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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Não, PSOL: não existe esse negócio de socialismo e liberdade.

Rodrigo da Silva

É com uma bandeira amarela e um simpático solzinho vermelho que uma multidão de homens e mulheres prometem solucionar de vez todos os problemas econômicos enfrentados pelo país. Segurando cartazes e entoando cânticos de batalha, eles tomam as redes e as ruas ecoando a combinação de duas palavrinhas que funcionam quase como uma combinação sagrada: socialismo e liberdade. Esse é o arranjo que carrega o partido mais identificado com o progressismo em solo tupiniquim, o PSOL. Essa é a associação que conduz seu séquito de seguidores.

Mas quanto dessa combinação é possível? Se você não caiu de paraquedas nesse parágrafo, já deve ter sacado essa resposta no título que abre esse texto. Nada. Socialismo e liberdade é dessas misturas esquizofrênicas presentes apenas nos discursos políticos sem sentido.

E para entender como isso se justifica é preciso desembarcar num cenário distante dos slogans partidários. Mais precisamente num lugar chamado mundo real. Continuação: aqui

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