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sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

A mentira do bonzinho: o esquerdista se preocupa com os pobres e oprimidos

Texto extraído do livro “Mentiram e muito para mim”

Por Flávio Quintela

A esquerda caviar é assim, gosta de usar a medalha de “esquerdista mais bonzinho de todos”, e para justificar sua linda medalha acreditam que são os defensores de todos aqueles que não têm como se defender sozinhos. Ocorre que a premissa implícita nisso é de que algumas pessoas não são suficientemente “pessoas” para viver, e precisam de outras, essas sim “pessoas” de sobra, que precisam ajudá-las em sua incapacidade. Ou seja, o esquerdista bonzinho, para ser bonzinho tem que primeiramente ser um discriminador, alguém que acredita na inferioridade do outro, na hipossuficiência dos pobres e oprimidos.

O esquerdista é racista porque, ao defender um sistema de cotas para vagas em universidades e cargos públicos, está dizendo implicitamente que afrodescendentes são inferiores intelectualmente;

O esquerdista é machista porque, ao defender cotas parlamentares e direitos especiais, está dizendo implicitamente que as mulheres são inferiores intelectualmente e emocionalmente aos homens;

O esquerdista é homofóbico porque, ao defender direitos especiais e leis superprotetoras, como se estivesse lidando com crianças desamparadas, está dizendo implicitamente que os homossexuais são inferiores aos heterossexuais;

O esquerdista é elitista porque, ao defender bolsas e auxílios governamentais de todos os tipos, como se estivesse lidando com pessoas incapazes de se sustentarem, está dizendo implicitamente que os pobres são inferiores intelectualmente e incapazes de trabalhar;

O esquerdista é indiofóbico porque, ao defender o total isolamento destas populações, deixando-as separadas e longe de todos os benefícios que poderiam ter com a interação social, está dizendo implicitamente que os índios não são bem-vindos à sociedade brasileira.

Enfim, tudo o que é publicado pela esquerda com tom de proteção e preocupação com as minorias é na verdade uma tática muito simples, conhecida há milênios, do “dividir para conquistar”. Ao pregar a divisão da sociedade em pequenos grupos, sejam eles raciais, sexuais, religiosos ou sociais, a esquerda enfraquece cada vez mais o conceito de nação, de pertencer a algo maior, para criar um grande Estado composto por minorias que se odeiam mutuamente, o que resulta sempre em guerra, morte e caos, e é sobre o caos que se constrói um governo totalitário.

Fonte: Mentiram (e muito para) mim, de Flávio Quintela

Dentro deste coraçãozinho vermelho, "cheio de boas intenções", hã um tridente satânico disposto a levar várias almas para os dois infernos: para o inferno na terra e, depois, para o inferno do verdadeiro inferno! Anon, SSXXI

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