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domingo, 9 de novembro de 2014

Trafico de Órgãos no Brasil - O que a máfia não quer que você saiba


É um livro contundente - e por isso censurado - sobre a prática deste crime no país. 

Após 13 anos de total inércia do poder judiciário, a historia de Paulinho foi escrita em 422 paginas em um livro que promete revelar o núcleo de uma verdadeira máfia e todos os seus tentáculos. Um livro sem final feliz.

O livro pretende quebrar o silencio imposto por uma grande organização que vem a anos protegendo estes crimes e seus criminosos. O assassinato sistemático de pacientes em leitos de UTIs vem acontecendo cada vez mais com frequência, com a ajuda de autoridades. Médicos renomados e políticos.

A mafia surgiu na década de 90, após a ressaca do caso Kalume em Taubaté, onde 4 pacientes foram assassinados para fins de trafico de órgãos. A partir daquele caso, que levou mais de 25 anos para ser julgado e os condenados ainda aguardam uma decisão final, um novo grupo foi criado em Poços de Caldas com a mesma finalidade: Fornecer órgãos para grandes centros transplantadores da região sudeste.

O caso Paulinho é o mais bem documentado da historia dos transplantes do Brasil. Durante 13 anos, o autor do livro - pai do garoto assassinado - armazenou cuidadosamente informações que aos serem compiladas desvendaram um grande quebra-cabeças, com o envolvimento de pessoas graúdas. Para que a impunidade tomasse conta do caso, a família foi obrigada a deixar o país e se refugiar na Europa, onde recebeu o status de asilado humanitário concedido pelo governo Italiano.

Além de enfrentar a quadrilha, o pai teve de enfrentar também diversos processos criminais, muitos deles movidos pelas autoridades que investigavam o caso, e que hoje são testemunhas de defesa dos assassinos. A absolvição em todos os processos, não foi o bastante para que o deixassem em paz. Novas ameaças chegaram, entre elas, a tentativa de submetê-lo a um teste de sanidade mental para desqualificar suas denuncias.

Uma CPI foi realizada em 2004 no congresso nacional em Brasília tendo como base para a sua instalação o caso Paulinho. O relatório final que indiciava 9 médicos, foi enviado ao Procurador Geral da Republica onde simplesmente foi arquivado sem qualquer explicação a sociedade. 

Enquanto as pressões aumentavam contra o pai de Paulinho, a máfia executou o administrador da Santa Casa que ameaçou denunciar todo o esquema. A quadrilha controlava a policia local e o ministério público, o que facilitou o arquivamento do caso como sendo um suicídio. As armas do crime, que estavam em poder do ministério público, simplesmente desapareceram.

O esquema era tão ousado que o grupo chegou a negociar com a policia para que não fossem realizadas necropsias em doadores de órgãos na cidade, tudo registrado em documento, contrariando leis federais.

Não seja a próxima vítima. 


Leia o livro. PDF – Aqui

Versão Impressa – aqui

Fonte: ppavesi

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