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sábado, 5 de setembro de 2015

Nós temos de escolher entre: O Plano de Paz de Nossa Senhora de Fátima E a tirania da Nova Ordem Mundial

Por John Vennari

Uma das forças activas mais poderosas que ajudarão a apressar a chegada de uma forma da Nova Ordem Mundial anti-cristã, é o actual ocupante da Casa Branca dos Estados Unidos, Barack Hussein Obama.

Durante a eleição de 2008, até mesmo o Mayor pró-aborto Rudy Giuliani se queixava de que Obama era o Senador mais da ala esquerda em todo o Senado dos Estados Unidos. Hoje, Obama goza do título de Presidente dos Estados Unidos.

Obama é essencialmente um esquerdista radical, um globalista, e um líder politico dos mais (senão o mais) pró-aborto do planeta. Eu penso que ele é capaz de tudo, porque, do que posso verificar, a primeira lealdade de Obama é para Obama.

Numa entrevista à CNBC em 5 de Janeiro, falando da Bolsa de Nova York, Kissinger, referindo-se a Obama e à actual crise económica, disse: Penso que a sua tarefa será desenvolver uma estratégia geral para a América neste período em que, efectivamente, uma ‘Nova Ordem Mundial’ pode ser criada. Não é tanto uma crise; é uma grande oportunidade.”1

Do mesmo modo, em 12 de Janeiro de 2009 Henry Kissinger publicava, no International Herald Tribune, um artigo intitulado abertamente: “A oportunidade para uma Nova Ordem Mundial”.2

Kissinger di-lo abertamente. Pelo que lhe diz respeito, ele não tem nada a temer. E não houve qualquer indignação da parte da comunicação social a respeito desta sua declaração.

Então, quais são alguns dos objectivos desta Nova Ordem Mundial?

Aqueles que estudam o grupo mundialista chamado Os Bilderbergers — como, por exemplo, Daniel Estulin, que há mais de 15 anos anda a observar os Bilderbergers — enumeram alguns dos seus objectivos:

a) Dissolver as hegemonias nacionais e criar um super-estado (ou superestados);

b) Centralizar o controle das pessoas — eliminar a classe média, deixando apenas os governantes, os seus ajudantes e os trabalhadores (as austeridades económicas realmente destroem a classe média);3

c) Des-industrializar as nações industrializadas, com a excepção das indústrias de computadores e serviços, deslocando as indústrias para os países do Terceiro Mundo, em que os sindicatos não têm poder (isto torna as nações fortemente industrializadas muito mais fracas);

d) Reduzir a população humana por todo o mundo (os Rockefellers estiveram durante muito tempo envolvidos neste assunto — o aborto e a promoção de pecados contra a natureza entre todos os povos ajudam a cumprir este desiderato);

e) Centralizar o controle de toda a Educação;

f) Criar um estado de desequilíbrio perpétuo, fabricando artificialmente as crises e em seguida “gerindo-as”, o que confunde e desmoraliza a população;

g) Criar um sistema legal, através do Tribunal Internacional de Justiça, para ser o único sistema legal para o mundo inteiro;

h) Dar poderes às Nações Unidas para controlarem as nações, e irem trabalhando para a criação de um Imposto Global da ONU.

Um dos principais objectivos da Nova Ordem Mundial é desgastar a soberania nacional dos diversos países em favor de um único governo internacional no mundo.

De facto, David Rockefeller, o elitista super-rico do mundialismo, admite-o abertamente. Aqui está o que David Rockefeller disse de si próprio na página 405 das suas Memórias:

“Alguns acreditam mesmo que nós fazemos parte de uma cabala secreta que trabalha contra os melhores interesses dos Estados Unidos, caracterizando a minha família e a mim próprio como ‘internacionalistas’ que, juntamente com outros pelo mundo fora, estão a conspirar para a construção de uma estrutura política e económica global e mais integrada — um mundo, se preferirem. Se é essa a acusação, eu confesso-me culpado, e tenho orgulho nisso.”4

No início de Janeiro, o globalista Henry Kissinger expressou,em mais do que uma ocasião, a sua esperança de que Obama ajude a introduzir a “Nova Ordem Mundial”.

Na nova ordem mundial de Rockefeller, não há lugar para o único Deus, Uno e Trino.

E uma vez mais, Henry Kissinger, que foi toda a vida globalista, afirma abertamente a sua esperança de que Barack Obama ajude a introduzir a Nova Ordem Mundial.

Assim, e por causa disto, é importante examinar alguns dos objectivos principais da Administração Obama. Tudo quanto ele faz está alinhado com os planos da Nova Ordem Mundial.

A agenda de Obama é socialista, globalista, comunista e, como notou um comentador secular, fascista.5 A agenda do Democrata/Obama é anti-vida e anti-Cristo.

A parte mais trágica daquilo que estou prestes a apresentar-lhes é o facto de isto ser já conhecido antes da eleição. Qualquer um que tivesse 25% do cérebro a funcionar poderia ter descoberto isto mesmo, antes de 4 de Novembro de 2008. Mas a maioria escolheu não o fazer. Compraram a imagem divulgada pela comunicação social. Engoliram todos aqueles slogans vazios: “Mudança” e “Yes, We Can!”

É nítido que Obama está afecto aos grupos mais radicais de interesses especiais. Estes incluem a Parentalidade Planeada (Planned Parenthood) ; outras forças pró-aborto; o multimilionário pró-eutanásia George Soros, que foi grande apoiante de Obama;6 e o poderoso (chamar-lhe-ei assim) lobby de Sodoma e Gomorra. O lobby de Sodoma e Gomorra fez uma forte campanha a favor de Obama, por ter visto nele o homem adequado para realizar a sua agenda.

Firmemente pró-aborto

Obama é, de longe, o político mais pró-aborto do país, e talvez do mundo inteiro. A Parentalidade Planeada deu-lhe um recorde de 100% na votação. Em 2007, prometeu à Parentalidade Planeada que assinaria a Lei da Liberdade de Escolha, o projecto de lei pró-aborto mais militante na história dos Estados Unidos.

Agora, está a tentar cancelar a cláusula de protecção da consciência que salvaguarda os trabalhadores dos cuidados de saúde que objectam ao aborto. George Bush aprovou esta protecção de consciência pouco antes de terminar o seu mandato, e Obama visou-a desde os seus primeiros dias na Casa Branca. Se Obama for bem-sucedido, os trabalhadores dos cuidados de saúde que se opõem ao aborto terão de cooperar com o aborto ou, então, serão todos forçados a abandonar a sua profissão.

Até o Cardeal George, o chefe actual da Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos, divulgou um vídeo onde afirmava publicamente que suprimir a cláusula da consciência para os trabalhadores dos cuidados de saúde é uma forma de despotismo.7

Obama apoia publicamente o infanticídio; e que, se acontece um bebé escapar com vida a um aborto, então os médicos — segundo o parecer de Obama — não deverão salvar a vida desse bebé. O bebé deverá ser posto de parte, para morrer. Isto é ainda mais radical do que foi defendido por vários políticos raivosamente pró-aborto, como Barbara Boxer.8

Como é evidente, todas as pessoas mais importantes nomeadas por Obama para a sua equipa de Washington tinham a sua posição pró-aborto:


a) o Congressista Rahm Emanuel foi nomeado Chefe do Pessoal da Casa Branca. Emanuel (recorde de votos pró-vida de 0%, segundo o Direito à Vida Nacional);

b) o Senador Tom Daschle, a sua primeira escolha para Secretário da Saúde e Serviços Humanos (pró-aborto);

c) Dawn Johnsen, antiga Directora legal da NARAL;

d) Ellen Moran, antiga directora do grupo pró-aborto Emily’s List, como director de comunicações da Casa Branca;

e) Hillary Clinton, como Secretária de Estado (ferozmente pró-aborto);

f) Jeanne Lambrew, nomeada subdirectora do Gabinete de Reforma da Saúde da Casa Branca (a Parentalidade Planeada ficou “entusiasmada” com esta escolha;

g) Tim Kaine, Governador do Estado da Virgínia, como presidente do Partido Democrático (pró-aborto );

h) Thomas Perrelli, o advogado que representou Michael, marido de Terri Schiavo, nas suas tentativas de matar a sua esposa incapacitada, para o terceiro posto mais elevado no Departamento da Justiça;

i) David Ogden para Procurador Geral Adjunto (pró-aborto);

j) Elena Kagan para Solicitadora Geral, (pró-aborto);

l) Em 28 de Fevereiro, Obama nomeou Kathleen Sebelius (pró-aborto) para Secretária da Saúde e Serviços Humanos, que foi confirmada no início de Maio durante o pânico da “Gripe Suína”.9

Saul Alinsky

Ora, Leitor, há uma coisa que lhe é fundamental conhecer, se quiser compreender Barack Obama.

Obama foi discípulo dos métodos do organizador da ala esquerda radical, Saul Alinsky (falecido em 1972). Fiz uma longa conferência sobre Alinsky e não repetirei o assunto aqui.10

A obra mais conhecida de Saul Alinsky foi Regras para os Radicais, livro que ele dedicou ao demónio.

Alinsky formou a Fundação das Áreas Industriais em Chicago para treinar esquerdistas radicais em tácticas radicais. Na década de 1980, Barack Obama não só tinha gasto quatro anos a aprender e a exercitar as tácticas de Alinsky na qualidade de organizador comunitário em Chicago, como também se tornou tão perito nessas tácticas que chegou a dar os workshops de Alinsky.11

Os dois princípios fundamentais de Saul Alinsky são:

1) O Dogma é o inimigo da humanidade (toda a verdade é relativa). “Para o organizador,” – diz Alinsky – “para ele, a verdade é relativa e mutável. Tudo para ele é relativo e mutável.”12 Afirma que o organizador “não deve ter nenhuma verdade fixa”, e que o organizador comunitário está numa posição superior, porque está “liberto dos grilhões do dogma.”13

2) Alinsky acreditava e ensinava como sendo um princípio que uma moralidade ou ética fixas são coisas que não existem. Afirmava ele: “Os padrões da Ética devem ser elásticos, para esticarem com os tempos.”14 Os fins justificam os meios.

Como proponente do naturalismo que era, Alinsky era totalmente anti-sobrenatural. Para Alinsky, tudo o que interessava era ser bem sucedido neste mundo.

Alinsky arrolou ainda 13 regras para os radicais (que eu não tenho tempo de expor)15 e também outros princípios centrais como, por exemplo:

a) apelar aos interesses egoístas das pessoas;

b) é fundamental que um radical não pareça ser radical;

c) os radicais devem estar fortemente envolvidos no processo político;

d) quando os radicais forem mais fortes do que a oposição, devem esmagar a oposição.(Isto encontra-se na página 150 do livro de Alinsky de 1946: Reveille for Radicals.)

Saul Alinsky, o organizador esquerdista radical de Chicago, ensinou aos seus “organizadores comunitários” dois princípios básicos: 1) o dogma é coisa que não existe; 2) não há uma regra fixa na ética,“a Ética tem de ser elástica, para esticar com os tempos” — os fins justificam os meios.

E há muito acerca de Alinsky, a que eu agora não tenho tempo de me referir; mas, para compreender Barack Obama, deve o Leitor saber que ele é um discípulo devotado de Alinsky.

Mike Kruglik, um dos professores do método de Saul Alinsky em Chicago — e um dos sucessores mais directos de Alinsky — afirmou que, nos 10 anos em que treinou organizadores, Obama foi o melhor aluno que teve.16
E o próprio Obama diz que, embora estudasse na Indonésia, na Universidade de Columbia e em Yale, os seus anos como organizador comunitário, no estilo de Alinsky, foram a melhor educação da sua vida.17
Tal significa que Barack Obama é um homem que:

a) se dedicou totalmente ao princípio de Alinsky segundo o qual “O Dogma é o inimigo da humanidade,” nenhuma verdade é fixa, toda a verdade é relativa.

b) se dedicou totalmente ao princípio de Alinsky segundo o qual não há uma regra objectiva na ética — o fim justifica os meios. “A Ética tem de ser elástica, para esticar com os tempos”. E se, para Obama, não existe nenhuma regra objectiva de ética, então não podemos acreditar realmente em nada do que ele diga.

Obama absorveu as 13 “regras para radicais” de Alinsky, assim como outros pontos principais de Alinsky, como, por exemplo, dirigir-se sempre ao egoísmo da pessoa; é fundamental que um radical não pareça ser radical; e, logo que os radicais cheguem ao poder, devem esmagar a oposição.

Se o Leitor não compreende Alinsky, nunca compreenderá Obama!

Rasgar a Constituição

Obama favorece a destruição efectiva da Constituição dos Estados Unidos.
Todos nós sabemos que a Constituição dos Estados Unidos é imperfeita. É um documento onde não se menciona em parte alguma Jesus Cristo (Ele, que disse: “Sem Mim, vós nada podeis”) e, em última análise, é um documento do Naturalismo, pois não apela a uma autoridade superior à sua. Mas Obama e a sua gente em Washington querem rasgar a Constituição de modo a ficar tudo muito pior.

Numa entrevista na rádio em 2001, Obama argumentou que o Tribunal Warren, que iniciou uma longa linha de decisões de activitistas em diversas áreas, não tinha ido suficientemente longe:

1) não introduziu uma “mudança redistributiva” e uma “redistribuição da riqueza”;

2) não conseguiu, segundo as palavras de Obama, libertar-se das restrições essenciais que os Pais Fundadores colocaram na Constituição”. 18

De outra vez, Obama disse o seguinte:

“Em última análise, tenho de apoiar o ponto de vista do Juiz Breyer sobre a Constituição — que não é um documento estático, mas sim vivo, e deve ser lida no contexto de um mundo permanentemente em mudança.”19
Em suma, Obama pertence ao grupo de liberais doutrinais que basicamente dizem: “a única lei do país devia ser o que nós dizemos que é num dado momento,” o que é uma fórmula para a tirania — e que está também em linha com os objectivos da Nova Ordem Mundial (as constituições nacionais subservientes a tratados e leis internacionais).
Mesmo a imprensa secular nota o desprezo pelas leis mostrado por Obama. O Washington Post referiu-se recentemente à “tintura de fora da lei” da Administração Obama.”20

Educação e “cuidados de saúde ”

Uma boa parte do chamado Estímulo (que devia chamar-se “dominação”) vai para duplicar o dinheiro federal gasto na Educação. O que isto significa é uma duplicação do

controlo federal da Educação. Podemos contar com uma agenda mais anti-religiosa e radical nas salas de aula das escolas públicas do que a que já conhecemos.

E aqui é revelador notar o que o brutal Rahm Emanuel tem a dizer sobre estes planos esquerdistas e socialistas (pagos com o nosso dinheiro) com que a Administração Obama está agora a avançar. Charles Krauthhammer, do Washington Post, citou as palavras de Rahm, que disse: “Nunca podemos desperdiçar uma crise séria” [isto é, a crise económica]. Rahm exultou: “Esta crise dá-nos a oportunidade de fazer coisas que não se poderiam fazer antes.” 21

Por outras palavras, a crise económica dá à Administração radical de Obama uma oportunidade de ouro — com o pretexto de “enfrentar a crise” — para alcançar objectivos radicais que, de outra maneira, não poderiam ser alcançados.

E isto simplesmente repete o que Henry Kissinger disse: “a Nova Ordem Mundial pode ser criada. Não é tanto uma crise; é uma grande oportunidade.”

Isto leva-nos a outra parte do chamado Estímulo, que prevê uma enorme “reforma dos cuidados de saúde”; que irá socializar os cuidados médicos, dar controlo governamental sobre o acesso aos tratamentos médicos, e montar uma vigilância sobre os registos médicos online para todos os americanos.

Sobre este ponto, Phyllis Schlafly nota: “Não pode haver privacidade para os pacientes com uma base de dados nacional de registos médicos, porque o Governo, as companhias de seguros, empregados, ex-esposas e hijackers encontrariam maneiras de aceder a ela.” Tal base de dados pode ainda dar de bandeja aos burocratas de Washington o poder de decisão sobre os procedimentos que são “clinicamente efectivos”, o que poderia facilmente ser usado para nacionalizar a indústria dos cuidados de saúde e racionalizar os cuidados de saúde .22

Convém apontar que o Governo não tem o direito de se imiscuir nos cuidados de saúde. O princípio da subsidiaridade estipula que o que pode ser feito a um escalão mais baixo não deve ser feito por um escalão mais alto. A única situação em que o Governo devia intervir era para remover um impedimento ao processo de cuidados de saúde. Uma vez removido o obstáculo, o Governo devia sair do caminho.

O controlo governamental dos cuidados de saúde, especialmente no presente clima de eutanásia e suicídio assistido (fortemente respaldado pelo multi-milionário George Soros, que financiou Obama), é ominoso. Poderia dar ao Governo a decisão final sobre quem recebe cuidados de saúde e quem não os recebe; quem vive e quem morre.

Não penso que esta seja uma preocupação despropositada. Já vivemos numa cultura do aborto, que defende que a matança de um ser humano inocente e indefeso é uma solução legítima para um problema. Se a matança dos não-nascidos é agora tolerável, a matança dos velhos, dos doentes terminais e dos “não-produtivos” poderia também tornar-se socialmente aceitável. Já vemos um prenúncio disto no “direito a morrer” de hoje, com a aprovação da legalização do suicídio assistido em Estado atrás de Estado. E, como o teólogo moral Monsenhor William Smith tantas vezes avisou, “o direito a morrer depressa se transformará no dever de morrer.”23

Isto corresponde ao objectivo da Nova Ordem Mundial — aborto, suicídio legalizado, controlo populacional. A vida humana nada significa para estes engenheiros sem Deus da sociedade.

O globalismo e as Nações Unidas

Obama é claramente um globalista. Na Alemanha, antes de ser eleito, Obama declarou-se “cidadão do mundo” perante milhares de admiradores alemães.24

Como globalista que é, é apoiante firme da transferência de muitos aspectos da soberania americana para as Nações Unidas.
Apoia o Tratado da ONU da Lei do Mar, rejeitado por Ronald Reagan em 1982, que dá à Autoridade Internacional do Leito Marinho jurisdição reguladora total sobre todos os oceanos do mundo e todas as riquezas minerais no solo oceânico.


Apoia o novo Tratado do Aquecimento Global, que obrigaria a reduções dramáticas no nosso uso de energia com a desculpa daquela fraude colossal conhecida por “aquecimento global feito pelo homem”.25 Estas iniciativas de “alterações climáticas” são, em última análise, um meio para nos empobrecer, e de introduzir o controlo governamental nos aspectos mais íntimos das nossas vidas, que acabaria por chegar à monitorização dos caixotes de lixo, para ver se revelam o uso de produtos que não são amigos da energia.26

A “cap and trade” de Obama, assim como a legislação de “Alterações Climáticas”, podem atingir muitos dos mesmos objectivos, mesmo sem um documento da ONU.27

O fardo económico que estas novas leis das “alterações climáticas” irão impor ajudarão a atingir o objectivo a longo prazo da Nova Ordem Mundial para liquidar a classe média. Como escreveu Phyllis Schlafly: “Um novo relatório da respeitada Fundação Tributária descobriu que “cap and trade” irá impor um fardo anual de US$144.8 mil milhões por ano aos lares americanos.”

O próprio Obama disse que as suas políticas energéticas irão liquidar a indústria do carvão. Disse isto apenas uns dias antes da eleição, e o país AINDA lhe deu uma vitória eleitoral. Os cidadãos americanos nunca estiveram tão lobotomizados como agora!

Obama apoia o Tratado da ONU sobre as Mulheres, que irá impor a agenda feminista radical a todas as nações do mundo, incitar à “eliminação de todos os conceitos estereotipados dos papeis dos homens e mulheres”; e promover ainda mais o aborto a pedido. (Já denunciou o Dia da Mãe como um estereótipo que deve ser eliminado).

Também inclui o objectivo de montar uma “rede de instalações de cuidados infantis” a nível federal.

Obama também apoia a Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança, assinada por Clinton em 1995 mas nunca ratificada pelo Senado. Este tratado daria às crianças “direitos” independentes dos pais, incluindo como e onde a criança é educada (a criança tem a palavra final); que religião a criança escolhe; além do “direito” de receber informação de qualquer tipo através do “meio da escolha da criança.” As únicas entidades qualificadas para educar crianças são, com efeito, as agências do Governo e os peritos da ONU. Cria uma separação entre pais e filhos, e parte do princípio de que o Estado, e não o cidadão, é a verdadeira autoridade sobre a criança.28

Fascista econômico

Só podemos referir-nos resumidamente ao enorme desastre em que Obama está actualmente a transformar a economia. A catástrofe em projecto de Obama é tão grave que o previsor económico Gerald Celente prediz que haverá uma depressão maciça, pior do que a de 1930, com centros comerciais vazios, motins na distribuição: de comida, o colapso comercial das imobiliárias, desemprego atingindo números muito elevados, como o triplo do actual, desordens civis, e uma revolução tributária para 2012.29


O aspecto mais perturbador do último aviso de Celente é que tem uma história de predições correctas. Desde 1980 que faz predições económicas, e foi um dos poucos analistas de tendências prever o colapso do mercado bolsista em 1987 e o rebentamento da bolha imobiliária em 2008.

É horrível considerar os impostos e a inflação (ou deflação) que poderemos enfrentar devido ao desastroso programa de “gastar para sair da recessão” de Obama’.30 Até o Primeiro Ministro da República Checa — que foi até recentemente Presidente da UE — condenou o plano económico de Obama como sendo a “estrada para o inferno”.31

Jerry Doyle, colunista e apresentador da televisão, descreve Obama como um fascista económico, e ele tem o cuidado de usar a palavra explosiva “fascista” clínica e correctamente. Doyle define os seus termos cuidadosamente. Escreveu ele:

“O fascismo económico pode definir-se como o controlo governamental sobre os quatro P’s: Produto, Preço, Proveito e Pessoas. Quando o Governo controla o produto criado pelo mercado, quando controla a estrutura de preço para companhias de produtos e financiamento, quando controla quanto proveito uma companhia pode ter, e quando controla as pessoas que são contratadas e despedidas, temos a supremacia do fascismo económico.”
Doyle disse que a política económica de Obama preenche o significado de “fascismo económico” de todas as maneiras. E deu o exemplo da maneira como o Governo geriu o caso da Chrysler, em que Obama

1) disse que os produtos da Chrysler deviam ser melhorados, e ele sabia, melhor do que todos, como fazer;

2) fixou os preços segundo a dívida sénior;

3) anunciou que, daí para diante, controlaria a margem de lucro (o proveito) da Chrysler;

4) e decidiu que o Governo controlará as pessoas que são contratadas e despedidas pelas maiores companhias americanas.32

Até o Wall Street Journal chamou abertamente a atenção: “O comportamento da Administração Obama na falência da Chrysler é um profundo desafio ao Estado de Direito.”33


À luz de tudo isto, Pat Buchanan observou: “Não estamos ‘a caminho do socialismo’. Já lá chegámos!”34

O eminente filósofo tomista Dr. Raphael Waters, no seu curso de Ética, apresenta vários argumentos sólidos contra o Socialismo — contra o Estado-providência. Os três argumentos primários contra o Socialismo são:


1) A função do Governo é governar os cidadãos, e não substituí-los;


2) O princípio da subsidiaridade: o que pode ser feito pelo escalão mais baixo não deve ser feito pelo escalão mais alto;

3) Cada passo para a dependência é um passo de afastamento da independência.

O Socialismo (o Estado-providência), em que o Estado controla tudo e se imiscui cada vez mais nos pormenores das nossas vidas, só pode retirar-nos a liberdade e levar-nos facilmente à tirania.

Agora podem ver, com tudo o que eu disse sobre Obama, que é como se tudo o que ele faz é um esforço calculado para destruir o país. Talvez não seja coincidência o facto de que o People’s Weekly World, jornal oficial do Partido Comunista dos EUA, ter elogiado Obama como “a melhor oportunidade em décadas.”35

Além disso, no início de Janeiro o globalista Henry Kissinger exprimiu, em mais do que uma ocasião, a sua esperança de que Obama possa ajudar a introduzir uma “Nova Ordem Mundial.” Parece que a elite mundialista está convencida de que encontrou em Obama a figura carismática — o vendedor persuasivo — que pode realizar a sua agenda.

Nota: O texto que se segue é um excerto de uma palestra feita em Cleveland, a 6 de Junho de 2009. O Sr. Vennari explica as muitas ameaças que enfrentamos em todas as frentes, e que só a obediência a Nossa Senhora de Fátima nos pode salvar.

NOTAS:

1. “Kissinger Urges Obama to Build a ‘New World Order’,” William Jasper, The New American, 8 de Janeiro de 2009.

2. Ibid.

3. “Is another Sheering on the Way?”, Cristopher S. Bentley, The New American, 20 de Junho de 2008 (data de colocação na Internet).


4. Memoirs, David Rockefeller [New York: Random House, 2003], p. 405. [Ênfase acrescentada]

5. “Can Obama be Called an Economic Fascist?”, Jerry Doyle, Human Events, 4 de Maio de 2009.

6. “George Soros’ Liberal Agenda Will Carry Weight In Obama Presidency”, Rowan Scarborough, Human Events, 5 de Novembro de 2009. O Sr. Scarborough explica que a agenda de Soros inclui: “legalizar o casamento gay e a eutanásia, a fazer o aborto mais acessível. Soros financia grupos que dizem ser ‘Católicos pela escolha’; que são pela legalização das drogas, ou pelo menos pela redução dos castigos. Soros acha que os traficantes de cocaína em crack são vítimas, porque os que vendem cocaína em pó recebem sentenças de prisão mais curtas; diz ele que são geralmente brancos, enquanto que os consumidores de crack são pretos. Defende o direito de voto dos criminosos e o fim da pena de morte; mais direitos para os imigrantes ilegais; e o fim da supremacia global americana.”

7. “Cardinal George warns Obama against moving U.S. towards despotism,” Catholic News Agency, 17 de Março de 2009.

8. The Case Against Barack Obama, David Fredesso, [Washington: Regnary, 2008] pp. 194-199.

9. Para uma lista ainda mais completa, que é constantemente actualizada, ver “President Barack Obama’s Pro-Abortion Record: A Pro-Life Compilation”, Lifesite News.

10. Ver “The Alinsky-Obama Connection”, J. Vennari, Catholic Family News, números de Maio e Junho de 2009.


11. “The Agitator: Barack Obama’s Unlikely Political Education”, Ryan Lizza, The New Republic, 19 de Março de 2007.

12. Regras para Radicais, pp. 10-11. [Ênfase acrescentada no original]

13. Ibid., p. 11.

14. Ibid., p. 32.

15. Coberto em pormenor em “The Alinsky-Obama Connection”, J. Vennari, Catholic Family News, números de Maio e Junho de 2009.

16. “For Clinton and Obama, A Common Ideological Touchstone”, Peter Slevin, Washington Post, 25 de Março de 2007. (Hillary Clinton foi também aluna das tácticas de Alinsky.)

17. “The Agitator”, Ryan Lizza.

18. “Obama’s ‘New World Order’”, Phyllis Schlafly Report, Março de 2009.

19. The Audacity of Hope, Barack Obama [New York: Vintage Books, 2006], p. 108. [Ênfase acrescentada]


20. “Tincture of Lawlessness: Obama’s Overreaching Economic Policies”, George Will, Washington Post, 14 de Maio de 2009.

21. The Audacity of Hope, p. 108. [Ênfase acrescentada]

22. “Obama’s ‘New World Order’”, Schlafly.

23. Em notícias relacionadas, “Physicians in Montana could be facing ‘kill-on-demand’ orders from patients who want to commit suicide if a district court judge’s opinion pending before the state Supreme Court is affirmed.” Ver “Doctors face orders to ‘kill on demand’—New assisted suicide law requires physicians to act”, Bob Unruh, WorldNetDaily, 2 de Maio de 2009.

24. “Obama Casts Self as World Citizen, But Will It Play in America?”, Fox News, 24 de Julho de 2008.

25. “31,000 Scientists Reject ‘Global Warming’ Agenda”, Bob Unruh, WorldNewDaily, 19 de Maio de 2008.

26. O Drudge Report postou recentemente uma notícia sobre este tipo de vigilância em uso em certas zonas da Inglaterra.


27. Phyllis Schlafly observou, correctamente, que “cap and trade” não passa de uma maneira diferente de aumentar os impostos. Escreveu ela: “Um novo relatório da respeitada Fundação Tributária descobriu que “cap and trade” imporia um fardo anual de US$144,8 mil milhões por ano aos lares americanos. Dependendo da maneira como o processo é estruturado, “cap and trade” podia reduzir os vencimentos domésticos em US$37,8 mil milhões, diminuir o emprego nos Estados Unidos em 965.000 postos de trabalho e reduzir a produção económica em US$136 mil milhões per year, ou seja, aproximadamente US$1.145 por cada lar.” Ver “Don’t Fall for ‘cap and trade’”, Phyllis Schlafly, WorldNetDaily, 13 de Maio de 2009.

28. “Obama’s ‘New World Order’”, Schlafly. Veja-se todo o boletim, porque a Srª Schlafly cobre estes temas (e mais ainda) em profundidade.

29. Encontram-se no YouTube numerosas entrevistas de Celente com várias agências noticiosas (Fox, etc.). Veja-se também o site de Gerard Celente, www.trendsresearch.com

30. Ver Dr. Peter Chojnowski’s “The Dollar as Toxic Asset”, Catholic Family News, Junho de 2009.

31. O Presidente da União Europeia [o Primeiro Ministro checo Mirek Topolanek] criticou o plano do Presidente Barack Obama de gastar cerca de 2 triliões de dólares para tirar a economia americana da recessão como sendo “a estrada para o inferno” que os Governos da UE devem evitar. “EU presidency: US stimulus is ‘the road to hell’,” Associated Press, 25 de Março de 2009.


32. “Can Obama be Called an Economic Fascist?”, Jerry Doyle, Human Events, 4 de Maio de 2009. [Ênfase acrescentada]

33. “Chrysler and the Rule of Law: The Founders put the contracts clause in the Constitution for a reason”, Wall Street Journal, 13 de Maio de 2009.


34. “It’s Pitchfork Time”, Pat Buchanan, 3 de Março de 2009.

35. “Communists: Obama ‘best opportunity in decades’”, Aaron Klein, WorldNetDaily, 1 de Março de 2009.

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