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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

O nome do que você quer é liberdade, não igualdade

Por Alice Salles“Graça é a beleza da forma sob influência da liberdade.” ~ Friedrich Schiller

Mary Wollstonecraft observou que sem a responsabilidade da autogovernança, o indivíduo não pode ser responsável pelos seus próprios atos. Wollstonecraft defendia que a partir do momento em que você garante direitos especiais para determinados grupos, o caráter do grupo e de seus membros acaba sendo pervertido.

Seu trabalho em relação à inclusão das mulheres no processo político seguia uma tradição individualista que defendia a simples noção de que leis devem ser cegas às diferenças e não escritas para garantir tratamentos diferenciados em relação a determinados indivíduos.

O reconhecimento da igualdade e da qualidade fraterna entre indivíduos é uma proposição evidente e como axioma, não precisa ser demonstrado ou questionado. É um consenso entre indivíduos de origens variadas.

Com o crescimento da presença do governo e de seu controle sobre vários aspectos da vida do cidadão, influência política se tornou a forma mais eficaz de se garantir que leis observassem características especiais de certos grupos e protegessem esse grupos de interações tidas como prejudiciais quando cometidas exclusivamente contra seus membros. Quando o controle governamental sobre a vida da população cresce, minorias se sentem encurraladas. O desequilíbrio artificial causado pela rigidez e propagação de leis que desconsideram nuances e características pessoais cria atrito entre os mais variados grupos.

Quando exigimos que o estado assuma autoridade para corrigir certos desequilíbrios para que a política de tratamento especial seja mantida, agimos contra uma verdade indiscutível: que enquanto pessoas, indivíduos são iguais e que diferenças não podem servir como desculpa para que determinados grupos sejam tratados preferencialmente.

Um discurso que pede por igualdade perante a lei, mas que defende o tratamento especial garantido pela coerção estatal é desonesto.

O que garante que o desequilíbrio artificial promovido por diversas leis continue a criar problemas é nossa insistência em acreditar que determinadas causas serão apenas válidas quando forem reconhecidas pelo governo.

Igualdade como conceito que mantém que todos os indivíduos possuem as mesmas qualidades em pelo menos um aspecto, o humano, é um conceito assumido como verdadeiro por todos nós. Leis não garantem tratamento justo, mas promovem atrito e restringem relações voluntárias e pacíficas entre pessoas que pertencem a grupos diversos.

O que você almeja como alguém preocupado com os problemas que minorias enfrentam não é lutar por um objetivo que faça com que humanos diversos sejam submetidos a leis que levam apenas alguns grupos em consideração. O que você deseja alcançar é a liberdade e dissolução do poder do estado centralizador.

O que você realmente busca é a liberdade, não a igualdade.

Alice Salles é  escritora e blogueira, vive em Los Angeles, CA nos Estados Unidos onde escreve sobre política externa, liberdade econômica e liberdade individual para o site de noticias United Liberty e Colunista da EPL Comunicação.

Fonte: EPL - Estudantes pela liberdade

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