Seja bem vindo, amigo!

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domingo, 22 de maio de 2016

Vamos falar de cultura (MinC, lei Rouanet, BNDES, Temer arregão, desperdícios e Parasitas)

Por João Cesar

Cultura é a roda de samba, a cerveja depois do trabalho, a praia no final de semana, o improviso das favelas, o biquíni das meninas, o pão com manteiga de manhã, a feijoada no sábado, o churrasco no domingo, a moqueca na Semana Santa, a roda de capoeira, a molecada jogando futebol num campinho qualquer, as tantas manifestações folclóricas…

Cultura são os cantores das noites, as bandas de amigos, os blocos de carnaval, os artistas das ruas, os artesãos das feirinhas, os homens dos cordéis, as mulheres das rendas, os repentistas do sertão, os funkeiros dos morros, os violeiros do pantanal, os rappers da periferia, os aposentados das praças, os pintores e escritores independentes, os poetas dos bares…

Cultura independe do governo. Cultura não se fabrica. Não se controla. Cultura é como o mercado. Acontece. Incontrolável. Indomável como a língua, que se transforma o tempo todo, a despeito do que os acadêmicos planejam. Quando a cultura vira política de governo, deixa de ser cultura. Vira panfleto.

O fim do ministério da Cultura teria um único resultado prático: Artistas que se acostumaram a com o dinheiro do governo teriam que captar recursos diretamente na sociedade.

Se o MinC e as leis de incentivo fossem extintas, pessoas como Chico Buarque teriam que fazer mais shows para manter seus estilos de vida. Teriam que se aproximar do povão. Aqueles que não quiserem se “vender ao mercado” buscando patrocínio de empresas privadas, teriam que fazer campanhas de crowdfuding na internet, assim como milhares de artistas independentes já estão fazendo. Com toda certeza, artistas consagrados não teriam dificuldades em viabilizar seus projetos a partir de doações espontâneas de pessoas comuns, suas fãs. As produtoras que se especializaram em captar recursos via leis de incentivo teriam que se especializar em captar recursos no mercado, na sociedade.
O ministério da Cultura representa um dos piores efeitos da democracia: A maioria sendo obrigada a financiar projetos que apenas uma pequena minoria usufrui. Cidadãos sendo obrigados, via pagamento de impostos, a bancar projetos que não lhes interessam. Filmes inteligentinhos. Exposições grotescas. Livros que ninguém lê.

O argumento de que o fim do MinC seria um atentado contra a cultura nacional insulta os inúmeros artistas que trabalham por conta própria, vivendo do talento que têm, sustentando suas vidas e suas artes na medida em que satisfazem outras pessoas.

O ministério da Cultura sempre foi um cabidão de empregos e uma fonte de dinheiro para uma elite composta por artistas famosos ou apadrinhados.

O ministério da Cultura é um vetor de concentração de renda. Metade dos recursos captados em 2015 foram destinados a apenas 3% dos projetos aprovados. Como levantou o Spotniks, entre 2005 e 2015 o orçamento da Ancine saltou de R$ 19 milhões para R$ 660 milhões, obtendo resultados nada proporcionais. Em 2008, foram lançados 79 filmes. Em 2015, 128. O número de expectadores cresceu de 89 para 155 milhões no período, porém, mantendo a média de 12% de interesse nos filmes nacionais. O que isso significa? Que por mais que se injete dinheiro no setor, o grande público não passa a se interessar mais pelos filmes nacionais; e por uma razão muito simples: A maioria das produções é feita apenas para o prazer da elite cultural.

E por falar em cinema…

A maior produção cinematográfica do mundo está na Índia, onde são feitos mais que o dobro do número de filmes feitos em Hollywood, sem dinheiro do governo. Sem programas de proteção ao cinema nacional, apenas 10% dos filmes assistidos na Índia são americanos. Os indianos pobres assistem até 5 vezes mais filmes do que os ricos. São vendidos mais de 3 bilhões de ingressos por ano. Na Índia, atores e produtores não trabalham para emocionar Hollywood, Cannes ou Berlin. Trabalham para emocionar dos indianos.

Falta honestidade ao cinema brasileiro.

A Ancine se assemelha em conceito, prática e resultado ao BNDES. Ambos injetaram dinheiro público em determinados setores que hoje continuam dependentes do governo, comprovando o que os liberais dizem desde sempre: Subsídios geram ineficiência.

A TV Brasil, criada por Lula, têm quase zero % de audiência, mas conta com um orçamento de meio bilhão por ano. Por que o povão não assiste o canal? Porque sua programação é um lixo. É para isso que existe o governo: Dizer que lixo é cultura.

É preciso esclarecer que a lei Rouanet não é uma simples lei que converte impostos em investimentos culturais. A burocracia do “benefício” exclui a quase totalidade dos artistas, já que para desvendá-la é necessária a contratação de uma agência ou produtora especializada. Por isso não vemos micro e pequenas empresas patrocinando artistas desconhecidos. Elas não conseguem sequer preencher os formulários, dada a complexidade e restrições da papelada.

Mesmo que um projeto vença a burocracia, ele e seu autor serão avaliados por uma comissão com escancarado viés ideológico. Projetos ou artistas avaliados como ameaça aos ideais socialistas são vetados. Parece exagero, mas é assim mesmo que funciona. Em resumo, a lei Rouanet é uma mera formalidade entre amigos.

Graças a lei Rouanet, R$ 1,4 bilhão deixaram de ser pagos em impostos em 2015. A título de comparação, a Polícia Federal contou com uma verba de R$ 1 bilhão no mesmo ano; e Dilma, antes de sair, mandou reduzir a verba da PF em 13%.

A extinção do MinC não acabaria com a cultura nacional. Acabaria apenas com a elite cultural bancada com dinheiro público, fazendo com que a classe artística e intelectual se tornasse mais criativa, se aproximasse mais da sociedade, se tornasse independente.

Ainda não foi dessa vez.

Acuado, Michel Temer recriou o MinC uma semana depois de extingui-lo. Não suportou a pressão.

Comprovou-se, assim, que a elite cultural utiliza seu poder de mobilização apenas em benefício próprio, esbanjando demagogia, arrogância e soberba. Apesar do discurso, não tem nada de altruísta. É completamente indiferente à situação do país. Exige que seus projetos sejam tratados com prioridade nacional. Não tem pudor em dizer que se não tiver acesso ao dinheiro público, a cultura do país cairá em desgraça. Não por acaso, dessa elite nunca vimos um único protesto contra os absurdos do governo do PT. Foram 13 anos de bajulações.

A cultura somos nós. Eles são os parasitas.

Por João Cesar (Arquiteto, artista plástico e escritor. Escreveu o livro “Natureza Capital”.

Fonte: Instituto liberal

sábado, 21 de maio de 2016

Poder Global e Religião Universal - Juan Claudio Sanahuja

Resenha por Hermes Rodrigues Nery


Sanahuja deixa evidente nesta obra que há uma subversão silenciosa para concretizar um projeto de poder global, que se realiza impondo novos paradigmas éticos, especialmente aos países membros da ONU.
Na passagem para o 3º milênio, ao inaugurar o Grande Jubileu de 2000, o beato João Paulo II exortou os cristãos a confiarem na vereda de Cristo, lembrando a estreiteza da via que em uma história bimilenar foi capaz de vencer tantas sombras e perigos incontáveis, ameaças e perseguições, e tantas outras incompreensões e falsas interpretações, mas mesmo assim a luz fulgurante de Cristo chegou ao século 21 como um fato incontestável: “Entramos por esta Porta, que representa Cristo mesmo: com efeito, só Ele é o Salvador”. (1)

Esta verdade histórica chegou até nós, a geração pós-Concílio Vaticano II, mas está hoje (e novamente) atacada de modo intenso e sistêmico, por forças culturais, econômicas e políticas, no afã de impor uma nova ordem mundial, destituída das premissas cristãs, ordem imposta por diversas formas de manipulação, a pior de todas as violências. Uma nova ordem não apenas política, mas também religiosa, de uma religiosidade light, “sem dogmas, sem estruturas, sem hierarquias, sem morais rigorosas”, como afirma monsenhor Juan Claudio Sanahuja, em seu livro Poder Global e Religião Universal” (Editora Ecclesiae). Uma leitura imprescindível, pela análise de conjuntura de uma realidade pouco conhecida pelos próprios cristãos. Este novo Leviatã, explica Sanahuja,

“procura, por exemplo, a perversão dos menores, a anticoncepção, o aborto, a eutanásia, a investigação com embriões humanos, a injusta legitimação jurídica de casais do mesmo sexo, etc. A falsa espiritualidade da nova ordem procura ensinar às crianças desde os cinco anos, a normalidade da homossexualidade e da masturbação, e instrui-las no uso de preservativos e da pílula do dia seguinte, mentalizando-os de que o aborto é um direito, como propõe a UNESCO”.

Para defender Jesus Cristo, caminho, verdade e vida, o caminho não é fácil, nem seguro, recorda Sanahuja, na introdução do livro. Não foi mesmo fácil em nenhum momento ao longo da história. Afinal, quantas vezes o próprio Jesus teve de exortar os discípulos a não ter medo, mesmo quando a tempestade parece fazer o barco soçobrar. E completa:

“São muitos os poderosos inimigos que enfrentamos, sendo irremediável o sofrimento pela verdade, inevitável também a perseguição dos bons e a urgente necessidade do testemunho pessoal e social, individual e coletivo, que como cristãos nos são exigidos”.

Tais exigências (de discernimento, purificação e coerência de vida), no complexo contexto da atualidade, são expostas com objetividade e visão de conjunto por monsenhor Juan Claudio Sanahuja, na síntese que faz dos inúmeros desafios do momento histórico em vivemos,  enquanto cristãos, especialmente católicos. Ele alerta: “A crise da Igreja é grave”.

Em "Poder Global e Religião Universal" delineiam-se os aspectos, a profundidade e a amplitude da atual crise, elucidando o processo e as estratégias de uma reengenharia social anticristã, em curso, visando minar a sã doutrina católica, descontruindo conceitos, para corroer, por dentro, as bases do edifício cristão, destituindo a Igreja de sua identidade e força.

“Estamos em tempos de perseguição - afirma Sanahuja - mas acima de toda consideração acomodatícia, a fidelidade a Jesus Cristo nos exige defender, promover, ensinar, transmitir as verdades imutáveis - os princípios inegociáveis - mas todos sabemos, leigos e clérigos, que esse caminho é humanamente inseguro, porque ao não aceitar os esquemas mentais politicamente corretos, recusamos ser incluídos na categoria de novo cidadão, segundo o que a Nova Ordem define como paradigma da nova cidadania”, e outros novos paradigmas éticos, especialmente o da reinterpretação dos direitos humanos, que com sua hermenêutica ideologizada dá origem a “uma inifinidade de pseudo-direitos ao serviço de políticas do projeto de domínio mundial”. Completam ainda o panorama deste processo os novos paradigmas religiosos, que geram a colonização das consciências. Visando um projeto de poder global, com um pensamento único, mudando a cultura e a religião dos povos, colonizando as consciências para conseguir cidadãos dóceis da nova ordem mundial”.

João Paulo II, gigante da fé, com profundo realismo, destacou num dos documentos mais importantes do Grande Jubileu, “nossa responsabilidade pelos males atuais” (2), salientando que “entre as sombras e em primeiro plano pode ser assinalado o fenômeno da negação de Deus em suas muitas formas”. (3) E explica:

“O que repercute particularmente é que essa negação, especialmente em seus aspectos mais teóricos, é um processo que surgiu no mundo ocidental. Ligada ao eclipse de Deus está uma série de fenômenos negativos, como a indiferença religiosa, a ausência difusa do senso do transcendente da vida humana, um clima de secularismo e de relativismo ético, a negação do direito da criança não-nascida à vida - às vezes sancionadas por legislações abortistas” (4), entre outros fatores. O fato é que “vivendo ‘como se Deus não existisse’, o homem perde o sentido não só do mistério de Deus, mas também do mistério do mundo, e do mistério do seu próprio ser”. (5)

Nesse sentido, cabe lembrar Joseph Ratzinger, em "Dominus Iesus", quando destacou que “o Reino diz respeito a todos: às pessoas, à sociedade, ao mundo inteiro. Trabalhar pelo Reino significa reconhecer e favorecer o dinamismo divino, que está presente na história humana e a transforma. Construir o Reino quer dizer trabalhar para a libertação do mal, sob todas as suas formas”. (6) Este é o sentido da história e que a Igreja faz parte, como via de salvação. “O mal tem poder através da liberdade do Homem e cria então as suas estruturas. Porque existem, manifestamente, estruturas do mal”. (7) De modo mais claro, Bento XVI exclamou: “como estamos todos na realidade presos pelas potências que de um modo anônimo nos manipulam”. (8) E ressalta: “O núcleo de toda a tentação (...) é colocar Deus de lado, o qual, junto às questões mais urgentes da nossa vida, aparece como algo secundário, se não mesmo supérfluo e incômodo”(9), pois as estruturas do mal visam “ordenar; construir um mundo de um modo autônomo, sem Deus; reconhecer como realidade apenas as realidades políticas e materiais e deixar de lado Deus, tendo-o como uma ilusão: aqui está a tentação que de muitas formas hoje nos ameaçam”. (10)

Sanahuja deixa evidente nesta obra que há uma subversão silenciosa para concretizar um projeto de poder global, que se realiza impondo novos paradigmas éticos, especialmente aos países membros da ONU. Para Hiroshi Nakajima, diretor geral da Organização Mundial da Saúde, “a ética judaico-cristã não poderá ser aplicada no futuro”. As forças ideológicas anticristãs atuam de modo sutil e sofisticado, especialmente no campo semântico: “mudar o significado e o conteúdo das palavras é uma estratégia para que a reengenharia social seja aceita por todos, sem protestar”, explica Sanahuja, por isso, “o significado da linguagem internacional muda continuamente”.

Os cristãos percebem uma “estranheza”, mas não conseguem de imediato constatar o que está acontecendo, e muitos então acabam fazendo o jogo do inimigo: crescem as divisões internas, os desentendimentos entre os fiéis, a evasão, os escapismos, a dispersão, etc. E também o desânimo e o ceticismo, e a adesão às soluções fáceis, aos apelos emocionalistas, ao conformismo e até ao indiferentismo. E então o que fazer? “Estamos outra vez perante um novo começo” (11), destacou Joseph Ratzinger. E reforça:

“a tarefa de crer inteiramente a partir da liberdade e na liberdade e de crer, dando testemunho contra um mundo exausto, também traz novas esperanças, novas possibilidades de uma expressão cristã. É precisamente uma era de um cristianismo quantitativamente reduzido que pode levar a uma nova vivacidade desse cristianismo mais consciente”. (12)

A Igreja - como sinal de contradição, vai se tornando “a Igreja de uma minoria”. (13) E é a esperança desse cristianismo mais consciente que vemos despontar na obra de Sanahuja, que não fica apenas no diagnóstico da situação, mas indica com clareza atitudes para o enfrentamento daquilo que nos ameaça, para evitar ambiguidades e tibiezas, a fragilização da fé transformada em apostasia.

A leitura deste livro, portanto, elucida questões importantes para a vida dos cristãos do nosso tempo, permitindo uma melhor compreensão não apenas do turbilhão de desafios a nossa frente, bem como um entendimento cada vez mais agudo do mistério da Igreja no mundo, a partir da missão  a ela confiada por Jesus Cristo. A Igreja poderá combalir e ficar até extenuada, mas é promessa de Nosso Senhor que as portas do inferno não prevalecerão sobre ela. Mas tudo isso exige de nós vigilância, discernimento e fé operante. Refutando Nakajima, temos a convicção de que "a fé cristã tem muito mais futuro do que as ideologias que a convidam para abolir-se de si mesma". (14)

Notas:

1. http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/homilies/1999/documents/hf_jp-ii_hom_25121999_po.html

2. Comissão Teológica Internacional, Memória e Reconciliação - A Igreja e as culpas do passado, p. 53, Ediçoes Loyola, São Paulo, 2000.

3; Ibidem.

4. Ibidem.

5. Evangelium Vitae, 22.

6. Dominus Iesus, 19 (
http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20000806_dominus-iesus_po.html)

7. Joseph Ratzinger, O Sal da Terra - O Cristianismo e a Igreja Católica no Limiar do Terceiro milênio - Um Diálogo com Peter Seewald, p. 176, Ed. Imago, Rio de Janeiro, 1997.

8. Joseph Ratzinger, Jesus de Nazaré, v. 1, p. 35, 3ª reimpressão, Editora Planeta do Brasil, São Paulo, 2008.)

9. Ibidem.

10. Ib. p. 41.

11. Joseph Ratzinger, O Sal da Terra - O Cristianismo e a Igreja Católica no Limiar do Terceiro milênio - Um Diálogo com Peter Seewald, p. 212, Ed. Imago, Rio de Janeiro, 1997.

12. Ibidem.

13. Joseph Ratzinger, O Sal da Terra - O Cristianismo e a Igreja Católica no Limiar do Terceiro milênio - Um Diálogo com Peter Seewald, p. 209, Ed. Imago, Rio de Janeiro, 1997.

14. Joseph Ratzinger, O Sal da Terra - O Cristianismo e a Igreja Católica no Limiar do Terceiro milênio - Um Diálogo com Peter Seewald, p. 205, Ed. Imago, Rio de Janeiro, 1997.

Hermes Rodrigues Nery é coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e do Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté. Especialista em Bioética, é pós-graduado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.



"Nova Ordem Mundial" o perigo que ameaça o Cristianismo

O Espírito do Subversivo e os outros espíritos “filosóficos”

“Cada filósofo que entenda o Espírito como quiser, desde que os seus espíritos coletivos, relativos, subjetivos, objetivos ou absolutos não venham toldar, com impostos, com leis ou afazeres que não me interessam, o meu espírito individual e livre.” Anon, SSXXI

Frases subversivas ou libertárias (62)

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Socialismo: Grandes “avanços”, grandes “saltos” e um péssimo negócio.

“O socialismo funciona até o momento em que a riqueza produzida pelos “capitalistas” acaba. Logo, os seus “idealizadores” começam a avançar não se sabe para que lugar e continuam dando grandes saltos como se fossem coelhos ou bodes, sei lá! A solução deles está sempre no futuro... O difícil é manter a liberdade e a cabeça do proletariado atada ao corpo até lá!” Anon, SSXXI

Frases subversivas ou libertárias (61)

domingo, 15 de maio de 2016

CHILE: A VERDADE HISTÓRICA

CHILE - Um pouco sobre a verdade histórica

Por Carlos Ilich Santos Azambuja

Em um recente artigo, intitulado "Censura e Desinformação", o brilhante filósofo, jornalista e escritor Olavo de Carvalho escreveu: "Existirá censura mais pérfida do que aquela que consegue vetar a divulgação da sua própria existência? Existe. É aquela (...) que bloqueia não apenas o acesso ao presente, mas ao passado. Mas a proibição do passado é, por seu lado, a mais importante notícia - ela também vetada - sobre a vida presente".
 
Esse é o caso do governo socialista de Salvador Allende, no Chile, deposto em 11 de setembro de 1973, do qual, hoje, nada se diz. A mídia só se ocupa do governo que o sucedeu, que reergueu o País, tirando-o do atoleiro que se encontrava.

Nada se diz sobre o governo da Unidade Popular, conduzido por Allende, no período de 1970 a setembro de 1973, quando, já então, o grupo terrorista Movimento de Izquierda Revolucionária (MIR), com suas atividades insanas, foi responsável por 96 mortos, 919 feridos, 165 sequestros e 18 pessoas torturadas, totalizando1.198 vítimas, decorrentes de 68 "expropriações" a estabelecimentos bancários, 1.598 assaltos, 34 mil tomadas de indústrias e empresas particulares, e 9 mil invasões de terrenos, fazendas e apartamentos.

Cerca de 20 mil estrangeiros indesejáveis, a maioria guerrilheiros em seus países, foram autorizados a ingressar no Chile, passando a integrar, e alguns a instruir, o Exército Guerrilheiro que se preparava para implantar o chamado Poder Popular. Quando Allende foi deposto, o total de membros desse Exército Guerrilheiro foi estimado em 53 mil guerrilheiros, dos quais cerca de 31 mil estrangeiros.
Milhares de chilenos, dos partidos comunista, socialista e do MIR, receberam treinamento militar em Cuba, Argentina, Alemanha Oriental, União Soviética, Argélia, Líbia e outros países, nas formas mais sofisticadas do extremismo e treinamento para matar.

No início dos anos 90, após tudo isso, lá, como aqui, foi também outorgada uma Anistia. Então, os marxistas auto-exilados retornaram ao País, com glória e majestade, passando a integrar os governos que sucederam o governo militar, instalando-se em altos cargos dos Poderes Executivo e Legislativo, bem como em toda a Administração Pública, confiantes na má memória do povo.

Lá como aqui, a mídia absteve-se de narrar à juventude da Nação todas essas vicissitudes, já que os jovens de hoje não conheceram e nem viveram as horas amargas do extremismo marxista-leninista, sua crueldade, sua barbárie, seus crimes e delitos e, por essa razão, encaram com ceticismo um passado que não conhecem, bem como a História real do seu País.
Não tem lógica e nem é aconselhável e ético que sejam os vencidos de ontem os que devam escrever a História de seus países, com base em seus pontos de vista e em suas ideologias sepultadas sob os escombros do Muro de Berlim. Nesse sentido, aliás, não deve ser esquecido que a União Soviética prestou um inestimável serviço à humanidade: comprovou, na prática, que o socialismo não funciona.

Entre os anos de 1970 e 1972, 4.875 cubanos, todos portando passaportes diplomáticos ou oficiais, ingressaram no Chile, sem contar os que entraram como turistas ou em forma clandestina.

Entre esses cubanos estava o general Patrício de La Guardia Font, do Ministério do Interior de Cuba, tido como Comandante em Chefe das Forças Cubanas no Chile, com passaporte diplomático, que, ao regressar a Cuba, foi condecorado por Fidel Castro. Pois bem, Patrício de La Guarda Font, depois disso, em 1987, foi julgado e condenado à prisão sob a acusação de ser narcotraficante.

O fato de que esses cubanos ingressados no Chile portassem passaportes diplomáticos ou oficiais, praticamente obrigou o governo militar, após a deposição de Allende, a deixá-los sair do País.

Entre os diplomatas cubanos chegados ao Chile estava o Vice-Chefe da Inteligência cubana, Luiz Fernandez da La Oña, que se casou com Beatriz Allende, filha do presidente, e que passou, em meados de 1973, a chefiar a equipe de segurança pessoal de Allende, intitulada GAP (Grupo de Amigos do Presidente). Posteriormente, em Cuba, já separada do marido, Beatriz Allende, em outubro de 1977, cometeu o suicídio, atribuído à "depressão por viver longe de seu País". Esse foi o único caso conhecido, em todo o mundo, de um estrangeiro, da direção de Inteligência de seu País, chefiar a segurança pessoal de um presidente de um outro País.

O próprio Manuel Piñero Losada, chefe da Inteligência de Cuba por cerca de 30 anos, desembarcou no Chile em 30 de julho de 1973, com o passaporte n.º 9.352, no qual constava a sua profissão: jornalista.

O GAP, não estava a cargo das Forças Armadas ou nenhum outro órgão governamental, como ocorre em todos os países do mundo. Era constituído por um grupo de militantes do MIR e do Partido Socialista (partido do presidente), portando armamento de alta potência que não poderia ser utilizado por ser armamento de guerra, e todos com instrução militar avançada ministrada pelo exército cubano. Foram vários os casos de membros do GAP comprometidos em assaltos, roubos, assassinatos e outros crimes, que nunca foram julgados. Cerca de 30 viaturas utilizadas pelo MIR em suas "ações" estavam registradas em nome de "La Payta", como era conhecida a secretária particular de Allende, Miria Contreras.

Nos anos 80, "La Payta" vivia em Paris, com o sugestivo cargo de diretora da estatal cubana Havanatur. O treinamento militar dos membros do GAP era mantido, no Chile, no Centro de Instrução Militar El Canaveral, local onde se encontrava o seu principal depósito de armamento. "El Canaveral" nada mais era do que a casa de campo do presidente Allende.

Durante o governo da Unidade Popular, também uma enorme quantidade de armamento foi infiltrada no Chile, para o dito Exército Guerrilheiro, de forma absolutamente ilegal e clandestina, sem o conhecimento das Forças Armadas, porém autorizado pelo próprio presidente da República.
Estimou-se, após a deposição de Allende, esse armamento em 40 mil armas: 25.000 fuzis AKA, de origem soviética, chegados de cuba 300 lança-foguetes RPG7, de origem soviética, também chegados de Cuba 15.000 revólveres e pistolas soviéticas, alemãs, checoslovacas, norte-americanas, argentinas, etc, de diferentes calibres, 1.500 metralhadoras checoslovacas, soviéticas e norte-americanas. Todas essas armas acompanhadas da respectiva munição.

De todo esse armamento, somente foi apreendida uma percentagem correspondente a 40 %, sendo desconhecido, até hoje, o destino do restante.
Em 12 de março de 1972, uma carga secreta chegou ao Aeroporto de Puhaduel, em Santiago, procedente de Cuba, em avião de Cubana de Aviación, por volta das 14:30 horas. Após o pouso, o avião deslocou-se até a saída Sul do Aeroporto, onde foi cercado por inúmeras viaturas do Departamento de Investigações. Ali foram desembarcadas enormes caixas de diversos tamanhos. Essa mercadoria não passou pela Aduana e foi levada diretamente à residência do presidenteAllende, em Tomás Morus.

Essa carga, conforme foi apurado, constava de 62 metralhadoras, 426 armas curtas e 6 lança-foguetes, com a correspondente munição. Todo esse armamento foi exposto à imprensa, nos jardins do palácio após a deposição de Allende. Essas armas faziam parte do arsenal do Grupo de Amigos do Presidente (GAP ).

Finalmente, após o 11 de setembro de 1973, foi divulgada uma lista contendo os nomes, por nacionalidade, de 20 mil presumíveis guerrilheiros, procedentes de 46 países, que se encontravam no Chile quando Allende foi deposto.

A censura estendeu seu manto sobre esse passado do qual, hoje, não se fala.
Artigo transcrito da "Revista de Aeronáutica" n.º 228 / 2001  - Publicação do Clube de Aeronáutica.

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A Hidra Vermelha - Carlos Ilich Santos Azambuja

Em 1985 o historiador Carlos Ilich Santos Azambuja, um sério e isento estudioso do tema, é convidado a escrever sobre o Movimento Comunista Internacional e suas ramificações no Brasil, dando origem ao magnífico livro A Hidra Vermelha. O livro foi escrito com o objetivo único de servir de instrumento didático para uso exclusivo das Forças Armadas, ficando, por isso, desconhecido do grande público até os dias atuais. Após 31 anos o livro encontra-se tão atual quanto em sua época, com a dominação esquerdista em toda América Latina. Já nas livrarias e lojas online!

O livro abrange praticamente toda a gama de aspectos referentes ao Movimento Comunista Internacional e suas ramificações ao longo de 53 capítulos, o que torna impossível comentá-los com mais detalhes. Da história às organizações, da filosofia ao jornalismo. Serve como um vade-mécum apontando o caminho seguro para o leitor estudioso se aprofundar. Os leitores não se arrependerão de ler e manter como livro de consulta.

Biblioteca Subversiva: Dicas de livros

quinta-feira, 12 de maio de 2016

A exposição do comunismo de Bella Dodd

Por Henry Makow

Bella Dodd foi uma líder do Partido Comunista dos Estados Unidos da America (CPUSA) nos anos 30 e 40. Seu livro, “School of Darkness” (1954), revela que o comunismo era um artifício perpetrado por financistas “para controlar o homem comum” e promover a tirania mundial. Naturalmente, este importante livro está esgotado e fora das livrarias (N. do T.: eu o encontrei através de “interlibrary loan” [serviços entre bibliotecas]).

Bella Dodd nasceu Maria Asunta Isabella Visono, na Itália, em 1904. Mulher brilhante e dedicada, ela obteve a graduação na Hunter College e na NYU Law School. Tornou-se chefe da New York State Teachers Union e foi membro do Conselho Nacional do CPUSA até 1949.

Dodd descreve o comunismo como “um estranho culto secreto” cujo objetivo é destruir a civilização ocidental (isto é, cristã). Milhões de idiotas idealistas (“inocentes”) são enganados pelo discurso de ajuda aos pobres, mas que se preocupa somente com o poder. Por exemplo, Dodd constatou que não havia pesquisa social nas sedes do partido. “Nós somos um partido revolucionário, não um partido reformista”, ela foi informada. (p. 163).

Criando “seres humanos que obedeceriam”

O Partido Comunista age através da infiltração e subversão de instituições sociais como igrejas, escolas, mídia e administração pública. O objetivo era “criar novos modelos de seres humanos que obedeceriam ao projeto de mundo que eles piamente esperavam controlar” (p.162).
Por exemplo, Dodd revela que 1.100 membros do Partido Comunista dos Estados Unidos se tornaram padres nos anos 1930. O sistema educacional também foi subvertido através do controle das associações de professores e das sociedades científicas. Apenas pessoas que aceitavam a “materialista, a coletiva e internacional luta de classes” eram promovidos.

“O partido fez o que pôde para induzir as mulheres a entrarem na indústria. Seus estilistas de moda criaram modelos próprios para elas e compositores escreveram músicas especiais para estimulá-las... As condições do período de guerra, eles planejavam, se tornariam uma parte permanente do futuro programa educacional. Era para fazer antiquada a família burguesa enquanto unidade social”.

Não haveria família, mas o Partido e o Estado. Dodd ajudou a organizar o “Congresso de Mulheres Americanas”, um precursor do movimento feminista.

“Uma vez que era, supostamente, um movimento por paz, atraiu muitas mulheres. Mas era realmente apenas uma renovada ofensiva para controlar as mulheres americanas... Como a juventude e os grupos de minorias, elas eram consideradas uma reserva de forças da revolução, porque eram manipuladas mais facilmente por apelos emocionais” (ps. 194-195).

Subversão dos Estados Unidos concluída nos anos 30

Quando Franklin Delano Roosevelt reconheceu a Rússia em 1933, ele deliberadamente fechou os olhos para o programa massivo de espionagem e subversão do Partido Comunista dos Estados Unidos. Os liberais negaram que isto havia acontecido e se queixaram de “caça às bruxas”. Adivinhem? A “direita fanática” estava correta. Um novo livro, “The Secret World of Americam Communism”, baseado nos arquivos do Kremlin abertos recentemente, confirma que o Partido Comunista dos Estados Unidos era um fantoche de Moscou, e as administrações Roosevelt e Truman foram praticamente conduzidas por agentes soviéticos: Alger Hiss, Harry Hopkins e Harry Dexter White, para nomear alguns.

Os anos de guerra viram o CPUSA efetivamente renunciar a luta de classes e juntar-se ao tão falado “Roosevelt camp of progress” que incluía “capitalistas progressistas”.

“O Partido Comunista agora assumiu a responsabilidade de estabelecer uma disciplina rígida sobre a classe trabalhadora. Nenhum empregador foi mais efetivo ou mais rígido em fiscalizar greves entre os trabalhadores, ou minimizar queixas... os salários subiram um pouco durante estes anos, mas não podiam ser comparados com a ascensão dos lucros e no controle monopolístico das necessidades básicas... a produção da guerra estava principalmente nas mãos de dez grandes corporações... Os comunistas cuidadosamente abafaram esta informação” (p. 153).

Os anos de guerra viram uma incrível coordenação entre o Partido Comunista e a elite financeira americana. A elite financiou uma sofisticada agência de propaganda chamada Russian Institute, no Park Ave, na Rua 680, do Council on Foreign Relations de Rockfeller. Aqui “nomes famosos como Vanderbilt, Lamon, Whitney and Morgan associaram-se aos dos líderes comunistas” (p. 153).

Por causa da insistência de Roosevelt, Stálin “dissolveu” o Komintern com o objetivo de fazer o CPUSA parecer um partido americano. O líder do CPUSA, Earl Browder, obteve destaque nacional e deu consultoria junto ao gabinete de ministros do Roosevelt senior.

Os esforços da junta de guerra EUA-Rússia foram para ser a base da nova ordem mundial. Porém, inexplicavelmente, a política mudou e Browder instantaneamente se transformou em uma não-pessoa. Aparentemente a elite financeira tinha decidido que não era o tempo certo para um governo mundial. A Guerra Fria seria muito mais lucrativa. Dodd disse que no futuro o Partido frequentemente se oporia não somente ao governo, mas também aos trabalhadores americanos.

“Agora eu vejo que com as melhores intenções e um desejo de servir aos trabalhadores... eu, e milhares como eu, tínhamos sido levados a trair aquelas pessoas... Estive ao lado daqueles que procuraram a destruição do meu próprio país”. (p. 229)

Como um rato assustado, os membros do CPUSA correram para adotar um Partido de outro alinhamento. Dodd tentou abandonar, mas a ela foi dito: “Ninguém deixa o Partido. Você morre ou é jogada fora”.

No final Dodd foi expelida e manchada como “antinegro, anti-porto-riquenha, antissemita, anti-trabalhista e uma defensora dos senhores da terra” (p. 220) Soa familiar? Depois de mais de vinte anos de sacrifício incansável, ela estava sem a família e sem os amigos. O Partido tinha sido sua família. “Os ódios dele tornaram-se os meus ódios”.

“Esta é a chave da escravidão mental da humanidade. O individual é transformado em nada... ele opera como uma parte física de um alto grupo de inteligência... ele não tinha consciência dos planos que um alto grupo de inteligência tinha para utilizá-lo”. (p. 158)

“Um poder mundial secreto bem formulado”

Bella Dodd foi discreta com relação às pessoas por trás do Partido Comunista. Ela uma vez conversou pelo telefone com dois multimilionários que viviam no Waldorf Towers supondo que tinha perdido contato com Moscou. Em outro lugar, ela se refere a “um poder mundial secreto bem formulado”. Estava obviamente com medo de ser franca. Ela suspeita que o “suicídio” de um líder do CPUSA era, de fato, um assassinato.

Porém, Dodd deixa escapar uma pista. Ela afirma que um dos nove andares da sede própria do partido – na 35 E. 12th St. – era reservado para os negócios do CPUSA. O sexto piso mantinha “os escritórios de publicação do jornal Yiddish, do Freiheit, e do “Jewish Commission”. (p. 162) Na verdade os judeus eram proeminentes entre os joguetes comunistas.

“O que agora fica claro para mim era o conluio entre duas forças: os comunistas com o seu projeto de controle mundial, e certas forças mercenárias do mundo livre empenhadas em lucrar através do sangue” (p. 229)

Como “uma parte deste quebra-cabeça que enfim tornou-se uma figura”, Dodd conta a história, uma entre “centenas de outras”, do navio “Erica Reed”. Durante a Guerra Civil espanhola, os americanos doaram dinheiro para carregar a embarcação com suprimentos médicos e comida para a Espanha. No entanto, os comunistas desviaram o navio para a Rússia. (p. 89)

Censura é fundamental para os comunistas, diz Dodd. “Eu frequentemente via líderes retirarem livros das estantes das casas e advertirem os membros a destruí-los”. (p. 223)

O comunismo é essencialmente um sistema de controle traiçoeiro de uma elite internacional. Ele não foi destruído durante a era McCarthy. Antes foi transformado em “Nova Esquerda”, “Contra-cultura”, “Direitos Civis”, “Anti-Guerra”, “Movimentos de Libertação da Mulher”, e depois em uma massa de ONG’s patrocinadas, em mídia, em facções dos partidos Democrata e Republicano, liberal, sionista, trabalhador, e grupos de direitos gays. Como o próprio CPUSA, estes grupos são controlados desde cima de modo que os seus membros estão inconscientemente sendo usados.

Diante da objeção de que alguns dos grupos mencionados se opõem à globalização, Dodd cita exemplos em que o Partido Comunista dos Estados Unidos ostensivamente apoiou causas que eles pretendiam sabotar. (p. 205).

Em conclusão, o comunismo era/é um projeto desenhado para substituir a conspiração dos ricos pelo governo divino. É uma fraude utópica promovida pelos ricos para frustrar os sonhos da pessoa comum e ceifar o progresso humano. A mesma conspiração está por trás da maioria das guerras, incluindo o iminente ataque contra o Iraque.

Um precursor da Nova Ordem Mundial, o comunismo abraça a irmandade, a paz e a igualdade com o objetivo de nos enganar. Isto tem controlado os olhos, os ouvidos, a mente e o espírito da sociedade. Muito do que é tido como verdade na mídia e nas escolas faz parte deste monstruoso ardil. A expressão “politicamente correto”, amplamente utilizada na América, é um antigo termo do Partido Comunista. A maior parte dos nossos políticos são traidores.

O feminismo é comunista na origem e no espírito. Ele pretende defender as mulheres, mas, de fato neutraliza ambos os sexos e destrói a unidade social básica, a família. A promoção da homossexualidade como uma “escolha de vida” para heterossexuais é parte também desta descarada fraude elitista projetada para “criar novos tipos de seres humanos que serão sujeitados...”

A civilização ocidental é como uma embarcação errante no mar do mal, embora os tripulantes estejam muito enganados e distraídos para perceberem isto. Bella Dodd teve a coragem de soar o alarme há 50 anos. Nunca é tarde para iniciar a resistência à tirania.

Não há botes salva-vidas.


Do site de Henry Makow. O artigo original está aqui.

Fonte: Mídia Sem Mascara -Tradução: Bruno Braga