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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Pátria Educadora: mais uma grande mentira da pretensa “Pátria Grande”, porque Professor não é educador.

VLOGOTECA 13 - Professor não é educadorProfessor não é educador - Armindo Moreira

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Por Francisco Moreira

Este polêmico livro, escrito pelo filósofo Armindo Moreira, com graduação e mestrado feitos na Universidade Pontifícia de Salamanca na Espanha e com mais de 40 anos de professor – lecionando desde o ensino fundamental até ao ensino superior, pretende mostrar que educar e instruir são coisas muito diferentes.

Educar  é promover, na pessoa, sentimentos e hábitos que lhe permitam adaptar-se e ser feliz no meio em que há de viver. Instruir  é proporcionar conhecimentos e habilidades que permitam à pessoa ganhar seu pão e seu conforto com facilidade.

O professor não deve ser educador de seus alunos, pois a verdadeira função do professor é instruir. A missão de educar cabe à família.

Assim, cruzamos na vida com pessoas instruídas e mal educadas; e conhecemos analfabetos com esmerada educação. A instrução, por si mesma, não dá felicidade. Porém é difícil conceber que um homem bem educado venha a ser infeliz.

Sabemos que os jovens e as crianças podem sofrer motivações de várias pessoas. Porém só educa eficazmente quem ama o educando. Sendo assim, o professor teria de amar os educando, para poder educá-los. E o que poderia motivar o professor a amar os seus alunos: o salário?...

Educar pelo exemplo não é processo que esteja ao alcance do professor. Um aluno, até seus 15 anos, terá tido, no mínimo, 20 professores. Entre esses, é natural que surjam: religiosos e ateus; fanáticos, moderados e indiferentes – para com Deus e para com a Pátria; preguiçosos e trabalhadores; competentes e incompetentes; disciplinados e revoltados. Qual exemplo o aluno seguiria? Será que um ser humano pode ser educado por uma turma tão contrastante e contraditória em hábitos e convicções? É evidente que não.

Sabemos que nem a profissão nem o salário, por si mesmos, geram amor. Exigir que o professor seja educador é exigir que ele ame o aluno. Ora, amor não é sentimento que se exija para exercer uma profissão; menos ainda, em troca de um salário.

Educar é missão própria dos pais. Tanto quanto o pão, os pais devem dar educação aos seus filhos.

Os frutos resultantes das campanhas em massa dizendo que o dever de educar cabe à escola e, ao mesmo tempo, desautorizando os pais e a família da responsabilidade de educar seus filhos, estão visíveis por aí: o aumento por todos os lados dos analfabetos funcionais, aumento do número de vagas de mão-de-obra pelas empresas e que não conseguem ser preenchidas por falta de capacitação dos candidatos, assim como inúmeras outras situações analisadas no decorrer deste livro.

Por se referir de muitos modos ao ensino, outros assuntos também são analisados neste livro, entre eles:
a) A indisciplina: exigir educação é educar?
b) A polêmica sobre a repetência e a evasão escolar.
c) Os currículos: devem ser duráveis ou efêmeros?
d) Como aprender a redigir com facilidade.
e) Sobre  o hábito e gosto pela leitura e redação.
f) O professor deve ser simpático ou autoritário?
g) Violência e criminalidade.
h) Educação sexual.
i) Educação integral.
j) Ensino e política.
k) O que é ensino de qualidade?
l) Como melhorar o ensino.

O presente livro é polêmico por mostrar de maneira original e sucinta novas soluções para os problemas do ensino em nosso país. Esta é uma obra que pode ser amada ou detestada, mas que com certeza fará com que o leitor não saia a mesma pessoa após a sua leitura.

Fonte desta resenha: Infoescola

Facebook do livro: http://facebook.com/Professornaoeeducador
 
Veja mais verdades sobre a Pátria Educadora – aqui

2 comentários:

  1. A educação formal tem como um dos princípios básicos , a formação humana . E quando se refere à formação humana , entendo como uma formação integral .

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  2. Vlad Neri, a expressão que você utilizou "educação formal" é uma das que foram criadas para designar o que é responsabilidade da escola. Pra juntar-se a esta sua que seria responsabilidade da família, tem: educação informal(família). Tem mais: educação primária e educação secundária; educação não formal e educação formal. E ainda "escolarização". Lhe pergunto: isto mais ajuda na compreensão das responsabilidades da família e da escola ou mais atrapalha? Por que não tornar as coisas mais simples: educação(valores mais, pais família) e ensino ou instrução(conhecimentos e habilidades, professores, escola)?

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