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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Comunismo, fascismo e nazismo: Tudo farinha do mesmo saco socialista.

(título meu)

Texto extraído do livro “Pensadores da Nova Esquerda (Capítulo 8 - Antonio Gramsci)”, de Roger Scruton:

Mesmo se aceitamos a identificação – altamente fortuita – do nacional-socialismo com o fascismo italiano, falar de um ou de outro como o oposto político verdadeiro do comunismo é cair em uma ingenuidade perigosa.

Comunismo, assim como fascismo, envolve a tentativa de criar um movimento popular de massa unido a um Estado submetido à regra do partido único, no qual haverá total coesão para o objetivo comum.

Isto exige a eliminação da oposição, por quaisquer meios, e a substituição da disputa ordenada entre partidos pela "discussão" clandestina dentro dos limites de uma única elite dominante.

Envolve tomar conta – em "nome do povo" – dos meios de comunicação e educação, bem como implantar um princípio de comando sobre a economia. Ambos os movimentos consideram a lei muito falível, e os parâmetros constitucionais muito irrelevantes – pois são essencialmente "revolucionários" , governados desde cima por uma "disciplina de ferro" . Ambos buscam um novo tipo de ordem social, não mediada por instituições, e exemplificando uma coesão fraterna e imediata.

E na busca desta associação ideal - chamada de fascio pelos socialistas italianos do século XIX – cada movimento cria uma forma de governo militar, envolvendo a mobilização constante e total de toda a população, que não pode mais fazer nem mesmo as coisas aparentemente mais pacíficas - comer, andar, rezar ou se encontrar – exceto no espírito da guerra. A diferença mais importante, historicamente, é que enquanto os governos fascistas mais frequentemente chegaram ao poder pela eleição democrática, os governos comunistas sempre o fizeram por meio de um golpe de Estado...

Pensadores da Nova Esquerda, de Roger Scruton – ( Compre este livro, valorize a obra e o autor)

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