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domingo, 8 de fevereiro de 2015

Climatologista desmente a Rede Globo e os ambientalistas extremistas sobre as causas da seca

Alarmismos ambientalistas enganam sobre a causa da seca, diz climatologista Luiz Carlos Molion

Por Luis Dufaur

O professor Luiz Carlos Molion, dispensa apresentação. Ele representa a América Latina na Organização Meteorológica Mundial, é pós-doutor em meteorologia, membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim, e leciona na Universidade Federal de Alagoas.

Climatologista desfaz mitos "verdes" sobre a seca e aponta as verdadeiras causas. Professor Luiz Carlos Molion

Em palestra que ministrou no dia 19 de dezembro aos produtores da Cooperativa Regional de Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), o climatologista fez uma previsão de chuvas para os próximos anos.

E mais uma vez refutou a hipótese de as mudanças climáticas e o aquecimento global serem frutos da ação agrícola e industrial, segundo divulgou Correpar.

O renomeado climatologista utilizou dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), e mostrou 2014 choveu cerca de 70% da média prevista de 1.400 mm.

Molion defende que a atribuição da seca à ação humana sobre o meio ambiente, especialmente o desmatamento na Amazônia é um mito.

“Coisa de ‘ambientalista extremista’”, afirmou.

O climatologista desmistificou a importância do desmatamento da Amazônia discorrendo sobre a linha do tempo da metade do século XX até agora, onde foram registrados volumes baixíssimos de chuvas nas décadas de 50 e 60.

Segundo Molion, as tendências se repetem de décadas em décadas.

Em São Paulo, há registros de seca no final do século XIX e no início do século XX, nos anos 30.

Por esse motivo, é possível afirmar que não é o homem com suas atividades agrícolas e industriais o responsável pelas grandes mudanças climáticas no planeta.

Até mesmo pelo fato de a porção de terra, onde habitamos, representa apenas 29% da massa no planeta, enquanto os oceanos representam 71%.

A diminuição das chuvas coincide com o período em que o oceano Pacífico esfria.

Os pluviômetros localizados apontam que há um ciclo de chuvas que dura de 50 a 60 anos.

A cada 25/30 anos chove bem, e nos próximos 25/30 anos chove pouco.

Algumas regiões do país estão passando por um período semelhante ao que houve entre os anos de 1948 e 1976, com menos dias de chuva no ano, e dias mais frios.

Entre os anos de 2015 a 2020, as chuvas estarão abaixo da média de longo prazo, ou seja, a média dos últimos 60 anos.

O que determina as variações climáticas da Terra é justamente a variação cíclica dos oceanos.

Esses representam a maior parte da massa do planeta, absorvem bastante luz solar e controlam as chuvas.

Quando a temperatura dos oceanos esfria, a atmosfera também esfria, porque é aquecida ou esfriada por baixo.

Os oceanos esfriando, evapora menos água e faz chover menos.

O processo contrário, o aquecimento dos oceanos, e em consequência da atmosfera, provoca mais chuvas.

O Pacífico ocupa 33% da superfície da Terra, e por isso exerce grande influência climática nos continentes lindeiros.

Quando ele aquece, surge o fenômeno chamado de “El Niño” que traz muitas chuvas para o sul e o sudeste do Brasil.

“La Niña” é o processo oposto.

Mas, quando o oceano está neutro, não se tem previsão do que pode acontecer. E isso é o que está acontecendo: o Pacífico está neutro desde 2012.

Para analisar as variações climáticas, cerca de 70 boias estão espalhadas pelos mares no mundo todo, e medem as temperaturas das águas em até 1.000 metros de profundidade.

Além disso, avançados softwares e computador também são aliados nas medições climáticas.

Segundo Molion, o período de chuvas ficará um pouco abaixo da média, e será vantajoso para o café, que não necessita de muita umidade.

Porém, é necessário tomar cuidado com os dias mais secos e frios que estão por vir no meio deste ano.

Tudo isso é bom senso e nada tem a ver com os exageros do aquecimentismo radical, que não pensa na natureza e nos homens, mas tem objetivos ideológicos contrários ao progresso do Brasil e da civilização.

Fonte: Verde: A cor nova do comunismo

Confira a palestra de Luiz Carlos Molion

NOM, ONU, ONG e Partidos Ambientalistas – Mentiras Climáticas, aqui

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Não podemos RIR da desgraça do BRASIL. A coisa está cada vez mais séria.

Caro amigo leitor, possivelmente, depois de ler esse texto você ficará com a impressão que estou profundamente indignado com o que a corja esquerdista está fazendo com o nosso país. É essa a intensão. Eu tenho pais, tenho filhos, pretendo ter netos. E essa gente está comprometendo passado, presente e futuro. Que bando de safados!  Eu sou livre e vivo num país livre. Portanto, pelo menos por enquanto, e luto para que permaneça assim, eu posso expressar a minha opinião acerca daqueles que dirigem nosso país.

 Se eles desviaram todos esses recursos são mesmo um bando de SAFADOS, se ela administrou mau o dinheiro que não lhe pertence, que é arrecadado por meio de tributos que incidem sobre quem trabalha duro, ela é mesmo uma mau caráter, uma sem-vergonha, que devia ser chutada o mais rápido possível da posição em que está.

A má administração, que joga no bolso de lideranças partidárias e ladrões de colarinho branco, bilhões de dólares, mata mais que os traficantes, mata mais que os terroristas do Estado Islâmico. É desleal com o passado por deixar nossos idosos sem a assistência e saúde que eles já pagaram, é desleal com o presente porque mete a mão nos nossos bolsos para satisfazer anseios pessoais e filosofias burras e caducas e, por fim, compromete o futuro, porque submete nossos jovens a educação fracassada e ideologizada, que forma uma massa de idiotas úteis, meros servos da canalha que controla nosso país. São jovens facilmente manipuláveis e semi-hipnotizados que, ao som de palavras mágicas de convocação se comportam exatamente como reza a cartilha esquerdista. Leia mais

O estado e o conceito de “open bar”

Por João Cesar de Melo

 O anúncio de uma festa com bebida de graça empolga a maioria das pessoas. “É só pagar o ingresso. A bebida é de graça!”, exclamam. Pode-se beber o quanto quiser! Pode-se beber o que quiser! O resultado de todas as festas “open bar” é sempre o mesmo: Desperdício e mau atendimento.

Em situações como essa, naturalmente surge nas pessoas o desejo de aproveitar o máximo que puderem, o que as fazem beber muito mais do que beberiam numa situação normal. Se o valor do ingresso paga 10 cervejas num bar qualquer, numa festa com “tudo liberado” a pessoa se esforça em beber o dobro para aproveitar a oportunidade. Nesse ambiente, todos acabam fazendo o que nunca fariam caso tivessem que pagar por cada bebida que pedissem: descartam-nas antes do final e com frequência “esquecem” copos e latas pelos cantos, porque sabem que podem pedir mais e mais e mais…

Observa-se que estas festas têm dois momentos bem distintos: na primeira metade, pessoas se acotovelando no balcão para pegar bebidas; da segunda metade em diante o bar fica cada vez mais vazio, pois as pessoas vão ficando fartas e bêbadas − os atendentes fiquem sobrecarregados num momento e subcarregados noutro.

Outra característica é que o consumo desvairado, quando não acaba com a bebida antes do final, motiva alguns funcionários e participantes a levarem para casa o excedente, já que o entendimento geral é de que aquela bebida toda não tem dono, é de quem pegar primeiro. Consideremos também que cada pessoa, numa festa como essa, bebe mais ou menos que as outras e algumas de fato não bebem. Ou seja: todos pagam o mesmo valor por um serviço que não é consumido de forma igualitária por todos. Isso é justo?

A verdade: Toda “gratuidade” motiva o ser humano ao consumo irresponsável, que na maioria dos casos alimenta injustiças e leva á escassez; e é exatamente isso que o Estado impõem a todos, especialmente aos mais pobres.

Os impostos que pagamos são destinados a custear muitos serviços que não utilizamos, por exemplo, o de saúde e de educação estatais, no caso daqueles que optam pelos planos e escolas particulares; enquanto os mais pobres financiam muitos serviços e infraestruturas que não utilizam. Ricos e pobres ainda são obrigados a financiar o gigantesco aparato político-administrativo que nunca consegue cumprir a simples missão de ser coerente no uso do dinheiro arrecadado da sociedade.

No “open bar” imposto pelo Estado, percebemos todos os dias que, enquanto alguns serviços carecem de funcionários, noutros há excessos. Percebemos também e dolorosamente que funcionários e participantes nesta festa paga com dinheiro de todos, boa parte dos recursos são desperdiçados ou desviados pelos mais espertos. Além de todas as “gratuidades” oferecidas pelo Estado serem de péssima qualidade, o peso dos impostos empobrece a sociedade, o que impede a maioria das pessoas de recorrerem a serviços privados.

O socialismo não faz nada menos que impor o conceito de “open bar” à sociedade, em total desrespeito às necessidades, aos desejos e até ao merecimento específicos de cada indivíduo.

Para enxergarmos o que realmente representa o Estado, sempre é muito eficiente fazermos pequenas analogias com nossa vida particular. Diante da questão do papel do Estado como empregador, façamos algumas perguntas: Eu contrataria um funcionário que não pudesse demitir? Eu defenderia a ideia de que o condomínio onde moro deve contratar ascensoristas? Não e não, mas a maioria das pessoas aceita que o Estado contrate desnecessariamente milhares de pessoas e ainda lhes ofereça a tal “estabilidade do funcionalismo público”.

Aos que defendem que o governo deva promover a tal “justiça social” por meio dos impostos, proponho outras perguntas: Eu (Imaginando-me sendo um pobre assalariado) preferiria que meu empregador pagasse diretamente a mim o valor aos encargos sociais ou que esse dinheiro continue indo para o caixa do governo? Eu preferiria ter a liberdade de, com esse dinheiro a mais, escolher e pagar por um plano de saúde particular ou continuar confiando que esse valor será um dia (um dia!) bem utilizado pelo governo no sistema de saúde estatal? Eu preferiria decidir por mim mesmo sobre meu futuro ou continuaria crendo que vale a pena deixar o governo cuidar de minha aposentadoria?

Esta pergunta vai para os socialistas: Se querem distribuir renda, que tal distribuir a renda do próprio Estado entre os cidadãos mais pobres, para que cada um deles possa optar e pagar pelos serviços que deseja? Por que não se eleva o conceito de “justiça social” à máxima potência oferecendo ao trabalhador a possibilidade dele próprio saciar suas necessidades e desejos? Respondo: Porque, assim, não demoraria para a sociedade perceber que não há necessidade da existência do Estado − logo seria extinto, acabando também com a fonte de renda dos socialistas profissionais.

No Japão existe a “Autonomia Soberana”, um dispositivo legal no qual o trabalhador opta por receber o valor dos encargos sociais diretamente de seu empregador.

O ditado popular “não façamos com o outro aquilo que não desejamos para nós mesmos”, deve ser convertido a “não cobremos do Estado aquilo que não oferecemos aos outros”. Devemos entender, definitivamente, que quanto maior a “gratuidade” anunciada, maiores serão as chances do serviço ou produto oferecido serem ruins. Não devemos sonhar um país onde o Estado nos forneça tudo o que precisamos. Devemos cobrar com um país onde todos tenham condições de pagar por tudo o que precisa e deseja.

Quando o pobre também tiver que pagar matrícula e mensalidade da escola dos seus filhos, ele cobrará ensino e estruturas melhores.

Quando o pobre tiver que pagar pelo seu plano de saúde, ele cobrará atendimento e serviço melhores; e, com toda certeza, cuidará mais de sua própria saúde.

Quando a água e a energia residenciais forem cobradas em função de sua importância, não em função de sua suposta abundância, todos os consumidores se tornarão mais responsáveis − o consumo será muito mais racional.

A política de gratuidades como medida de democratização de serviços públicos é um absurdo que invariavelmente leva a desperdícios de recursos tanto na administração de cada um desses serviços, quanto no uso dos mesmos, gerando aumento sucessivos de impostos que, vale a pena repetir, sempre pesa mais sobre os mais pobres.

A ditado popularizado por Milton Friedman, “Não existe almoço grátis”, é uma das maiores verdades do mundo.

Existe apenas uma diferença entre o organizador de uma festa “open bar” e o Estado: O primeiro nos convida; o segundo nos obriga.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Quem é mais rico, o BRASIL ou os EUA? (Brasileiro: o povo mais extorquido do mundo)

Carta recebida por Alexandre Garcia ( comentarista da rede Globo ) enviada por um amigo Americano. Segue a carta:

‘Caros amigos brasileiros e “ ricaços “ Vocês brasileiros pagam o dobro do que os americanos pagam pela água que consomem Embora tenham água doce disponível ,aproximadamente 25% da reserva mundial de água Doce está no Brasil. Vocês brasileiros pagam 60% a mais nas tarifas de telefone e eletricidade.

Embora 95% da produção de energia em seu país seja hidroelétrica ( mais barata e não poluente ) . Enquanto nós, pobres americanos, somente podemos pagar pela energia altamente poluente, produzidas por usinas termelétricas à base de carvão e petróleo e as perigosas usinas Nucleares. E por falar em petróleo…Vocês brasileiros pagam o dobro pela gasolina, que ainda por cima é de má qualidade, que acabam com os motores dos carros, misturas para beneficiar os usineiros de álcool .

Não dá para entender, seu país é quase auto-suficiente em produção de petróleo (75% é produzido aí) e ainda assim tem preços tão elevados. Aqui nos EUA nós defendemos com unhas e dentes o preço do combustível que está estabilizado a vários anos US$ 0,30 ou seja R$ 0,90 Obs: gasolina pura, sem mistura. E por falar em carro…

Vocês brasileiros pagam R$ 40 mil por um carro que nos nos EUA pagamos R$ 20 mil. Vocês dão de presente para seu governo R$ 20 mil para gastar não se sabe com que e nem aonde, já que os serviços públicos no Brasil são um lixo perto dos serviços prestados pelo setor público nos EUA. Na Flórida, caros brasileiros, nós somos muito pobres; o governo estadual cobra apenas 2% de imposto sobre o valor agregado (equivalente ao ICMS no Brasil) , e mais 4% de imposto federal , o que dá um total de 6%. No Brasil voces são muito ricos, já que afinal concordam em pagar 18% só de ICMS. E já que falamos de impostos…

Eu não entendo porque voces alegam serem pobres, se, afinal, vocês não se importam em pagar, além desse absurdo ICMS, mais PIS, CONFINS, CPMF, ISS, IPTU, IR, ITR e outras dezenas de impostos, taxas e contribuições, em geral com efeito cascata, de imposto sobre imposto, e ainda assim fazem festa em estádios de futebol e nas passarelas de Carnaval . Sinal de que não se incomodam com esse confisco maligno que o governo promove, lhes tirando 4 meses por ano de seu suado trabalho. De acordo com estudos realizados, um brasileiro trabalha 4 meses por ano somente para pagar a carga tributária de impostos diretos e
indiretos. Segue…Nós americanos lembramos que somos extremamente pobres, tanto que o governo isenta de pagar imposto de renda todos que ganham menos de US$ 3 mil dólares por mês equivalente a R$ 9.300,00), enquanto aí no Brasil os assalariados devem viver muito bem, pois pagam imposto de renda todos que ganham a partir de R$ 1.200,00. Além disso, voces tem desconto retido na fonte, ou seja, ainda antecipam o imposto para o governo, sem saber se vão ter renda até o final do ano. Aqui nos EUA nos declaramos o imposto de renda apenas no final do ano, e caso tenhamos tido renda, ai sim recolhemos o valor devido aos cofres públicos. Essa certeza nos bons resultados futuros torna o Brasil um país insuperável.

Aí no Brasil vocês pagam escolas e livros para seus filhos, porque afinal, devem nadar em dinheiro, e aqui nos EUA, nós, pobres de país americano, como não temos toda essa fortuna, mandamos nossos filhos para as excelentes escolas públicas com livros gratuitos. Vocês, ricaços do Brasil, quando tomam no banco um empréstimo pessoal, pagam POR MÊS o que nos pobres americanos pagamos POR ANO. E por falar em pagamentos…

Caro amigo brasileiro, quando você me contou que pagou R $ 2,500.00 pelo seguro de seu carro, ai sim eu confirmei a minha tese: vocês são podres de rico!!!!!!!! Nós nunca poderíamos pagar tudo isso por um simples seguro de automóvel. Por meu carro grande e luxuoso, eu pago US$ 345,00. Quando você me disse que também paga R$ 1.700,00 de IPVA pelo seu carro, não tive mais dúvidas. Nós pagamos apenas US$ 15,00 de licenciamento anual, não importando qual tipo de veiculo seja. Afinal, quem é rico e quem é pobre ? Aí no Brasil 20% da população
economicamente ativa não trabalha. Aqui, não podemos nos dar ao luxo de sustentar além de 4% da população que esta desempregada. Não é mais rico quem pode sustentar mais gente que não trabalha ???

Comentários: Caro leitor, estou sem argumentos para contestar este ianque. Afinal, a moda nacional brasileira é a aparência. Cada vez mais vamos nos convencendo de que não é preciso ser, basta parecer ser. E, afinal, gastando muito, a gente aparenta ser rico. Realmente é difícil comparar esta grande nação chamada EUA que desde o seu descobrimento teve uma colonização de povoamento, com nosso país que foi colônia de exploração por mais de 300 anos, com nossas riquezas sendo enviadas para Portugal. E hoje ainda sofremos com essa exploração, só que dos próprios governantes que pilham e enviam nossas riquezas para suas contas bancárias em paraísos fiscais. E não fazemos nada para promover uma mudança radical de atitudes, conceitos e afirmação de nossa dignidade.

Precisamos sair deste comodismo que estamos vivendo ou o sonho do País do futuro será apenas um ideal na boca dos demagogos que estão no poder. Assina: Alexandre Garcia

CONCLUSÃO:

“Não se trata de sermos um país rico, mas sim de uma República de BANANAS!!!!!!!!!!!!!!” Leiam e passem adiante. O objetivo é fazer chegar esta mensagem ao máximo de pessoas para sensibilizar e conscientizar este povo brasileiro que aceita tudo que o governo dita, sem contestar

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Há algo de muito podre no reino da Suécia Socialista

Todo socialista cor-de-rosa (caviar) adora falar do sucesso do socialismo sueco. Mas ninguém comenta sobre o inferno que impera naquele país-modelo, causado pelas leis. Um verdadeiro hospício que está sendo difundido por toda Europa e América, e que, no estilo Maria vai com as outras, não demora para chegar ao Brasil. Leia o artigo a seguir e descubra o drama que os pais suecos e de outros países sofrem por conta dessas leis.  Anon, SSXXI

Um ‘domo de ferro’ necessário para os jovens ocidentais?

Por Marten Gantelius

A vasta maioria dos pais nos países ocidentais, por centenas de anos, amaram suas crianças e estiveram preparados para proteger a eles e suas mães com a própria vida. Atualmente, esse fato torna os pais muito vulneráveis nessas mesmas sociedades onde a criminalidade feminina contra crianças e pais é sistematizada e recompensada. A descrição a seguir pode parecer chocante a alguns, entretanto, é uma infeliz verdade, e tem sido por várias décadas. O exemplo a seguir vem da Suécia e poderia ser aplicado — com considerável amplitude — à toda Europa (e América do Norte).

O objetivo da indústria da legislação familiar é aumentar seu faturamento. Ao contrário de negócios como Volvo e Stora Enzo, a indústria da legislação familiar [em tese] não tem que lucrar. Os departamentos que lidam com leis familiares nos municípios suecos são o motor e o coração dessa indústria. “Com a melhor das intenções em relação às crianças” quer na verdade dizer “a maior quantidade possível de danos às crianças, adultos e sociedade”. Essas são as metas que essa indústria realmente deseja atingir.

Quando você entender isso, as ações tomadas pelos partidos envolvidos tornar-se-ão completamente lógicas. Por exemplo: o sistema legal, com algumas poucas exceções, favorece aqueles que violam a lei e pune aqueles que seguem-na. Dentre outros participantes dessa indústria estão a Agência Sueca de Seguridade Social, a polícia (nota de rodapé: vários oficiais de polícia honestos se recusam a participar das atividades dessa indústria, tais como levar crianças para os cuidados do Estado, embora não existam muitos oficiais dispostos a fazer o mesmo!), Autoridade Sueca de Acusação (Åklagarmyndigheten), o sistema legal, a Agência Sueca de Impostos, a Administração Sueca de Supervisão das Leis (Kronofogdemyndigheten), advogados, psicólogos, psiquiatras, consultores, o Conselho Nacional de Saúde e Bem-Estar, o Ombudsman de Crianças, o Ombudsman da Justiça, BRIS (Sociedade de Direitos Infantis) — e provavelmente esqueci de vários outros!

Organizações como abrigos para mulheres, centros para homens, organizações pelos direitos dos pais e organizações pelos direitos das mães aumentam a polarização dos sexos. Isso está totalmente de acordo com o que se pretende nessa indústria. Ela dá ao público a impressão de estar agindo “com a melhor das intenções em relação às crianças” e que a Suécia é uma nação governada pelo Estado de Direito. Que assim seja é o desejo de todos os cidadãos de bem e cumpridores das leis. Essa indústria se desenvolve e refina a linguagem da violência, de maneira que a vítima de um crime é atacada enquanto o perpetrador é defendido. Neste caso, o silêncio pode também ser usado para facilitar a desumanização da vítima. Pessoas de bem e suas respectivas crianças que entram no caminho dessa indústria não têm chance e acabam completamente destruídas. Vários — e em particular pais que eram bons — acabam como recipientes de ajuda governamental e seus filhos acabam por se tornar, em mais de uma maneira, prejudicados pelo resto da vida. As crianças afetadas mais profundamente sofrem de SAP (Síndrome de Alienação Parental, intimamente ligada à Síndrome de Estocolmo). O dano que essas crianças afetadas por SAP causarão à sociedade contribuirá inevitavelmente para o aumento do faturamento dessa indústria. E já há na sociedade sueca várias gerações de crianças afetadas por SAP! Isso vai de acordo com os desígnios dessa indústria.

O assistente social que quiser ajudar pessoas vulneráveis e seguir a lei não deveria cogitar a possibilidade de trabalhar no serviço de bem-estar social sueco. Essa pessoa estaria trabalhando contra os propósitos da indústria. Uma anedota de 1991 serve para ilustrar: sentei numa mesa de um café num centro cívico em Skåne e não pude deixar de ouvir uma conversa entre mulheres do Departamento de Direito Familiar. A secretária do referido departamento disse: “Levaremos mais algumas crianças para o cuidado estatal e assim poderemos subir de cargo!”. Ao ouvir isso, todas as demais mulheres riram copiosamente.

Não possuo o mesmo senso de humor, mas essas aí são verdadeiras representantes da indústria. Essa indústria é forte e pouco é afetada pela situação econômica. Em tempos de crise, são os outros que têm de fazer economias. Por outro lado, os agentes dessa indústria se beneficiam das crises sociais. Eles têm dinheiro quando ninguém mais tem e podem comprar a preço de banana quando o mercado está no ponto mais baixo (isso aconteceu em 1992). Contudo, não é a indústria que cria essas crises, são os políticos e bancos.

Temos aqui algo muito próximo da descrição feita por Stephen Baskerville da situação americana (v. http://www.jrnyquist.com/stephen-baskerville.html — podcast em que o Dr. Baskerville chama este mesmo fenômeno de “O Regime de Divórcio”. Baskerville também é autor de Taken Into Custody). Quão extenso é o problema dos Estados Unidos? Quantificar isso não é simples, pois todos os dados oficiais contêm dezinformatsiya — e a respeito da Suécia, eu fiz minha própria investigação. Em 1991 na Corte Distrital de Lund, houve 900 disputas de guarda. Nenhum (zero) pai ganhou. Pude contar o número de crianças envolvidas e relacioná-lo ao número de habitantes vivendo nos municípios abrangidos por essa corte. Um amigo meu, que trabalhava à época na administração do condado de Malmö, deu o número secreto de crianças removidas à força do condado. Como a situação era a mesma no país todo eu pude extrapolar esses números e aplicá-los no cenário geral. Além disso, há uma assombrosa quantia de pais que desistiram sem lutar. (Aliás, eu disse aos meus clientes “você não vai vencer e suas crianças ficarão ofendidas”. Eu os encorajei a lutar em nome do respeito próprio.)

Uma anedota relativa a essas quantias assombrosas: um dos meus amigos era na Holanda um oficial de alto escalão bem pago e amava suas crianças. Um dia ele voltou do seu trabalho e encontrou um bilhete em cima da mesa da cozinha: “Mudei com as crianças”. Nenhum aviso prévio que ele tenha notado. Isso o destruiu: ele perdeu seu emprego e tudo o mais. De todos os lugares, ele escolheu Estocolmo para começar do zero e não fazia ideia de onde estavam suas crianças.

Eis como eu cheguei à minha estimativa de 30.000 crianças por ano na Suécia, que pode até ser considerada uma estimativa baixa. Por ter razões para acreditar que a situação é a mesma na Europa, eu poderia generalizar e chegar ao número de 2.5 milhões de crianças por ano. Com efeito, é de menor importância se o número correto é dois ou quatro milhões de crianças por ano. Não há dúvidas que existe um genocídio contínuo, gigante e escondido. Uso o termo “genocídio” intencionalmente para sublinhar a destruição geracional que vem acontecendo.
[Nota de J.R. Nyquist: Talvez o futuro de nações inteiras esteja ameaçado pela queda na taxa de natalidade, graças à destruição da paternidade.] 

Uma feminista pode acabar se tornando um tipo especial de mãe e, como um islâmico, seus métodos são aqueles dos agressores. Você não impede um islâmico ou uma feminista com fatos ou argumentos sofisticados. Isso não funcionou ao longo de 1400 anos com os islâmicos e não funcionou com as feministas nos últimos 40. A única coisa que um agressor entende é o armamento. Quão bem armada está a futura vítima? Os israelenses desenvolveram uma arma chamada “Domo de Ferro”. É uma arma estritamente defensiva que visa proteger os civis do seu país de mísseis da Faixa de Gaza.

O jovem de hoje [na Europa e nos EUA], se quiser se sentir seguro, ele será tentado a alugar uma vaga num banco de sêmen e vai se esterilizar. É uma cirurgia simples e, se ele mudar de ideia, pode ser revertida com 50% de chance de ter de volta sua fertilidade. Em si mesma, essa sugestão é assustadora e tem sérias implicações para o futuro. Essa perspectiva é “imoral” ou uma maneira de “render-se”? Na verdade nenhuma. Devemos ponderar cuidadosamente: Desde quando tornou-se imoral proteger-se contra a criminalidade? É totalmente legal e defensável.

Você pode fazer objeção e dizer que essa maneira de se posicionar feriria mulheres e mães amáveis e inocentes, mas estamos falando de um sistema em que mulheres (enquanto indivíduo) não são criticadas (pelo que se tem notícia). Pode-se até argumentar que somos todos culpados de “consentir com o silêncio”. Vendo o sofrimento de tantas crianças e pais com suas vidas arruinadas, eu recomendaria veementemente contra o risco de trazer crianças ao mundo para sofrer tal crueldade.

O que vem a seguir é o discurso de uma mulher para um homem que ela “ama”:

A partir do momento que eu engravidei eu tenho poder total sobre você — independentemente se estamos casados ou vivendo juntos. Esse poder aumenta exponencialmente a cada criança que temos.
Posso abduzir as crianças a qualquer hora e me certificar de que você jamais as verá de novo. Você ter sido responsável por elas por tantos anos não ajudará você: será justamente o contrário. Toda a comunidade (com o serviço social na vanguarda) dará apoio a mim. Posso fazer as crianças odiarem você e seus pais (Síndrome de Alienação Parental) e assim fazer com que você perca qualquer esperança de correspondência ou que elas procurem você quando elas crescerem e tornarem-se adultas. Você evidentemente será alvo de um mandado de segurança que, se violado, levará você à prisão. Mesmo que eu machuque fisicamente as crianças e de maneira séria e alguém me denunciar, você não terá chance. Se as crianças forem tomadas de mim, elas não serão dadas a você, pois elas irão morar com pais adotivos, e você — na qualidade de pai que não possui a guarda — não receberá qualquer informação dos serviços sociais.

Posso, sem qualquer risco, acusá-lo falsamente de agressão, maus tratos às crianças, estupro e incesto. Além disso, posso acusá-lo de um monte de crimes sem ser punida por isso, como por exemplo roubo. Como você não é abstêmio, você também será classificado como alcoólatra. Na Suécia há um risco considerável de ir para a prisão mesmo sendo inocente. Mesmo que você seja absolvido, você ficará marcado para sempre. “Não há fumaça sem fogo.”

E você terá de pagar! A autoridade judicial não mostra clemência quando se trata de pensão alimentícia. Eles não hesitarão um único segundo em levar o que quer que você possua caso você não pague: seja seu flat, sua casa de verão...

Se você falar muito dessas injustiças no seu trabalho, você arriscará perdê-lo sem chance de conseguir outro. Com muita sorte, se você conseguir um emprego, será um que não baterá com suas qualificações. Se você for autônomo, você será punido pela própria clientela que não comprará nada de você — independentemente do quão bom seus produtos sejam ou quanto você cobra por eles.

Ninguém irá ajudá-lo — nem mesmo seus amigos mais “próximos”. Ao contrário, todos atacarão você como piranhas.

Suas finanças violentamente enfraquecidas tornarão difícil a possibilidade de você começar um novo relacionamento.

Todos os anos, por volta de 10.000 mães suecas agem dessa maneira em maior ou menor grau. Muitos dos pais afetados por isso tornam-se alcoólatras ou drogados e acabam na sarjeta pelo resto de suas vidas, ou cometem suicídio.

Não há garantias num acordo com uma mulher. Ela pode rompê-lo a qualquer momento. E se, por exemplo, uma psicose pós-parto — algo que afeta uma em cada mil mulheres — mudar o estado mental dela, a situação acabará mal para o pai e para as crianças.

Se você ainda quiser ter crianças [na Europa ou nos EUA], pelo menos você já conhece os riscos. É sua escolha.

Eu recomendaria uma grande campanha em que jovens homens seriam incitados seriamente a se esterilizar (com base nos fatos verificados na realidade existente e suas consequências). Esterilizar-se [na Europa ou nos EUA] é o “Domo de Ferro” legal perfeito. Isso pode levar as mulheres a agir. Só os resultados importam. Só podemos baixar a guarda quando as cem primeiras e piores mulheres estupradoras de crianças estiverem atrás das grades e suas crianças estiverem de volta aos braços dos seus pais.


Tradução: Leonildo Trombela Junior

Fonte: MSM