Seja bem vindo, amigo!

Seja bem-vindo, amigo! Seja você também mais um subversivo! Não se entregue e nem se integre às mentiras do governo e nem da mídia! Seja livre, siga o seu instinto de liberdade! Laissez faire! Amém!

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sábado, 31 de outubro de 2015

O comunismo para os miseráveis

O sonho sublime dos socialistas é manter apenas duas classes sociais: A classe poderosa e rica da elite socialista e a classe dos miseráveis que irá sustentá-la. Anon, SSXXI

Veja como a história se repete!

Na URSS, os poderosos e ricos Lênin e Stalin e os miseráveis camponeses russos e ucranianos (milhões morreram de fome para sustentar a elite comunista, houve até canibalismo)

Na China, o poderoso e rico Mao e os miseráveis camponeses chineses (milhões morreram de fome para sustentar o regime comunista chinês, houve até canibalismo)

No Camboja, o poderoso Pol Pot causa um dos maiores genocídio contra os miseráveis cambojanos, cerca de 25% da população foi dizimada.

Em Cuba, os poderosos e ricos irmãos Castro vivem como reis, enquanto os cubanos vivem na maior miséria.

Na Venezuela, Maduro come do bom e do melhor, enquanto a população cada vez mais miserável passa pela maior escassez de alimentos e outros produtos básicos.

No Brasil, Lula e toda elite comunista estão ricos, enquanto a população começa a sentir o bafo miserável da escassez socialista.

Frase libertária

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Dez indicações de leituras de liberais brasileiros (I e II)

Por Jefferson Viana

1 ° – “A lanterna na popa” – Roberto Campos

O grande Roberto Campos lançou no ano de 1994 o livro de memórias “A lanterna na popa”. Campos buscava realizar a síntese da sua vida desde quando passou a defender posições liberais, como sendo a defesa da liberdade, segundo palavras do ex-deputado, ex-senador e ex-diplomata, uma espécie de apostolado. Campos dizia que defender o liberalismo no Brasil era como realizar pregações no meio do deserto. No prefácio do livro, Campos afirma o seguinte:

“Em nenhum momento consegui a grandeza. Em todos os momentos procurei escapar da mediocridade. Fui um pouco um apóstolo, sem a coragem de ser mártir. Lutei contra as marés do nacional-populismo, antecipando o refluxo da onda. Às vezes ousei profetizar, não por ver mais que os outros, mas por ver antes. Por muito tempo, ao defender o liberalismo econômico, fui considerado um herege imprudente. Os acontecimentos mundiais, na visão de alguns, me promoveram a profeta responsável. O século que vivenciei foi aquele que Paul Johnson (nasc. 1928) descreveu como o século coletivista. Tanto a democracia como o capitalismo sofreram graves desafios. A revolução comunista de outubro de 1917 representou um desafio simultâneo à democracia e ao capitalismo. As democracias ocidentais sobreviveram à I Guerra Mundial, mas viria depois, nos anos trinta, uma rude prova para o capitalismo liberal – a Grande Depressão. A economia de mercado, em fase de deflação e desemprego, parecia ser um sistema terrivelmente inepto, comparado à alternativa do planejamento central. E surgiu um outro tipo de desafio – o coletivista – que também desprezou a democracia e prostituiu o mercado, proclamando como supremos valores a raça, o estado leviatã e a expansão territorial.”

2° – “Introdução a Filosofia Liberal” – Roque Spencer Manoel de Barros

Roque Spencer Manoel de Barros foi docente da Universidade de São Paulo até a sua morte, no ano de 1999. Spencer mostra no livro a sua forma de pensar o liberalismo: pensar o liberalismo na sua condição trágica; a defesa da liberdade constituiu, para ele, no século XX, um dos grandes riscos, em face do coletivismo e, de outro lado, porque, no plano existencial, o pensamento liberal coloca o homem na sua condição de ser responsável individualmente pelos seus atos. Frisando a respeito das liberdades com responsabilidades no prefácio do livro:

“Dedicado à filosofia liberal, este livro trata, fundamentalmente, da antinomia entre liberdade e totalidade. Nesse sentido, ele é, para mim, uma espécie de compromisso filosófico. Um compromisso com o livro que quero um dia ainda escrever, com aquele título ou outro equivalente, em que o problema seja enfrentado em toda a sua complexidade, com as suas implicações antropológicas, epistemológicas, éticas e pedagógicas. Aqui, embora referindo-me de passagem a tais implicações, são elas tratadas especialmente do ponto de vista político”.

3 ° – “O Espírito das revoluções” – José Osvaldo de Meira Penna

José Osvaldo de Meira Penna, pensador ainda vivo (tem 98 anos), tem seu pensamento no campo da Sociologia, mas aprofunda-se na análise filosófica, ao redor da temática da liberdade. Paralelamente, o pensador, que possui sólida formação humanística, abarca nessa obra as suas análises sobre  as perspectivas psicológico-social (à luz da obra de Carl Jung, da qual é importante representante) e econômica, se alicerçando nos conceitos de Friedrich August von Hayek (1899-1992), Ludwig von Mises (1881-1973) e Milton Friedman (1912-2006). O Liberalismo, segundo Meira Penna, experimentou crises profundas. A partir dos meados do século XIX vigorou, segundo ele, um “movimento de opinião no sentido de um retorno ao coletivismo, invocado nos lemas de Igualdade e Fraternidade”. O pensador considera que, diante dessa crise, é necessário voltar à defesa da liberdade do indivíduo em face da coletividade, seguindo os ensinamentos do historiador francês Alexis de Tocqueville, de cujo pensamento Meira Penna é um dos grandes estudiosos no Brasil. A respeito da influência do autor de “Democracia na América”, ele diz em um dos trechos do livro:

“(…) Concluímos que extremamente pertinentes são os conceitos tocquevillianos. Se somos todos diferentes e desiguais por natureza, uns mais inteligentes do que outros, uns com melhor Q I do que outros, uns mais laboriosos e outros mais preguiçosos, uns enérgicos e outros boêmios, uns aquinhoados com saúde e uma herança familiar positiva, outros prejudicados desde o nascimento pela circunstância de um meio adverso, é evidente que a igualdade só pode ser imposta pelo Estado, coercitivamente.”

4° – “Marxismo e descendência” – Antônio Paim

Antônio Paim tem a sua obra tangenciada na historiografia do pensamento liberal, bem como à discussão da problemática ética ensejada por essa corrente no seio da cultura brasileira. Para Paim, o liberalismo não penetrou fundo o suficiente nessa cultura, em decorrência da falta de chão axiológico sobre o qual pudesse se firmar tal filosofia. E nessa obra, Paim mostra um pouco da história do movimento socialista mundo afora e  as divisões da esquerda em três categorias: Doutrina marxista do Estado; Doutrina marxista da Sociedade e Doutrina marxista do Pensamento. Paim realizou um balanço geral do marxismo e diversas formas de manifestação, procurando compreender como se deu tal processo, tanto no meio acadêmico como na sua aplicação prática. As influências precursoras do marxismo são descritas, assim como as nuances que veio a tomar em decorrência inclusive dos diversos terrenos culturais em que agiu. Não se trata de uma obra que discute ideias filosóficas no éter, mas que procura explicitar, concomitantemente, a gênese dessas ideias e suas aplicações ao plano prático e histórico. Em um pequeno trecho do prefácio, Paim mostra:

Depois de interrogar se o marxismo seria, afinal, um tipo de messianismo, a pergunta proposta é: pode, o marxismo coexistir com outras correntes de pensamento? A prática política parece demonstrar, que onde o seu domínio partidário se implanta, faz-se mister eliminar toda a divergência.”

5° – “Variações 3“ – Miguel Reale

O Jurista Miguel Reale, falecido no ano de 2006, foi um dos maiores intelectuais do Brasil e tinha como característica a defesa do chamado liberalismo social, doutrina que defende fundamentalmente a liberdade dos indivíduos, no contexto do que Alexis de Tocqueville (1805-1859) denominava de “interesse bem compreendido”. Para Reale, efetivamente, a defesa do indivíduo e dos seus interesses não poderia correr solta em face dos interesses da comunidade. A experiência intelectual que o pensador tem no interior da sua consciência deve-se inserir, portanto, no processo da experiência objetivada em formas de cultura, como ele mostra nesse livro, que é uma coletânea de artigos escritos em jornais e revistas escritos por Reale. Em uma das partes do prefácio, Reale diz:

“O liberalismo é um sistema solidário de bens e valores que o homem realiza graças à atividade espiritual exercida em sintonia com as leis da natureza. A eticidade da cultura – o que quer dizer a sua visão ética e não apenas gnoseológica – emerge da análise fenomenológica do ato de experienciar como ato essencialmente intersubjetivo. Pode dizer-se que o poder-dever de comunicar já se oculta na experiência como ato obrigatório de comunhão, mesmo porque estar no mundo é sempre estar com outrem, o que nos leva, por fim, à compreensão ontológica da cultura como um processo de autoconsciência e de tomada de consciência da humanidade como um todo.”

Fonte: Instituto Liberal

sábado, 24 de outubro de 2015

Educating for the New World Order – Beverly K Eakman

Pátria Educadora, mídia, UNESCO e Fundações Internacionais podem estar doutrinando os seus filhos. Mães e pais fiquem em estado de alerta, pois isto já está acontecendo em vários países! Anon, SSXXI


Há tantas maneiras em que a Nova Ordem Mundial está sendo construída em torno de nós e não devemos permitir que isso aconteça... Julian Charles (Radialista - The mind renewed)

Se você continua achando que a Nova Ordem Mundial é uma teoria da conspiração. È exatamente isso que a elite globalista quer que você pense. Anon, SSXXI


sexta-feira, 23 de outubro de 2015

We still hold these truths - Matthew Spalding

Nós ainda Consideramos estas verdades - Redescobrindo Nossos Princípios, reivindicando o nosso futuro - Por Matthew Spalding

O Guia Essencial para reverter a assalto progressivo e Colocando a América de volta ao curso

Muitos americanos estão preocupados, com medo, com raiva. O país, ao que parece, está no caminho errado.

Mas o que é o caminho certo para a América? Sabendo o que defendemos contra não é o mesmo que saber o que defendemos.

Apenas a tempo, Matthew Spalding fornece o plano para traduzir angst em ação adequada neste essencial livro-a # 2 Washington Post bestseller. Nós Ainda Consideramos estas verdades oferece uma análise básica de como e por que perdemos nossos rolamentos como uma nação, e estabelece a estratégia para resgatar o nosso futuro por parte do governo arbitrário e ilimitado.

Nós ainda Consideramos estas verdades - Guia do Líder

Nos Estados Unidos, o povo é soberano sobre o governo. É extremamente importante para os cidadãos de estudar os princípios e práticas da nossa nação e seu governo, que é o primeiro e mais importante passo no avanço desses princípios e a restauração do governo constitucional.

Este Guia do Líder é um companheiro para bestseller Nós Ainda Consideramos estas verdades. Ele fornece tudo que você precisa para levar o seu grupo em uma viagem fascinante através da história para descobrir o que nos define como uma nação, fazendo perguntas instigantes para obter o nosso país de volta nos trilhos.

(Compre este livro, valorize a obra e o autor.)

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Liberdade e Fé – Frase Alexis de Tocqueville

“Despotismo pode governar sem fé, mas liberdade não pode. Como será possível aquela sociedade escapar da destruição, se o nó moral não é fortalecido em proporção ao quanto o nó político é relaxado? E o que pode ser feito com pessoas cujos próprios mestres são, ou se eles não são, submissos à Divindade?” Alexis de Tocqueville

A conspiração e corrupção da Escola de Frankfurt

Por Timothy Matthews

A civilização Ocidental encontra-se atualmente a passar por uma crise que é, essencialmente, diferente de qualquer outra que tenha sido alguma vez experimentada. No passado, as outras sociedades alteraram as suas instituições sociais ou as suas crenças religiosas devido à influência de forças externas ou devido ao lento desenvolvimento de crescimento interno. Mas nenhuma delas, tal como a nossa, enfrentou de modo consciente a perspectiva duma alteração fundamental nas suas crenças e instituições sobre as quais todo o tecido da vida social assenta.... A civilização [Ocidental] está a ser desenraizada dos seus fundamentos naturais e tradicionais, e a ser reconstruída numa nova organização que é tão artificial e mecânica como uma fábrica moderna. - Christopher Dawson. Enquiries into Religion and Culture, p. 259.

A maior parte da obra de Satanás no mundo é feita de modo a que a mesma permaneça oculta mas dois feixes de luz foram recentemente atirados sobre o seu trabalho. O primeiro, um pequeno artigo feito pela ACW Review da Association of Catholic Women; o segundo, um comentário (que inicialmente me surpreendeu) dum padre da Rússia que alegou que nós, no Ocidente, vivemos numa sociedade Comunista. Estes feixes de luz ajudam a explicar os ataques burocráticos que, em muitos países de todo o mundo, foram bem sucedidos em remover os pais como educadores e protetores primários dos seus filhos.

O ACW Review examinou o trabalho corrosivo da "Escola de Frankfurt" - um grupo de intelectuais Germano-Americano que desenvolveu perspectivas altamente provocantes e originais sobre a sociedade e sobre a cultura atual, baseando-se em Hegel, Marx, Nietzsche, Freud e Weber. Não se dava o caso da sua ideia duma "revolução cultural" ser algo inovador. "Até agora", escreveu Joseph Comte de Maistre (1753-1821) que durante 15 anos foi membro da maçonaria, "as nações eram mortas através da conquista - ou seja, por invasão: mas eis que surge agora uma pergunta importante: será possível uma nação morrer no seu próprio solo, sem qualquer tipo de recolonização ou invasão, permitindo que as moscas da decomposição corrompam o próprio cerne desses princípios originais e constituintes que fizeram dessa nação o que ela é".

O que foi a Escola de Frankfurt? Bem, nos dias que se seguiram à Revolução Bolchevique na Rússia, acreditava-se que a revolução do proletariado iria varrer a Europa e, eventualmente, chegar aos Estados Unidos. Mas isto não aconteceu. Mais para o final de 1922, a Internacional Comunista (Comintern) começou a considerar as lições que se poderiam extrair disto e sob iniciativa de Lênin, decorreu um encontro no Instituto Marx-Engels em Moscou. O propósito deste encontro era o de esclarecer, e dar efeito concreto, à revolução cultural Marxista.

Entre os presentes estava Georg Lukacs (aristocrata Húngaro, filho de banqueiros, que se havia tornado Comunista durante a 1ª Guerra; um bom teórico Marxista, Lukacs desenvolveu a ideia da "Revolução do Eros" - o instinto sexual a ser usado como instrumento de destruição) e Willi Munzenberg (cuja solução proposta era a de "organizar os intelectuais de modo a usá-los para fazer com que a Civilização Ocidental cheire mal. Só então, depois deles terem corrompido todos os valores, e ter tornado a vida impossível, poderiam eles impor a ditadura do proletariado"). Segundo Ralph de Toledano (1916-2007), autor conservador e cofundador do ‘National Review’, provavelmente, este encontro "mais prejudicial para a civilização Ocidental de que a própria Revolução Bolchevique".

Lênin morreu em 1924. Por essa altura, no entanto. Stálin começava a olhar para Munzenberg, Lukacs, e pensadores com a mesma orientação, como "revisionistas". Em Junho de 1949, Münzenberg fugiu para o Sul da França, onde, sob ordens de Stálin, um esquadrão que fazia parte da NKVD [polícia secreta Soviética] o apanhou e o enforcou numa árvore.

No Verão de 1924, depois de ter sido visto seus escritos atacados durante o 5º Congresso do Comitern, Lukacs mudou-se para a Alemanha, onde ele presidiu o primeiro encontro duma grupo de sociólogos de orientação Comunista, um encontro que levou à Fundação da Escola de Frankfurt. Esta "Escola" (criada para colocar em práctica o seu programa revolucionário) foi iniciada na Universidade de Frankfurt, no Institut für Sozialforschung. Para começar, esta Escola e o Instituto eram indistinguíveis. Em 1923, o Instituto foi oficialmente estabelecido e financiado por Felix Weil (1898-1975).

Weil havia nascido na Argentina e com 9 anos foi enviado para estudar na Alemanha. Ele frequentou as universidades em Tübingen e Frankfurt, onde ele se doutorou em ciência política. Durante o período em que se encontrava nas universidades, Weil foi ficando cada vez mais interessado no socialismo e no Marxismo. Segundo o historiador intelectual Martin Jay, o tópico da suas dissertação foi "os problemas práticos da implementação do socialismo".

Carl Grünberg, o director do Instituto entre 1923 a 1929, era um Marxista declarado - embora o Instituto não tivesse qualquer afiliação política oficial - mas em 1930 Max Horkheimer assumiu o controle e ele acreditava que a teoria de Marx deveria ser a base para a pesquisa do Instituto. Quando Hitler ascendeu ao poder, o Instituto foi fechado e, através dos mais variados percursos, os seus membros fugiram para os Estados Unidas e migraram para as mais importantes Americanas universidades - Columbia, Princeton, Brandeis, e California em Berkeley.

A Escola contava entre os seus membros o guru da Nova Esquerda dos anos 60, Herbert Marcuse (criticado pelo Papa Paulo VI devido à sua teoria de emancipação que "abre a porta à permissão mascarada de liberdade"), Max Horkheimer, Theodor Adorno, o popular escritor Erich Fromm, Leo Lowenthal, e Jurgen Habermas - provavelmente o representante mais influente da Escola.

Basicamente, a Escola de Frankfurt acreditava que, enquanto o indivíduo tivesse a crença - ou até a esperança da crença - de que a sua dádiva divina da razão poderia resolver os problemas da sociedade, então essa mesma sociedade nunca atingiria o estado desesperança e alienação considerado necessário para que se provoque a revolução socialista. A sua tarefa, portanto, era de o minar o mais rapidamente possível o legado Judaico-cristão.

Para levar a cabo isto, eles fundamentaram-se na mais destrutiva e negativa critica possível a todas as esferas da vida, que seria formada como forma de desestabilizar a sociedade e destruir o que eles viam como uma ordem "opressora". As suas políticas, esperavam eles, iriam-se propagar tal como um vírus "continuando o trabalho dos Marxistas ocidentais, mas por outros meios", tal como ressalvou um dos seus membros. Como forma de avançar com a sua "silenciosa" revolução cultural - sem nos dar, no entanto, qualquer tipo de indício dos seus planos futuros - a Escola de Frankfurt recomendou (entre outras coisas):

1. A instalação de ofensas raciais.
2. Mudanças contínuas como forma de gerar confusão.
3. O ensino do sexo e do homossexualismo às crianças.
4. A fragilização da autoridade das escolas e dos professores.
5. A imigração em massa como forma de destruir a identidade.
6. A promoção do consumo excessivo de álcool.
7. O esvaziamento das igrejas.
8. Um clima de suspeição sobre o sistema legal (com um viés em favor da vítima do crime).
9. A dependência do Estado ou de benefícios estatais.
10. O controle e redução intelectual da mídia.
11. Fomentação da destruição da família.

Uma das ideias principais da Escola de Frankfurt era a exploração da ideia Freudiana com o nome de ‘panssexualismo’ - a busca do prazer, a exploração das diferenças entre os sexos, a subversão dos relacionamentos tradicionais entre os homens e as mulheres. Para avançar mais com a sua agenda, a Escola iria:

a) Atacar a autoridade do pai, negar os papéis específicos do pai e da mãe, e retirar das famílias os seus direitos de educadores primários dos seus filhos.
b) Abolir as diferenças na forma como se educam os rapazes e as raparigas.
c) Abolir todas as formas de domínio masculino - o que explica a presença de mulheres nas forças armadas.
c) Declarar as mulheres como "classe oprimida" e os homens como "classe opressora".

Munzenberg resumiu da seguinte forma os planos a longa prazo da Escola de Frankfurt:

Vamos fazer com que o Ocidente cheire mal.

A Escola acreditava que existiam dois tipos de revolução: a (a) política e a (b) cultural. A revolução cultural destrói a partir de dentro. "As formas modernas de sujeição estão marcadas pela brandura". Eles viam isso como um projeto a longo prazo, e mantiveram a sua atenção focada na família, na educação, na mídia, no sexo e na cultura popular.

A Família

A "Teoria Crítica" da Escola de Frankfurt pregava que a "personalidade autoritária" é produto duma família patriarcal - uma ideia diretamente associada com o livro de Engels com o título "Origins of the Family, Private Property and the State", que promovia o matriarcado. Antes disso, e falando da radical noção da "comunidade de mulheres" (e escrevendo no The German Ideology de 1845), Karl Marx havia já escrito de forma depreciativa sobre o conceito da família como unidade básica da sociedade.

Este era um dos pilares da Teoria Crítica: a necessidade de destruir a família contemporânea. O Instituto pregava que "Até o colapso parcial da autoridade paternal na família tende a aumentar a prontidão da geração vindoura em aceitar alterações sociais".

Seguindo as pegadas de Marx, a Escola demonstrou de que forma é que a "personalidade autoritária" era um produto da família patriarcal - foi Marx quem escreveu de um modo negativo da família como unidade básica da sociedade, o que preparou ainda mais a guerra contra o sexo masculino levada a cabo pela Nova Esquerda durante os anos 60 (promovida por Marcuse sob a máscara de "emancipação da mulher"). Eles propuseram a transformação da nossa sociedade numa sociedade dominada pelas mulheres.

Em 1933, Wilhelm Reich, um dos membros da Escola de Frankfurt,, escreveu "The Mass Psychology of Fascism" onde dizia que o matriarcado era o único e o genuíno tipo familiar da "sociedade natural". Eric Fromm era também um defensor ativo da teoria do matriarcado. O masculino e o feminino, disse ele, não eram reflexões das diferenças sexuais "essenciais", tal como os Românticos haviam pensado, mas sim algo que derivava das funções mundanas que eram em parte determinadas pela sociedade. O seu dogma estabeleceu o precedente para os radicais anúncios feministas que, atualmente, aparecem em todos os jornais e programas de televisão.

Os radicais sabiam exatamente o que queriam, e como fazer as coisas. Eles foram bem sucedidos.

Educação

O Lorde Bertrand Russell juntou-se à Escola de Frankfurt no seu esforço de engenharia social e disse de sua justiça no seu livro de 1951 com o título "The Impact of Science on Society". Nele, Russell escreve:

A fisiologia e a psicologia têm dentro de si espaço para técnicas científicas que ainda aguardam desenvolvimento. A importância da psicologia em massa aumentou consideravelmente devido ao crescimento dos métodos modernos de propaganda. Destes, o mais influente é aquele chamado de "educação". Os psicólogos sociais do futuro irão ter um número de cursos para as crianças em idade escolar, e neles serão testados métodos distintos de forma a produzir a inabalável convicção de que a neve é preta.

Rapidamente, se obterão vários resultados. Primeiro, que a influência do lar é destrutiva. Segundo, que nada mais pode ser feito a menos que a indoutrinação comece antes dos 10 anos. Terceiro, que os versos musicais entoados de forma repetitiva são muito eficazes. Quarto, que a opinião de que a neve é branca tem que ser mantida como forma de demonstrar um gosto mórbido pela excentricidade.

Mas já me estou a antecipar. Cabe aos cientistas do futuro dar precisão a estas máximas, e descobrir quanto é que custa, por cabeça, fazer com que as crianças acreditem que a neve é preta, e quão menos custaria levá-los a acreditar que ela é cinzenta-escura. Quanto a técnica tiver sido aperfeiçoada, todos os governos que estiverem encarregados da educação durante uma geração, serão capazes de controlar os seus súbditos sem a necessidade de exércitos e polícias.

Escrevendo para a Fidelio Magazine em 1992, Michael Minnicino nota como os herdeiros de Marcuse e Adorno dominam por completo as universidades, "ensinando os seus alunos a deixar de lado a razão em favor de exercícios ritualistas do Politicamente Correto. Foram publicados muito poucos livros teóricos de arte, letras, ou línguas nos Estados Unidos ou na Europa que não reconheçam abertamente a sua dívida para com a Escola de Frankfurt. A "caça às bruxas" que ocorre actualmente nas universidades nada mais é que a implementação do conceito de Marcuse com o nome de "tolerância repressiva" - 'tolerância para com os movimentos da esquerda, mas intolerância para com os movimentos da direita' - forçada pelos estudantes da Escola de Frankfurt."

Drogas

O Dr. Timothy Leary oferece-nos outro olhar para dentro da mente da Escola de Frankfurt com a sua descrição do trabalho da Harvard University Psychedelic Drug Project com o nome ‘Flashback'. Leary citou uma conversa que teve com Aldous Huxley:

Estas drogas mentais, produzidas em massa nos laboratórios, irão levar a cabo alterações gigantescas na sociedade. Isto irá ocorrer comigo e contigo, ou sem nós os dois. Tudo o que podemos fazer é propagar a palavra.
Timothy, o obstáculo a esta evolução é a Bíblia.

Leary prossegue, afirmando:

Tínhamo-nos deparado com o compromisso Judaico-cristão com Um Deus, uma religião, uma realidade, que há séculos amaldiçoava a Europa, e que também amaldiçoa os Estados Unidos desde os seus dias iniciais. As drogas que abriam a mente para realidades múltiplas inevitavelmente levavam-nos para uma visão politeísta do universo. Sentíamos que o tempo para uma nova religião humanista fundamentada na inteligência, no pluralismo benéfico e no paganismo científico havia chegado.

Um dos diretores do projeto "Personalidade Autoritária", R. Nevitt Sanford, desempenhou um papel fulcral no uso das drogas psicodélicas. Em 1965, ele escreveu o seguinte num livro, publicado pelo braço editorial do Instituto Tavistock (Reino Unido):

A nação parece fascinada com os nossos +/- 40,000 viciados em drogas que são vistos como pessoas rebeldes duma forma alarmante, e que têm que ser refreadas a todo o custo através de dispendiosas atividades policiais. Só um desconfortante Puritanismo poderia dar o seu apoio à prática de se focar nos viciados em drogas (e não nos 5 milhões de alcoólatras) e tratá-los como um problema de polícia e não como um problema médico, ao mesmo tempo que se suprimem drogas inofensivas tais como a marijuana e o peyote juntamente com as drogas perigosas.

Hoje dia, os principais propagandistas do lobby das drogas fundamentam os seus argumentos (para a legalização) nas mesmas mentiras científicas propagadas há anos pelo Dr. Sanford. Entre tais propagandistas encontra-se o multimilionário ateu George Soros, que escolheu como um dos seus primeiros programas domésticos juntar esforços que visavam colocar em causa a eficácia dos $37 bilhões por ano gastos na guerra às drogas.

O Lindesmith Center, apoiado por George Soros, á a voz principal dos Americanos que querem descriminalizar ao uso das drogas. Soros é o ‘Daddy Warbucks da legalização das drogas,’ alegou Joseph Califano Jr. do National Center on Addiction and Substance Abuse da Universidade de Columbia (The Nation, Sep 2, 1999).

Música, Televisão e Cultura Popular

Adorno viria a torna-se no líder da divisão focada nos "estudos músicas" da Escola de Frankfurt, que promoveu no seu livro "Theory of Modern Music" a perspectiva de propagar a música atonal, bem como a popular, como forma de destruir a sociedade, formas de música degeneradas como forma de promover a doença mental. Ele afirmou que os Estados Unidos poderiam ser colocados de joelhos através do uso da rádio e da televisão como forma de promover a cultura de pessimismo e desespero; perto do final dos anos 30, Adorno (juntamente com Horkheimer) haviam migrado para Hollywood.

A expansão de jogos de computador violentos também apoiava os propósitos da Escola de Frankfurt.

Sexo

No seu livro, The Closing of the American Mind, Alan Bloom observou a forma como Marcuse havia atraído os estudantes universitários dos anos 60 com uma combinação de Marx e Freud. Nos seus livros "Eros and Civilization" e "One Dimensional Man"Marcuse prometeu que a superação do capitalismo e da sua falsa consciência iria resultar numa sociedade onde as maiores satisfações seriam sexuais. A música rock foca-se no mesmo ponto junto dos jovens. Expressão sexual sem limites, anarquia, exploração do inconsciente irracional e atribuição de total liberdade, é o que eles têm em comum.

A Mídia

A mídia atual - e ninguém menos que Arthur ‘Punch’ Sulzberger Jnr., que assumiu o controle do New York Times em 1992 - baseou-se muito no estudo da Escola de Fankfurt com o nome de The Authoritarian Personality. (New York: Harper, 1950). No seu livro Arrogance, (Warner Books, 1993) o antigo repórter da CBS News Bernard Goldberg, ressalvou que Sulzberger ‘ainda acredita em todas aquelas noções dos anos sessenta em torno da "emancipação" e "o homem que muda o mundo" . . .  De facto, os anos-Punch têm sido uma marcha inabalável pela Avenida Politicamente Correta, com uma redação ferozmente dedicada à todas as formas de diversidade, exceto a intelectual.'

No ano de 1953, o Instituto voltou para a Universidade de Frankfurt. Adorno morreu em 1955, e Horkheimer em 1973. O Instituto para Pesquisa Social continuou, mas o que era conhecido como a Escola de Frankfurt não continuou. O "Marxismo cultural" que entretanto tomou posse das nossas escolas e das nossas universidades - aquele "politicamente correcto" que tem destruído os laços familiares, as nossas tradições religiosas, e toda a nossa cultura - emergiu da Escola de Frankfurt.

Foram estes intelectuais Marxistas que, mais tarde, durante as demonstrações contra a guerra do Vietname, cunharam a frase "make love not war"; foram estes intelectuais que promoveram a dialética do criticismo "negativo"; foram estes teóricos que sonharam com uma utopia onde os seus líderes iriam governar. Foi o seu conceito que levou à tendência atual de reescrever a história, e para a moda do desconstrutivismo". Os seus slogans: "as distinções sexuais são um contrato; se sabe bem, faz; faz o que te apetece".

Nas suas palavras ditas à US Naval Academy em Agosto de 1999, o Dr Gerald L. Atkinson, Comandante da Marinha Americana (Retirado), deu uma palestra geral sobre a Escola de Frankfurt, lembrando à sua audiência de que foram os "soldados rasos" da Escola de Frankfurt que introduziram as técnicas de "treino da sensibilidade" que têm sido usadas nas escolas públicas há mais de 30 anos (e estão atualmente a ser usadas no Exército Americano como forma de educar as tropas sobre o tópico do "assédio sexual").
Durante os treinos de "sensibilidade", foi dito aos professores que não ensinassem mas sim que "facilitassem", técnica esta criada como forma de convencer as crianças de que eles eram a autoridade única nas suas vidas.

Atkinson continua, dizendo:

A Personalidade Autoritária, estudada pela Escola de Frankfurt nos anos 40 e 50 na América, preparou o caminho para a guerra posterior contra o sexo masculino promovida por Herbert Marcuse e o seu grupo de revolucionários sociais (sob a máscara de "emancipação das mulheres"), bem como pelo movimento da Nova Esquerda dos anos 60. A evidência de que as técnicas psicológicas de alteração de personalidade têm como propósito a feminização do homem Americano é disponibilizada por Abraham Maslow, fundador da "Third Force Humanist Psychology" e promotor das aulas psicoterapêuticas, que escreveu, ".... o próximo passo da evolução pessoal é a transcendência para além da masculinidade e da feminilidade para a humanidade geral".

No dia 17 de Abril de 1962, Maslow deu uma palestra a um grupo de freiras do Sacred Heart, colégio feminino Católico em Massachusetts. Maslow ressalvou no seu diário a forma como o seu discurso havia sido "muito bem sucedido", mas ele classificou esse facto de perturbador:

Elas não deveriam aplaudir o que eu dizia mas sim atacar-me. Se elas estivessem plenamente cientes do que eu estava a fazer, eles iriam atacar. (Journals, p. 157).

A Rede

No seu folheto "Sex & Social Engineering" (Family Education Trust 1994), Valerie Riches ressalvou que nos finais dos anos 60 e princípios dos anos 70, existiam campanhas parlamentares intensas que emanavam dum número de organizações das áreas do controle de natalidade (isto é, contracepção, aborto, esterilização):

A partir da nossa análise dos seus relatórios anuais, tornou-se aparente que um número comparativamente pequeno de pessoas encontravam-se, até um nível surpreendentemente, envolvida numa gama de grupos de pressão. Esta rede não só se encontrava unida através das pessoas comuns, mas também pelo financiamento comum, ideologia comum, e até moradas comuns.

Esta rede era também apoiada por uma vasta gama de interesses e ocasionalmente suportada com dinheiro de departamentos governamentais. No centro da  rede encontrava-se a Family Planning Association (FPA) com a sua coleção de ramificações.

O que nós descobrimos foi uma estrutura de poder com uma influência enorme.

Investigações mais aprofundadas revelaram que a rede estendia-se para áreas como o eugênico, controle populacional, controle de natalidade, reformas sexuais, direito familiar, educação sexual e educação em torno da saúde. Os seus tentáculos atingiam editoras, instituições médicas, instituições educacionais e de pesquisa, organizações femininas e grupos de orientação matrimonial - onde quer que a sua influência se pudesse fazer sentir. Parecia que essa rede tinha uma influência enorme nos média, sobre os oficiais permanentes de departamentos governamentais relevantes, levando em conta todas as proporções e os números envolvidos.

Durante a nossa investigação, um palestrante do Sex Education Symposium em Liverpool delineou as táticas da educação sexual, afirmando, "Se nós não entrarmos dentro da educação sexual, as crianças simplesmente seguirão as escolhas dos seus pais". O facto da educação estar em vias de passar a ser um veículo para os vendedores ambulantes do humanismo secular, rapidamente se tornou claro.

No entanto, por essa altura o poder da rede e a totalidade ds implicações decorrentes das suas atividades não eram plenamente entendidas. Pensava-se que a situação se limitava à Grã-Bretanha e as implicações internacionais não eram compreendidas. Pouco depois, surgiu um pequeno livro com o intrigante título de "The Men Behind Hitler—A German Warning to the World". A sua tese era a de que, depois do holocausto na Alemanha Nacional Socialista, o movimento eugênico, que havia obtido popularidade no início do século 20, tinha-se retirado para a clandestinidade mas ainda se encontra ativo e funcional através de organizações tais como aquelas que promoviam o aborto, a eutanásia, a esterilização, a saúde mental, etc.

O autor apelou ao leitor que olhasse para o seu país, e para os países à sua volta, porque certamente que ele iria ver que os membros e os comitês destas organizações eram comuns até um nível impressionante.

Outros livros e artigos provenientes de fontes independentes vieram mais tarde a confirmar esta situação. . . . Um livro notável foi também publicado nos Estados Unidos documentando as atividades do grupo "Sex Information and Education Council of the United States" (SIECUS). Tinha o título de "The SIECUS Circle A Humanist Revolution". O grupo SIECUS foi estabelecido no ano de 1964 e não passou muito tempo até tomar parte num programa de engenharia social através da educação sexual nas escolas.

A primeira directora-executiva foi Mary Calderone e tinha ligações próximas com a Planned Parenthood, a equivalente Americana da British FPA. Segundo o livro "The SIECUS Circle", Calderone apoiou os sentimentos e as teorias avançadas pelo humanista Rudolph Dreikus tais como:

a) Misturando ou revertendo os sexos ou os papéis sexuais;
b) Emancipando as crianças das suas famílias;
d) Abolir a família tal como nós a conhecemos.

No seu livro Mind Siege, (Thomas Nelson, 2000) Tim LaHaye e David A. Noebel confirmaram os dados apurados por Riches relativos a uma rede internacional:

As vozes autoritárias do Humanismo Secular pode ser graficamente retratadas como uma equipa de basebol: a atirar a bola está John Dewey; a agarrar está Isaac Asimov; na primeira base está Paul Kurtz; na segunda Corliss Lamont; na terceira Bertrand Russell; entre a segunda e a terceira base ["shortstop"] está Julian Huxley; do lado esquerdo está Richard Dawkins; no meio campo está Margaret Sanger do lado direito está Carl Rogers; o técnico é Ted "o Cristianismo é para derrotados" Turner; a rebatedora designada é Mary Calderone; na lista de jogadores utilitários estão as centenas de nomes presentes no verso do Manifesto Humanista I e do Manifesto Humanista II, incluindo Eugenie C. Scott, Alfred Kinsey, Abraham Maslow, Erich Fromm, Rollo May, e Betty Friedan.

Nas arqui-bancadas encontram-se organizações patrocinadoras ou organizações de apoio tais como ..... a Escola de Frankfurt, a facção esquerdista do Partido Democrata, os Socialistas Democratas da América, as universidades Harvard, Yale, Minnesota, Berkley (Califórnia), bem como outros 2,000 colégios e universidades.

Um exemplo prático da forma como o pensamento tsunâmico de Maslow engoliu as escolas Inglesas foi revelado num artigo presente no jornal Catholic Family do British Nat assoc. of Catholic Families’ (NACF) (Agosto de 2000), onde James Caffrey lançou um aviso sobre o programa "Citizenship" (PSHE), que seria pouco depois colocado no Curriculo Nacional:

Temos que olhar atentamente para o vocabulário usado neste novo tema, e mais importante ainda, descobrir a base filosófica sobre o qual está assente. As pistas para isto podem ser encontradas na palavra "escolha" que ocorre com frequência na documentação do [programa] Citizenship, e o enorme ênfase que é colocado no acto dos alunos discutirem e "esclarecerem" o seu ponto de vista, os seus valores e as suas escolhas em torno dum dado assunto. Isto nada mais é que o conceito conhecido como "Esclarecimento de Valores" - conceito que é anátema para o Catolicismo (...).

Este conceito foi inicialmente propagado na Califórnia durante os anos 60 por parte dos psicólogos William Coulson, Carl Rogers e Abraham Maslow. O mesmo baseava-se na psicologia "humanista", onde os pacientes eram vistos como os juízes únicos das suas ações e do seu comportamento moral. Havendo promulgado a técnica do "Esclarecimento de Valores", os psicólogos introduziram-no nas escolas bem como em outras instituições - tais como conventos e seminários - com resultados desastrosos.

Os conventos esvaziaram-se, os religiosos perderam a sua vocação e houve uma perda generalizada da fé em Deus [ed: tal como era suposto]. Porquê? Porque as instituições têm como base crenças absolutas tais como o Credo e Os Dez Mandamentos, só para dar alguns exemplos. O "Esclarecimento de Valores" assume o relativismo moral onde não há um bem ou um mal absolutos, e nenhuma dependência de Deus. Este mesmo sistema está em vias de ser introduzido às crianças, aos juniores e aos adolescentes com mentes vulneráveis (...).

A filosofia inerente do "Esclarecimento de Valores" defende que o facto dos professores promoverem virtudes tais como a honestidade, a justiça ou a castidade, é uma forma de indoutrinar as crianças e uma "violação" da sua liberdade moral. É defendido que as crianças sejam livres para escolher os seus próprios valores; o professor deve apenas "facilitar" e evitar toda a moralização e toda a crítica.

Tal como um advogado disse recentemente, em relação à preocupante tendência da educação Australiana, "O tema chave do esclarecimento de valores é o que não existem valores morais certos ou errados. A educação de valores não buscar identificar e transmitir os valores "certos", ensinos da Igreja, especialmente a encíclica papal Evangelium Vitae."

Na ausência de algum tipo de orientação moral, as crianças naturalmente fazem escolhas com base nos seus sentimentos. A poderosa pressão social, liberta dos valores que emanam duma Fonte Divina, garantem que os "valores comuns" afundem-se para o mais baixo denominador comum. Referências à sustentabilidade ambiental levam a uma forma de pensar onde os argumentos antivida (para o controle populacional) sejam apresentados não só responsáveis como também como desejáveis.

Semelhantemente, a "escolha informada" em torno da saúde e do estilo de vida são eufemismos para atitudes contrárias às visões Cristãs em torno da maternidade, da paternidade, do sacramento do casamento e da vida familiar O "Esclarecimento de Valores" é dissimulado e perigoso, e ele é a base de toda a racionalidade do Citizenship (PSHE) e ele será brevemente introduzido nas escolas do Reino Unido.

Isto irá dar valores seculares às crianças e encorajá-las a adotar a atitude de que só eles são a autoridade máxima e judicial nas suas vidas. Nenhuma escola Católica pode incluir este novo tema tal como formulado no documento Curriculum 2000 dentro da provisão do atual currículo O Dr. William Coulson reconheceu os danos psicológicos que a técnica de Rogers infligiu aos jovens e rejeitou-os, dedicando a sua vida a expor os perigos.

Não deveriam aqueles em posição de autoridade dentro das instituições Católicas fazer o mesmo, à medida que o ‘Citizenship’faz a sua mortífera aproximação? Se permitirmos que esta subversão de valores e de interesses, prossiga, iremos perder, nas gerações futuras, tudo pelo qual os nossos antepassados lutaram e morreram. Fomos avisados, disse Atkinson. Uma leitura da história (e tudo isto está nos relatos históricos mainstream) diz-nos que estamos em vias de perder o que nós temos de mais precioso - as nossas liberdades individuais.

Philip Trower, numa carta para o autor, diz:

O que nós estamos a sofrer atualmente é uma mistura de duas escolas de pensamento: a Escola de Frankfurt e a tradição liberal que teve início no Iluminismo do século 18. Claro que a Escola de Frankfurt tem como fonte remota o Iluminismo do século 18, mas tal como o Marxismo de Lênin, ele é um movimento separatista. O objetivo imediato tanto do liberalismo clássico como da Escola de Frankfurt tem sido, essencialmente, o mesmo (ver os 11 pontos de cima), mas o propósito final é diferente. Para os liberais, a sua ideologia leva à "melhoria" e ao "aperfeiçoamento" da cultura ocidental, mas para a Escola de Frankfurt, ela leva à sua destruição.

Ao contrário dos Marxistas da linha dura, a Escola de Frankfurt não faz planos para o futuro. (Mas) a Escola de Frankfurt parece ver mais além do que os nossos liberais clássicos e do que os nossos secularistas. Pelo menos eles vêem que os desvios morais que eles promovem irão tornar a vida social impossível e intolerável. Mas isto levanta uma grande questão em torno da forma como seria um futuro liderado por eles.

Entretanto, a Revolução Silenciosa avança.

Fonte: Marxismo cultural


O que é Marxismo Cultural?