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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O aborto de Ayn



Por anon,

Não sei como! Mas eu estive no universo paralelo. Um sonho? Um pesadelo? Não sei. Aparentemente, lá era tão perfeito! Não havia brancos e nem negros, todos eram morenos. Não havia classes sociais e, enfim, nenhum tipo de desigualdade. O que poderíamos fazer em uma sociedade sem nenhum problema para resolver? Será que o igualitarismo tinha vencido? Apesar de serem todos iguais, as criaturas daquele universo não me pareciam muito felizes. Devem ter enjoados de tanto hedonismo! Dava até para afirmar que: Em um mundo extremamente feliz, em que não há dor, nem sofrimento e não conhecemos a tristeza; como saberemos se estamos felizes?


As mulheres eram igualmente lindas, perfeitas. Mas depois de certo tempo, Talvez, por falta de qualquer contraste, elas não me chamaram mais atenção. Pois por elas serem todas bonitas, mas com modos estranhos, o excesso arrefecia a demanda. Certamente, até mesmo ali imperava a lei da utilidade marginal. Confesso que senti saudades das mulheres feias!



Passeando pelas ruas e me envolvendo aproximadamente com o cotidiano e com os viventes daquele lugar, percebi que tanto homens como mulheres eram também muito semelhantes entre si. Os homens eram muito delicados e as mulheres masculinizadas, mas todos eram jovens. Porem, com toda a minha andança por aquelas bandas, não encontrei nenhuma pessoa de idade, nenhum velhinho ou velhinha; e nenhum indivíduo com defeitos físicos ou portadores de doenças mentais.



A igualdade intelectual entre todos os cidadãos de Igualitolândia também era apavorante e com um conhecimento unilateral e limitado, era como se todos tivessem lido e decorado a mesma cartilha. Mas por incrível que pareça, eles conheciam, mesmo que numa versão morena, vários vultos históricos assim como: Hegel, Karl Marx, Hitler, Stalin, Lenin, Gramsci. Marcuse etc. Notei que todos os seus conhecimentos eram de esquerda, socialista. Até mesmo Chomsky, que é uma socialista liberal mais light, eles conheciam.



Em seus passos sem destino, uns indo para lá outros para cá. Perguntei para a massa manipulada se ela conhecia o francês Étienne de La Boétie, o inglês Lord Acton, os austríacos Mises e Hayek, o alemão Hope, os americanos Jay Nock e Rothbard e a russa Ayn Rand, mas nada! Continuei Citando vários outros importantes filósofos libertários, passei a perguntar por filósofos mais conservadores assim como, o australiano David Stove, o espanhol Ortega y Gasset, mas ninguém conhecia ou nunca ouviu falar. Era como se todos estes filósofos nunca tivessem existido.



Uma pergunta para uma pessoa aqui, outra ali. Até que, depois de incomodar a comodidade geral daquela comunidade, me mandaram ir a uma tal de “Biblioteca Coletiva de Dados e Estatística Filosóficos Gerais (BCDEFG)” fazer minhas pesquisas, sem mais alarde e em silêncio. Então dei de cara com uma comum e linda bibliotecária, perguntei a ela se havia algum livro filosófico que pudesse me esclarecer sobre pessoas que deveriam existir mais que não existiam. Então, quase que imediatamente, foi lançado na mesa em que me encontrava um grande livro cujo título era Abortismo...



Assim, descobri que através do aborto político- ideológico, por causa de inúmeras motivações subjetivas ou partidárias, ou principalmente para atender a qualquer ideologia pseudo-racional e de todos os ismos pseudo-filosóficos como, o socialismo, o nazismo, o comunismo, o utilitarismo, o igualitarismo, o racismo, o pacifismo, o gayzismo, o ambientalismo etc.



Muitos seres foram abortados. Inicialmente por serem anencéfalo, depois por terem qualquer outro defeito físico. E assim, de acordo com qualquer futura inconveniência contraria ao senso comum, já era motivo para a execução abortiva. Desde uma pressuposta e falaciosa superpopulação, fazendo que todos se aderissem numa eventual causa ambientalista para salvar o planeta; até mesmo morrer ou abortar pelas esfarrapadas mentiras da teoria populacional Malthusiana. Uns morreram porque eram brancos, outros por serem negros, uns porque eram fetos do sexo feminino e os pais queriam um menino. E chegaram a abortar até mesmo embriões com futuros potenciais intelectuais acima da média e com tendências, quiçá, libertárias. Nâo sei como eles conseguiam detectar?


Muito seres daquele universo paralelo deixaram de ver a luz do sol, simplesmente porque nunca nasceram.



Num livro histórico de abortos, encontrei uma lista com o nome Anna Rosenbaum, professora e seu esposo Fronz Rosenbaum, farmacêutico. A mulher grávida de uma menina, após ter se submetido a um teste de QI embrionário, foi obrigada pela Inteligência coletivista a cometer aborto. Seria este feto, a potencial Alissa Zinovievna Rosenbaum? Mais conhecida em nosso mundo como a real Ayn Rand?



Tudo aquilo que somos, somos pelo fato de não termos sido abortados, Anon SSXXI



                                                              
Fim


Aborto, um tema que eu sempre fugi. Nunca fui a favor do aborto, dentro daquilo que eu acredito como moral; tenho argumentos irrefutáveis. Já os racionalistas, favoráveis ao aborto, baseados na “ciência” ou pseudociência, dizem o mesmo. Ayn Rand, admirável escritora libertária, lutava veementemente e abertamente a favor do aborto, dizendo: Que o corpo da mulher é uma autopropiedade da mulher, portanto, o feto poderia ser tratado como sendo um invasor, um ser potencial e não um ser real. Segundo ela, o embrião só poderia ter algum direito após ter nascido. Assim, de acordo com o seu raciocínio, para ter o direito de serem seres humanos todos os seres potenciais, que ainda não nasceram, teriam que ter uma previa concessão maternal. Sob o ideal filosófico do Objetivismo criado e defendido pela autora, ela dizia: "Não se sacrifique por ninguém e muito menos espere que alguém se sacrifique por você". 



Por um lado, assim como Ayn, sou individualista e defendo o direito à propriedade privada. Entendo também que a ética libertaria fica numa espécie de sinuca de bico. Se usar de bom senso abrindo uma concessão à moral conservadora ou para os coletivistas. Logo esta concessão poderá ser usada para outros fins que não sejam libertários. Os libertários não podem deixar nenhuma pega para argumentações estatistas.


Por outro lado, estamos falando de vida, seja potencial ou real, sejam células, zigoto, embrião ou feto. Não me importo com o nome e nem com estágio. Só não quero ter um assassinato de um inocente, ou de um indefeso em minhas costas. Anon, SSXXI 


DICAS DE LIVRO: A REVOLTA DE ATLAS - AYN RAND 



"Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada". Ayn Rand 


Abortem o aborto! A eugenia da elite.


Aborto: uma simples questão de negócio entre a elite global (que quer acabar com os pobres e não com a pobreza) e os governos cupinchas socialistas e intervencionistas que são bem pagos para isso, através das fundações internacionais. Anon, SSXXI 

Empreiteiras do aborto instrumentalizam senadoras 


Ministério da Saúde investe em documentário polêmico sobre aborto
 


Resposta à propaganda 'Fim do Silêncio' 

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