato de que as taxas de criminalidade são particularmente elevadas entre essas pessoas, as quais tendem a eliminar umas às outras mais frequentemente. Hans-Hermann Hoppe

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terça-feira, 21 de março de 2017

Falando de culpa

Para o socialista, o empreendedor que cria empregos é considerado um explorador criminoso, já o criminoso que rouba, estupra e mata é apenas uma pobre vítima da sociedade. Porém o pior de tudo isso não é o socialista que acredita nesse tipo de arranjo, mas, sim, você que coloca este tipo de gente comunista no poder.  Anon, SSXXI

Frases subversivas ou libertárias (93)

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segunda-feira, 20 de março de 2017

A justiça social, a justiça racial e a justiça sexual estão destruindo a verdadeira justiça.

Paralelamente a essa evolução do estado de coisas, haverá um crescimento gradual – mas constante – da criminalidade e do comportamento criminoso. Sob auspícios monopolísticos, a lei invariavelmente se transformará em legislação. Em consequência de um interminável processo de redistribuição de renda e de riqueza em nome da justiça racial, social e/ou sexual, a própria ideia da justiça como princípios universais e imutáveis de conduta e de cooperação será corroída e finalmente destruída. Ao invés de ser considerada algo preexistente (algo, portanto, a ser descoberto), a lei é cada vez mais considerada legislação governamental. Assim, não só se agrava a insegurança jurídica, mas também, em resposta a isso, aumenta a taxa social de preferência temporal – i.e., as pessoas, em geral, se tornarão mais orientadas para o presente, promovendo um horizonte de planejamento cada vez mais curto (visão de curto prazo). O relativismo moral também será promovido – pois, se não existe um padrão absoluto (firme, imutável, constante) do que é certo, então, da mesma forma, não há um padrão absoluto do que é errado. Na verdade, o que se considera certo hoje pode ser considerado errado amanhã – e vice-versa. Portanto, as preferências temporais crescentes, em conjunto com o relativismo moral, fornecem o terreno fértil perfeito para os criminosos e os crimes – uma tendência particularmente evidente nas grandes cidades. É nelas que a dissolução familiar encontra-se mais avançada; que existe a maior concentração de destinatários do assistencialismo; que o processo de empobrecimento genético se revela mais adiantado; e que as tensões raciais e tribais em decorrência da integração forçada se mostram mais virulentas. Ao invés de serem centros de civilização, as cidades tornaram-se centros de desintegração social e sarjetas de decadência moral, de corrupção, de brutalidade e de crime.

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O estado usa o assistencialismo para destruir as famílias


Toda forma de assistencialismo governamental – a transferência coer­citiva de riqueza e de renda dos “ricos” (“possuidores”) para os “pobres” (“não possuidores”) – diminui o valor do ato de pertencer a um sistema familiar estendido (na condição de um sistema social de cooperação, de ajuda e de assistência mútuas). O casamento perde valor. Para os pais, o valor e a importância de uma “boa” criação (educação) para os seus pró­prios filhos são reduzidos. Correspondentemente, no tocante às crianças, menos valor e menos respeito elas atribuirão e mostrarão aos seus próprios pais. Devido à alta concentração de destinatários do assistencialismo, nas grandes cidades a desintegração familiar já se encontra em um estágio bem avançado. Com o fato de o governo recorrer ao sexo (gênero) e à ge­ração (idade) como uma fonte de apoio político e de promover e aplicar a legislação referente ao sexo e à família, invariavelmente a autoridade dos chefes de família (de lares familiares) e a hierarquia “natural” entre as gerações no seio familiar são enfraquecidas, diminuindo-se o valor da família multigeracional como a unidade básica da sociedade humana. Na verdade, conforme já deve estar claro, logo que a legislação governamental prevalece sobre o direito de família (incluindo, aqui, os arranjos familiares em conjunto com os casamentos, os descendentes comuns, a herança – e assim por diante), o valor e a importância da instituição da família só po­dem ser sistematicamente corroídos – pois o que é uma família se ela não consegue sequer conceber e ofertar a sua própria lei e a sua própria ordem! Ao mesmo tempo, como já deve estar claro – mas não foi suficientemente observado e analisado –, a partir do ponto de vista dos governantes, a sua capacidade de interferir nos assuntos familiares internos deve ser considerada o prêmio máximo e o pináculo do seu próprio poder. Explorar os ressentimentos raciais ou tribais ou a inveja de classes em prol de vantagens pessoais é uma coisa. Mas trata-se de algo completamente diferente utilizar as querelas familiares para concretizar a deterioração de todo o sistema – em geral harmonioso – de famílias autônomas, desenraizando as pessoas das suas famílias (de modo a isolá-las e atomizá-las) e aumentando, portanto, o poder do estado sobre elas. Então, assim que são implementadas as políticas governamentais sobre as questões familiares, aumenta a ocorrência de fenômenos como: divórcio; celibato; família monoparental; ilegitimidade; negligência ou abuso por parte de cônjuges, de pais e de filhos; adoção de modos de vida “não tradicionais” – homossexualidade, lesbianismo, comunismo e ocultismo –, estilos esses que se mostram cada vez mais variados e frequentes.

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Para obter mais poder, o governo joga uns contra os outros

A fim de obter apoio popular para conseguir exercer esse papel, o governo (além de jogar uma tribo, uma raça ou uma classe social contra outra) igualmente promoverá a discórdia dentro das famílias: entre os sexos – os maridos e as esposas – e entre as gerações – os pais e os filhos. Mais uma vez, isso se mostrará particularmente visível nas grandes cidades. Hans-Hermann Hoppe

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domingo, 19 de março de 2017

I Don't Want You on My Mind - Mick Harvey

Mick Harvey - I don't want you on my mind from Ailuj Oilgoref on Vimeo.

DISCOTECA SUBVERSIVA: As 200 músicas mais expressivas do final século XX

Como enriquecer os brasileiros em apenas trinta dias

Esta receita foi feita pelo economista americano Lew Rockwell (inspirado pela escola de economia austríaca de livre mercado) para o povo americano, como sugestão, para que os Estados Unidos voltassem a crescer economicamente. Muitos outros países que a usaram, ou pelo menos uma parte dela, foram para o topo da lista dos países mais ricos do mundo. É o caso do milagre da recuperação alemã de 1948, em que Ludwig Erhard (discípulo de Wilhelm Roepke, ambos inspirados por Mises) aplicou as leis do livre mercado na Alemanha do pós-guerra com muito sucesso. O milagre econômico de Hong Kong e o enriquecimento da Nova Zelândia são outros grandes exemplo de como o livre mercado é benéfico para a economia de um país. Infelizmente os Deuses políticos e burocratas socialistas brasileiros não bebem desta mesma fonte e é exatamente por isso que o Brasil não sai da pobreza. Anon, SSXXI

Um Livre Mercado em 30 Dias


Por Lew Rockwell

Quando a Europa Oriental tornou-se livre em 1989, todos nós percebemos o quão pouco havia se pensado sobre sua transição do socialismo para o capitalismo. Mises havia nos dito que o colapso estava a caminho, e nós deveríamos estar preparados para isso.

Como a América a cada dia se parece mais com uma economia planejada, precisamos de um plano de transição também. Yuri Maltsev[1] tinha proposto um "Plano de Um Ano" para a URSS. Como nós (ainda) não estamos tão ruins assim, podemos fazer isso em 30 dias.


Primeiro dia

I - O imposto de renda de pessoa física é abolido e o dia 15 de abril[2] é declarado feriado nacional. A redução de 40% nas receitas do governo federal é compensada por um corte de 40% nos gastos. O orçamento é ainda quase duas vezes maior do que o de Jimmy Carter[3].

Segundo dia

II - Todos os outros impostos federais são abolidos, incluindo o imposto de renda corporativo, o imposto sobre ganhos de capital, o imposto sobre combustíveis, os impostos sobre cigarros e bebidas, os impostos sobre valor agregado, etc. Como consequência, os negócios aumentam estrondosamente, e as poucas funções federais legítimas são financiadas por um módico imposto por cabeça. As pessoas que optaram por não votar, não precisam pagar esse imposto. (Nota: essa era uma visão comum no século 19.)

Terceiro dia

III - O governo federal vende todas as suas terras, liberando dezenas de milhões de acres para moradias, mineração, agropecuária, florestamento, prospectação de petróleo, parques particulares, etc. O governo usa as receitas para pagar a dívida interna e outros passivos.

Quarto dia

IV - O salário mínimo é reduzido a zero, criando empregos para ex-burocratas federais aos seus valores de mercado. Todas as leis e regulamentações sindicais vão para lixo. A taxa de desemprego cai drasticamente.

Quinto dia

V - O Bureau of Labor Statistics[4], assim como todo o Ministério do Trabalho, é mandado a uma grande agência de empregos, controlada pelos sindicatos, lá no espaço. Sem estatísticas econômicas detalhadas, futuros planejadores econômicos estarão cegos e surdos.

Sexto dia

VI - O Ministério do Comércio[5] é abolido. As grandes corporações agora precisam se virar no mundo, sem receber subsídios e privilégios à custa de seus competidores e clientes.

Sétimo dia

VII - Desliga-se a tomada do Ministério da Energia. Os preços da gasolina e do gás despencam.

Oitavo dia

VIII - Todas as agências reguladoras, desde a Comissão Interestadual do Comércio[6] até a Comissão Federal do Comércio são demolidas. A concorrência é legalizada.

Nono dia

IX - O Ministério da Habitação e do Desenvolvimento Urbano é aniquilado. Há um boom na construção de condomínios privativos e baratos.

Décimo dia

X - As rodovias interestaduais reabrem como um negócio privado. Os empreendedores donos das estradas estabelecem os preços pelo uso das mesmas de acordo com a demanda. Usando de tecnologia moderna, motoristas recebem as faturas uma vez por mês. Devedores contumazes - assim como motoristas bêbados e imprudentes - não são permitidos nas estradas. Aqueles que não dirigem não mais têm que subsidiar os que possuem carros.

Décimo primeiro dia

XI - Todas as formas de assistencialismos governamentais são extintos. Vagabundos ou trabalham ou passam fome. Os pobres que merecem acham uma abundância de serviços privados criados para torná-los independentes. A caridade privada explode, uma vez que o povo americano, já o mais generoso do mundo, percebe que sua renda quase que dobrou, graças aos cortes de impostos.

Décimo segundo dia

XII - O Banco Central extingue suas operações de mercado aberto (open-market) e deixa de proteger a indústria bancária contra qualquer competição. Mas os bancos agora podem se aventurar em todas as atividades financeiras não-bancárias que anteriormente lhes eram proibidas. Os ciclos econômicos, que são causados pela expansão monetária através do mercado de créditos, são liquidados.

Décimo terceiro dia

XIII - O Seguro Federal de Depósitos Bancários (agência governamental que garante os depósitos bancários) é despedaçado. Todos os depósitos segurados são reavidos através da venda de ativos federais, os quais incluem os ativos pessoais de funcionários do alto escalão governamental. A ameaça de uma corrida aos bancos força-os a manterem 100% de reservas para os depósitos em conta-corrente, e um nível prudente de reservas para outros tipos de depósitos. Bancos à beira da falência não mais serão salvos pelo governo, à custa do contribuinte. Qualquer outro tipo de ajuda governamental aos bancos se torna impossível.

Décimo quarto dia

XIV - O dólar - um simples e débil papel fiduciário - é definido em termos de ouro, com a razão entre ambos determinada pela divisão do estoque de ouro do governo por todos os dólares existentes nesse dia.

Décimo quinto dia

XV - O governo federal vende os aeroportos National e Dulles (ambos em Washington, D.C.) para quem der mais, e cessa todos os subsídios para os outros aeroportos socialistas ao redor do país. Todas as restrições nos preços e serviços aéreos acabam. Custa mais voar durante as horas de pico do que em relação às horas de baixa demanda, mas, no geral, viagens aéreas barateiam.

Décimo sexto dia

XVI - Todas as regulamentações governamentais que criam e sustentam cartéis são abolidas, incluindo aquelas para os Correios, telefones, televisão, rádio e TV a cabo. Os preços despencam e uma variedade de serviços novos e inesperados se torna disponíveis.

Décimo sétimo dia

XVII - A agricultura planejada, como foi imposta por Hoover e Roosevelt, é repelida: não há mais subsídios: nem pagamento em gêneros, nem reservas de mercado, nem empréstimos a juros baixos, etc. Os preços dos produtos agrícolas caem. Fazendeiros empreendedores ficam ricos. Fazendeiros acostumados a subsídios têm que procurar outra linha de trabalho. Os pobres começam a comer como reis.

Décimo oitavo dia

XVIII - O Ministério da Justiça fecha sua divisão antitruste. Empresas, grandes ou pequenas, estão livres para se fundir - verticalmente ou horizontalmente. Acionistas podem comprar qualquer outra empresa, ou vender suas ações para quem quiserem. Produtores marginais não mais podem lutar contra seus concorrentes com armas burocráticas.

Décimo nono dia

XIX - O Ministério da Educação é reprovado e jubilado. Entidades privadas de caridade montam programas remediadores para ensinar os ex-burocratas a ler e escrever. Educação sexual e outros programas antifamília, que recebem subsídios federais, saem de cena. Distritos escolares locais passam a prestar contas aos pais - ou fecham as portas, pressionados por um crescente setor de escolas privadas (as quais muitos pais agora podem bancar).

Vigésimo dia

XX - Todos os monumentos federais são vendidos, em alguns casos para grupos sem fins lucrativos inspirados na Mt. Vernon Ladies Association, que comprou e gerencia a casa que foi de George Washington. A VFW (Veterans of Foreign Wars - Veteranos de Guerras Exteriores) compra o Vietnam Memorial (monumento aos mortos da Guerra do Vietnã, em Washington, D.C.). Há muita disputa pelos monumentos de Jefferson e Washington. Ninguém quer o de Franklin Delano Roosevelt, então ele é derrubado e a terra vendida a algum fazendeiro. (Com o governo federal reduzido de volta ao seu tamanho constitucional, grande parte de Washington, D.C., volta a ter usos mais produtivos - como a agricultura, igual era no século XVIII.)

Vigésimo primeiro dia

XXI - O dossiê político e financeiro de cada americano, mantido pelo governo em seus computadores, é deletado. O povo faz uma excursão pelos escritórios federais para se certificar disso, em uma reprise das visitas que o povo de Berlim Oriental fez aos quartéis-generais da Stasi.

Vigésimo segundo dia

XXII - Direitos iguais são garantidos a todos os americanos, até mesmo membros de grupos que não são vítimas. Não há ação afirmativa, não há cotas, não há reforma agrária, não há leis de acomodação pública[7]. Propriedade privada e liberdade de associação são totalmente restabelecidas.

Vigésimo terceiro dia

XXIII -  A Environment Protection Agency (Agência de Proteção Ambiental) sofre uma faxina, com todas as suas leis típicas de estado-paizão, como "ar limpo" e outras similares, repelidas. Dez mil advogados são obrigados a sair de seus balcões e começar a procurar outras causas. Propriedade privada é estabelecida para o ar e para a água. Americanos prejudicados pela poluição estão livres para processar os poluidores, que já não estão mais protegidos pelo governo federal.

Vigésimo quarto dia

XIV - Aos americanos é dada completa liberdade de contrato, restaurando a racionalidade em relação a negligências e em relação às leis de responsabilidade pelos produtos[8].

Vigésimo quinto dia

XXV - O governo se esforça para achar mais bens para vender (por exemplo, o Zoológico Nacional, também conhecido como Washington, D.C.) para poder pagar as obrigações da agora privatizada Previdência Social.

Vigésimo Sexto dia

XVI - Artistas pornográficos têm agora que ganhar a vida por conta própria, já que a National Endowment for the Arts[9] tenta angariar seu próprio orçamento vendendo pinturas nas calçadas.

Vigésimo sétimo dia

XVII -  Ajuda a outros países é proibida como sendo inconstitucional, injusta e antieconômica. Políticos estrangeiros agora têm que roubar seu próprio dinheiro. O Banco Mundial, o FMI e as Nações Unidas fecham suas portas super-luxuosas.

Vigésimo oitavo dia

XVIII - Ao povo americano é dado o direito irrestrito de possuir e portar armas.

Vigésimo nono dia

XIX - O Departamento de Defesa é reorientado para defesa. As tropas americanas, que estão por todo o mundo, voltam para casa. Adotamos a política de neutralidade armada[10], lembrando os ensinamentos dos Pais Fundadores (Founding Fathers), que diziam que não era possível comandar um império no exterior e uma república constitucional em casa.

Trigésimo dia

XXX - Todas as tarifas, cotas, e acordos comerciais vão para a retalhadora. Os americanos agora podem comercializar com qualquer um no mundo, sem barreiras ou subsídios. Os preços dos carros japoneses caem imediatos 25%.

Em apenas 30 estimulantes dias, estabelecemos as linhas gerais de um livre mercado. Radical? Talvez. Eu, mal posso esperar pelo Mês Dois.

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[1] Membro sênior do corpo docente do Ludwig Von Mises Institute, era um Pesquisador Chefe da Academia de Ciências de Moscou antes de sua deserção para os EUA em 1989. (N. do T.)

[2] Nos EUA, dia do prazo final da entrega da declaração do imposto de renda. (N. do T.)

[3] E, na época atual, um corte de 40% deixaria o orçamento igual ao do ano 2000! (N. do T.)

[4] Equivalente ao nosso IBGE, é uma agência governamental que produz dados econômicos, como índices de preços e taxa de desemprego. (N. do T.)

[5] Equivalente ao nosso Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. (N. do T.)

[6] Agência abolida em 1995, tinha a função de regulamentar ferrovias e caminhões para garantir "taxas justas" e eliminar taxas discriminatórias. (N. do T.)

[7] Leis que proíbem estabelecimentos privados de excluir clientes - baseando-se em discriminações raciais, por exemplo. (N. do T.)

[8] "Responsabilidade pelos produtos" é a área da lei na qual produtores, distribuidores, fornecedores, revendedores, e outros que tornam os produtos disponíveis para o público são tidos como responsáveis pelos danos que esses produtos possam causar. (N. do T.)

[9] Programa que recebe fundos federais para dar suporte a projetos de exibição artística. Equivalente ao nosso Ministério da Cultura. (N. do T.)

[10] Neutralidade armada, em política internacional, é a postura de um país que não faz aliança com nenhum lado em uma guerra, mas garante que irá defender-se contra qualquer invasão que porventura venha a sofrer de qualquer país. (N. do T.)