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terça-feira, 5 de junho de 2012

O universo não é um moto-perpétuo


Por Anon


Já tentaram criar uma roda que girasse sozinha, que gerasse a sua própria energia, em consequência, o seu próprio movimento e vice-versa; mas nunca conseguiram! Esta roda ou motor teria que funcionar por si mesma sem a ajuda de terceiros, ou de uma força externa inicial.

Isaac Newton foi categórico ao afirmar que, “Os que buscam o moto-perpétuo estão tentando obter alguma coisa a partir de nada”. Ou seja, é um dispositivo impraticável! Sonho ou loucura, o moto perpétuo é um sonho milenar ou uma loucura sedutora?

Uma fascinante historia de uma Incrível máquina “moto-perpétuo” é narrada em Siddhanta Ciromani, há mais de 2.500 anos, num manuscrito sânscrito original. Séculos depois, o indiano Bhaskara Akaria (matemático, astrólogo e astrônomo, autor da equação quadrática ou a famosa equação do segundo grau) ganhou apelido de lunático ao descrever com detalhes o funcionamento de uma roda moto-perpétuo ou MP. Porém, todo “louco” tem seu sectário! No século XIII, o francês Villard de Honnecourt foi na onda de Bhaskara e acabou, também, quebrando a cara com a tal roda.

No século XV, O genial Leonardo Da Vinci bem que tentou, mas chegou à insofismável conclusão, dizendo: “Vocês podem tentar provar a si mesmos que ao equipar tal roda com muitos pesos, cada parte que se movesse como resultado do giro iria subitamente fazer outro peso cair, e que assim essa roda permaneceria em movimento perpétuo. Mas ao fazer isso estarão enganando a si mesmos… Enquanto o peso está mais distante do centro da roda, o giro se torna mais difícil, embora a força motriz não deva variar”; e resumiu dizendo: nunca funcionará!

Em seu livro Liberalismo segundo a tradição clássica, Ludwig Von Mises, numa perfeita analogia entre a economia, a mecânica e a biologia, disse: “Mas a Economia e a Sociologia, por nos mostrarem o mundo como ele é não são mais funestas do que outras ciências como, por exemplo, a Mecânica, por nos ensinar a impraticabilidade do moto- perpétuo, ou a Biologia, por nos ensinar a mortalidade de todos os seres vivos”.

Portanto, inventores que já tentaram; leigos de bom senso e físicos que não ousam desafiar a lei da termodinâmica sabem, muito bem, da impossibilidade, da impraticabilidade deste fenomenal intento.

Agora, não se pode duvidar que o Universo seja um gigantesco mecanismo, o qual a mecânica dentro da física estuda e procura compreender. Então, dentro do ceticismo lógico de qualquer cientista embasado na lei da termodinâmica, o movimento constante do universo não se originou sozinho. Pois o moto-perpétuo é infactível.

Diante de tantas premissas, sempre surgem novos e velhos questionamentos. Porém, não há dúvida que o Universo está em constante movimento. E, sem duvida, alguma força extraordinária deve ter dado o primeiro impulso para possibilitar este movimento. Se este movimento foi iniciado por uma explosão ou “Big Bang” surgida no absoluto vazio; quem ou o que acendeu o pavio?!

Sem entrar em nenhum detalhe religioso ou científico. Fica sempre uma pergunta; tantos aos céticos que não acreditam em Deus, como para os céticos que, com toda razão, não acreditam no MP (moto-perpétuo).

Como é que o universo começou a girar?
                                                                Anon, SSXXI

O universo não é um moto-perpétuo

           

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