Quando eu tive
o grande prazer de ler o livro Liberalismo segundo a tradição clássica de
Ludwig von Mises um dos capítulos que mais me chamou a atenção foi “A
Rússia”, no qual o autor austríaco descreve a total passividade e aceitação do
povo russo aos diversos tipos de regimes autoritários que assolaram o seu
território (o despotismo, o imperialismo e o bolchevismo). Numa coerente
suposição, Mises escreveu que: “A Rússia é muito mais ricamente dotada de solos
férteis e de recursos minerais de todos os tipos do que os Estados Unidos. Se o
povo russo tivesse buscado aplicar a mesma política capitalista dos americanos,
seria hoje o povo mais rico do mundo”.
Porém, com uma
mentalidade militarista construída e arraigada ao longo de séculos, os russos preferiram
se entregar a um ideal do senhor hereditário que aos ideais burgueses.
Preferiram pilhar a humanidade vizinha com a sua atávica política
destrucionista a fazer parte de um esquema de cooperação social. Pegaram uma
ideologia socialista emprestada da Europa e a implantaram, inconsequentemente,
em seu país, massacrando os opositores num interminável banho de sangue. E
pior, feita a desgraça bolchevista, ainda tentaram empurrá-la para outras
nações desavisadas.
E não é que
esta desgraça socialista acabou se atracando em nossas praias tupiniquins! Ao
atravessar o oceano Atlântico, esta desgraça desbotou e perdeu a sua cor, mudou
o seu modus operandi, mas não o seu objetivo ideológico; ou seja, escravizar
sutilmente os susceptíveis. Aqui, o tal sistemazinho teria consideráveis
chances; contava com uma população pobre e semi-analfabeta em sua grande
maioria, e ainda, como sempre, contava com uma camada de pseudo-intelectuais
que babavam quando liam qualquer baboseira referente a Max; uns tinham até boas
intenções, mas a maioria!
E o mais importante, contava com uma súcia que não gostava de trabalhar, nem de criar; e que para sobreviver, precisava usurpar o fruto do suor alheio.
E o mais importante, contava com uma súcia que não gostava de trabalhar, nem de criar; e que para sobreviver, precisava usurpar o fruto do suor alheio.
Quem disse que
o comunismo morreu?
Somente os ignorantes e os próprios comunistas podem afirmar com veemência esta questão. Os ignorantes afirmam porque são ignorantes, e os comunistas afirmam porque são espertos e não querem que os ignorantes descubram a nova forma de comunismo ao qual estamos sendo submetidos há muito tempo. Aquele velho comunismo que, coercivamente, monopolizava tudo e a todos (os meios de produção, desde os objetos de trabalho até os meios de trabalho, incluindo aqui o ser – humano, que não passava de uma ferramenta) está sub-repticiamente, sorrateiramente, mais vivo do que nunca!
Somente os ignorantes e os próprios comunistas podem afirmar com veemência esta questão. Os ignorantes afirmam porque são ignorantes, e os comunistas afirmam porque são espertos e não querem que os ignorantes descubram a nova forma de comunismo ao qual estamos sendo submetidos há muito tempo. Aquele velho comunismo que, coercivamente, monopolizava tudo e a todos (os meios de produção, desde os objetos de trabalho até os meios de trabalho, incluindo aqui o ser – humano, que não passava de uma ferramenta) está sub-repticiamente, sorrateiramente, mais vivo do que nunca!
Este novo fruto
escravagista, como era de se esperar, nasceu da mente de um psicopata, dentro
de uma masmorra italiana. Porém, nenhum sonho de um psicopata se torna
realidade enquanto ele não for fundado por outros psicopatas e por oportunistas;
e, principalmente, quando dão à loucura ares científicos e econômicos com seus
gráficos mirabolantes e ascendentes. Quem é Keynes? Escravizando as
massas, meu caro! Qualquer “sistema econômico” dá certo!
Agora, com a
“insofismável colaboração” dos pseudocientistas contemporâneos que, com seu
cientificismo, tentam enaltecer e renovar a velha carcaça do comunismo como se
fosse uma ciência exata; cientistas, estes, que fazem uso de fórmulas
esdrúxulas criadas somente para acobertar, a ineficiência, a incompetência e
malandragem do novo sistema Gramsci- Keynesiano. E, ainda, sem falar da
onipresente e bombástica mídia socialista (fenômeno mundial) fazendo lavagem
cerebral nas mentes dos incultos e incautos, através de filmes, novelas,
programas e, principalmente, com propagandas enganosas estatais financiadas
involuntariamente (sem querer querendo) pelos próprios pagadores de impostos.
Enfim, dominar a inerme massa com todo este aparato é bem mais fácil que
empurrar bêbado em escadaria de igreja.
A história se
repete! Desde quando o Brasil teve ou foi digno de um dia de liberdade se quer?
Um país que foi colônia de Portugal; sofreu o jugo dos coronéis, passou por uma
ditadura militar (a melhor época), e agora, infelizmente, se vê ás portas de
uma terrível ditadura do “proletariado”. Pois esta é a nova forma de
governo ditatorial, camuflada atrás de uma aparente democracia, para um povo
que nunca teve liberdade e nem mesmo sabe o que é isto. Um povo que, enquanto
índio, trocou a sua propriedade por um espelhinho dos portugueses, e que agora,
em geral, continua trocando. Liberdade pra quê? Quem nunca teve se acostuma! Um
povo que sempre foi refém acaba se apaixonando por seus algozes. Síndrome de
Estocolmo? Talvez! Mentalidade Bolchevista? Não! Não!Apenas mentalidade
imediatista e síndrome do oportunismo.
Se tivesse vivo
e viesse ao Brasil, Mises diria com certeza: “O Brasil é muito mais ricamente
dotada de solos férteis e de recursos minerais de todos os tipos do que os
Estados Unidos. Se o povo Brasileiro tivesse buscado aplicar a mesma política
capitalista dos americanos, seria hoje o povo mais rico do mundo”. Anon, SSXXI
O estado é um produto supérfluo, caro,
obrigatório, com defeito e que, além do mais, não aceita devolução. Anon, SSXXI
Muito bom!
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