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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Será Ion Mihai Pacepa um agente triplo? Isso é desinformatzya!Será Ion Mihai Pacepa um agente triplo? Isso é desinformatzya!


Por Carlos Reis

28 de outubro de 2013 às 19:54

No ano de 1978 o militar da Securitate, serviço de inteligência da Romênia (fantoche da KGB soviética), o rumeno Ion Mihai Pacepa (pronuncia-se ión mi-rra-i pa-ce-pá) fugiu para os Estados Unidos depois de uma breve estada na embaixada americana na Alemanha onde pedira asilo.


 Em 1987 publicou nos Estados Unidos Red Horizons: Chronicles of a Communist Spy Chief.  O trabalho de Íon Pacepa é bem conhecido. Graças a ele o mundo secreto da KGB se abriu e importantes informações sobre o trabalho de décadas da KGB, ex-NKVD, foram reveladas. Entre outros agentes da KGB que fugiram para os EUA, Ion Pacepa torna-se relevante especialmente em assuntos que envolvem o Vaticano, o Papa Pio XII, e o holocausto. Seu trabalho tem sido desde a sua fuga o de inocentar o papa Pio XII das acusações de ser nazista, ou pelo menos simpatizante do regime de Hitler, e de não ter feito nada ou pouco para salvar judeus dos campos de concentração nazista. Pacepa confessa que ele mesmo esteve pessoalmente envolvido e tem conhecimento de como a KGB trabalhou para minar a confiança do mundo na Igreja Católica. Essa confissão encerra o assunto sobre a inocência de Pio XII. Graças a ele até ateus como Richard Dawkins hoje acreditam na inocência de Pio XII.


Os anos 70 mostraram um avanço do comunismo pelo mundo em escala nunca antes feita. Os bolcheviques desembarcaram na America nesta década. Uma década de acordos, concessões, e de domínio da new left na sociedade americana. Tal domínio na vida intelectual, acadêmica, diplomática e política, mudou o curso da história nos EUA. A guerra do Vietnam, os Acordos de Helsinque, concluídos em 1/8/1975, o governo pró-comunista de Jimmy Carter, a expansão da Teologia da Libertação – criação jesuíta, por excelência –, e a unificação de propósitos da Nova Ordem Mundial que buscavam a abolição das diferenças ideológicas ao igualar políticas de “esquerda” e de “direita” em torno de temas pseudo-benéficos como “direitos humanos” e “liberdade religiosa”, caracterizaram esta década como uma era de vitórias para o comunismo de Moscou. A Igreja Católica teve uma participação decisiva nisso através de sua ostpolitik (política externa) comandada pelo comunista cardeal Agostino Casaroli, chefe da diplomacia do Vaticano desde os anos iniciais de João XXIII, o papa bom, bom e comunista, bom e traidor da Igreja Católica, que patrocinou o Acordo de Metz com os comunistas de Moscou e inaugurou o Concílio Vaticano II, o qual, como se sabe, preparou “pastoralmente” a Igreja para as idéias comunistas. Então, desde 1958 e até antes, a Igreja se abria ao comunismo e sofria a tentação do regime de Moscou que ansiava pela destruição ou enfraquecimento de seu maior inimigo. Leia mais...



Veja: Os podres da Teologia da Libertação que os falsos padres jamais vão contar para você. Aqui
 

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