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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Anarquistas, não! Eles não são!

Por Anon,

Quem já leu O Manifesto sabe que seus autores admitiam o anarquismo como uma evolução do comunismo, ou do próprio socialismo; uma ideia bastante equivocada, pois o tal anarquismo comunista assim como o comunismo teria que abolir a propriedade privada, transformando o mundo numa verdadeira terra de ninguém.

Agora, usando o mínimo de raciocínio possível e sem recorrer aos autores especialistas, imagine se não houvesse propriedade privada. Quem construiria uma casa ou plantaria uma alface, se quer, sabendo que nada mais poderia lhe pertencer?  Como sobreviveríamos? Uma população de bilhões de indivíduos nômades?  Ora! Não há como ter paciência! Autores dessa laia não são dignos nem mesmo para escrever histórias infantis.

Porém, afinal das contas, somente o Estado poderia abraçar estas ideologias tão estapafúrdias; pois abandonar o poder nunca foi sua intenção.  O maior inimigo do estado seria o anarquismo, isso mesmo, portanto nada melhor que, numa fabulosa jogada de marketing, admiti-lo sempre, mas somente num futuro bem distante.

Antes, porém, usando sempre das receitas de Maquiavel, o estado tentou, com certo êxito, denegrir aquilo que pudesse ser, parecer ou viesse a ser o tão “repugnante” anarquismo.  Para isso, ele contava, com a maioria da massa popular que, a seu ver, era ignara e, doravante, qualquer individuo que fosse contra o governo ou não governo, isto é, anarquista seria taxado de arruaceiro, baderneiro, bandido etc.

O que seria um anarquista nos dias atuais?
Não há como se esquecer do revolucionário Mikhail Bakunin e nem da sagacidae de Proudhon que, embora equivocados em certos aspectos, merecidamente, fazem parte da historia do anarquismo.

Não ao Estado! Não aos Estatistas! Imediatamente! Esta é a frase dos atuais  anarquistas. Uma outra frase? “Estado, tira as suas mãos criminosas daquilo que é meu!”, e aí vai: “‘Imposto é crime”, Direita ou Esquerda? Nenhuma das duas, queremos a liberdade. Liberdade plena? Sim, desde que a nossa liberdade não ultrapasse a liberdade alheia. O que é meu é meu e o que é seu é seu. Trabalhe, crie, seja empreendedor, não viva à custa dos outros , não escravize, não roube, viva honestamente, não danifique os bens alheios, cuide bem de você mesmo e estará cuidando do universo. Célula sadia, corpo sadio.

Leia, leia muito.  Estude, estude sempre. As batalhas serão travadas nos campos das ideias. Utilizarão novos processos cada vez mais sofisticados de engenharia social para escravizá-lo.  Lembre-se que Jean Jacques Rosseau foi apenas um Maquiavel com supostas boas intenções. E que, até os dias de hoje, ainda estamos sob a tutela de um contrato social que nunca assinamos...

Se o Estado se aprimora incessantemente para meter as mãos em nossos bolsos e ditar suas regras obscenas em nossas mentes, por isto, temos que nos atualizar sempre, sempre, constantemente. Pois a liberdade é como o ar que aspiramos para dentro dos nossos pulmões. Se pararmos de respirar, ela morre!

Agora, aqueles que saíram por aí quebrando as coisas públicas e alheias não são anarquistas, não! Eles não são!

Eles podem ser n coisas! Eles podem ser ingênuos, manipuláveis, pagos, incultos, bandidos, comunistas, nazistas etc, mas não são anarquistas! Naõ, eles não são! Anon, SSXXI

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