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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

O Boçal: O subversivo maravilhoso

Por Anon,

Entrei naquele teatro para me divertir, não para ser recambiado a um mundo ideologizado e forjado numa eterna revolução cultural desnecessária. Ainda mais sabendo o que a revolução cultural havia feito com a China de Mao: artistas perseguidos, humilhados e assassinados, obras artísticas milenares sendo destruídas; tudo isso em nome do novo mundo que se reinventava a partir do nada e que nunca chegava a lugar algum.

Que ousadia! Transformar o teatro em uma peça de doutrinação, ainda pior!  Subjetiva? Um Louco que quer mudar o mundo de acordo com as suas próprias escolhas?  Ainda paguei para ver isso? Charlatão! Quero o meu dinheiro de Volta!

Quando vejo a perfeição de uma arte clássica e me aparece alguém que pretende reinventar todos os aspectos da criatividade humana; pichações em muros, deprimentes poesias, teatrólogos que se acham, paranoícos perseguidos, chorões exilados, síndrome do coitadismo. Fuma um baseado, fala três borrachas e todos os idiotas inúteis batem palma com as carteirinhas de meia-entrada no bolso. E as pseudomúsicas então?! Vou chorar, desculpe mais eu vou chorar... QUE DESGRAÇA!

O Ópio dos Intelectuais, alguém tem que ser honesto e escrever um livro para satirizar o mito da revolução esquerdista, que este autor seja francês, que se chame Raymond Aron, e que seja da esquerda.  Este autor teria que falar que os marxistas fundarão uma religião em que os fins justificassem os meios; e que o paraíso será feito, aqui mesmo, em vida.

A história se repete: o lixo ideológico, reciclado de todas as formas cabíveis, cai de tão fétido no mau gosto dos latinos: Proletariados! Uni-vos! Seres ungidos e especiais numa luta de morte! Os que não fizerem parte dessa luta terão que ser imolados por serem retrógados ou fascistas; pois o nosso regime progressista será completamente diferente de todos outros. Aquele povo que tem os maiores jogadores de xadrez do mundo não soube interpretar os sonhos de Marx, e deturpou o Manifesto.

Sejam bem-vindos à República Democrática Socialista de Macunaimolândia. O Lugar com mais direitos trabalhistas do mundo, são tantos direitos que todos os patrões decidiram ser empregados. Ninguém que fazer mais nada, só coçar! Sem capital, sem produção, sem produção, sem capital. Para acabar com a escassez, eis que surge uma grande ideia, um novo grande salto para frente! Os burocratas-camaradas bolcheviques decidem por unanimidade mandar dez por cento da população para os sacos do IML, isso é só o começo! Pense coletivo!

Distorção da realidade: Desde quando comunistas se uniram aos católicos e partiram para a luta armada contra o regime militar? Se houve tal encontro, ou os comunistas não eram comunistas, ou os católicos não eram católicos, ou ambos eram completos ignorantes.  Militantes e simpatizantes! Desde quando a luta foi por uma democracia? Só se fosse Cubana ou Coreana! Lutar pela liberdade e fazer curso de guerrilha em Cuba ou na China? Pedir milionárias indenizações por supostas torturas? Mas não dar a mínima por vítimas justiçadas, ou por aquele jovem que foi explodido em nome da revolução?

Bela dialética! A história ganha no grito dos derrotados! Sinto muito pelos militares terem entregue o poder na hora e para as pessoas erradas. Pessoas hipócritas, revanchistas e absolutistas.  A nossa liberdade está em risco, pessoas inescrupulosas estão no poder.  Temos uma mídia comprada, até jornalista e blogueiros comprados, pagos com o suor das antigas, presentes e futuras vítimas da engenharia social. Temos artistas parasitas que não conseguem sobreviver sem as migalhas da máquina estatal. Isto sim é um teatro, teatro de cera, teatrólogos fumando charuto cubano, grandes intelectuais que se sentem no direito e no dever intrínseco de conduzir as massas. Um palco repleto de pantomimas zumbis e de marionetes insensíveis representando para a galera como um cidadão rousseauniano politicamente correto deve se portar. Senhoras e senhores! Respeitável publico! Agora. Exclusivamente para todos vocês: “O Boçal: O subversivo maravilhoso” Anon, SSXXI

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