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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Lei Rouanet: O show de 15 bilhões de reais que você pagou, mas não foi!


Fonte; SEHRVIEL FUSSBALL


Por que pagamos por uma cultura que não queremos?


Em essência, a lei foi criada para fomentar a atividade cultural brasileira. Lá nos anos 90, prometia mudar o cenário da cultura brasileira, oferecendo às empresas a possibilidade de descontar do imposto de renda os valores investidos na cultura brasileira. O nome disso é renúncia fiscal.

- Parece bonito!
- Parece ótimo!
- Mas é uma desgraça que nos custa caro demais!

Na verdade, renúncia fiscal é grana minha, sua, nossa, nosso trabalho, nosso esforço, que por uma questão de semântica parece que não é.

As empresas pagam impostos, os impostos alimentam o estado que devolve isso em serviços (segurança, educação, infra estrutura...) os quais, bons ou não, são pagos com essa (nossa) grana.

Quando uma empresa deixa de pagar imposto e investe, por exemplo, em uma banda de axé, ou em um CD de musica erudita, ou no filme sobre a vida do Lula, o estado arrecada menos e oferta menos serviços a nós, aqueles que pagam a conta.

Ou seja, renúncia fiscal é 100% dinheiro público, mas como não existe dinheiro público, pois o estado não gera riqueza nenhuma, só existe, na verdade, dinheiro dos pagadores de impostos, que somos nós!
Trata-se de uso do meu dinheiro para financiar uma banda de axé, em outras palavras sou um grande otário porque odeio axé e, querendo ou não, financio isso.

Todos pagam, mas só alguns (artistas) usufruem.

Além dessa clara distorção do aspecto financeiro, temos um aspecto ainda mais perverso:

Hoje, quem define os rumos da cultura brasileira é um bando de burocratas, sentados em Brasília, que aprovam esses projetos.

Já perceberam que não há nada de novo na nossa cultura há muito tempo?

Seguimos com os mesmos “grandes” nomes da música, seguimos o mesmo padrão de cinema (os mesmos pastelões ou filmes explorando pobreza), não tem nada de novo, simplesmente porque para ter um projeto aprovado, tem de convencer os burocratas e esses, por sua vez, estão engessados em suas cadeiras, fazendo sempre o mesmo. Escolhem os projetos que eles acreditam serem os melhores para nosso desenvolvimento cultural. Só que onde está a minha decisão aqui? Onde está a minha parte nessa decisão, como eu posso influenciar no que farão com meu dinheiro já que sou eu estou pagando essa conta?

- Não posso. Simples assim!

Tiram o meu dinheiro e ainda decidem por mim o que é melhor para mim mesmo!

Será que não seria melhor termos na nossa mão esse dinheiro (mais de 1,3 bilhões de reais por ano!) e, nós mesmos, escolhermos algo de nossa preferencia para nos “culturalizarmos”, ou não, de acordo com o que acredita cada um.

O país que mais gera cultura no mundo (gostando-se ou não da cultura deles) são os EUA, de lá vem inovações constantes, na música, na dança, no cinema, nas artes, nos games (sim games são cultura!) e não tem um centavo de dinheiro do povo investido nisso. Quem quer cultura, escolhe o que quer, ninguém deveria decidir pelos outros, isso se chama liberdade.

O ministro está certo, a lei precisa ser revista, mas não alterada, precisa sim ser extinta imediatamente!

Veja que a antiga ministra da cultura, irmã do Chico Buarque (aliás, grande beneficiário dessa lei), é contra a alteração da lei. Por que será, né?! Isso secaria a fonte de dinheiro fácil do irmão. Outros grandes nomes do cenário artístico são sempre contra alterar essa lei, claro! Porque eles se alimentam com o dinheiro do povo em troca de quase nada.

Escrito por Zé Mané


Fonte: Canal do Otário


 

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