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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Em Busca de Sentido - Viktor E. Frankl (Um Psicólogo no Campo de Concentração) – PDF

EM BUSCA DE SENTIDO


Um Psicólogo no Campo de Concentração

Por Viktor Emil Frankl

Este livro não trata de fatos e acontecimentos externos, mas de experiências
pessoais que milhares de prisioneiros viveram de muitas formas. É a história de um campo de concentração visto de dentro, contada por um dos seus sobreviventes. Não vamos descrever os grandes horrores (já bastante denunciados; embora nem sempre se acredite neles), mas sim as inúmeras pequenas torturas. Em outras palavras, tentarei responder à seguinte pergunta: "De que modo se refletia na cabeça do prisioneiro médio a vida cotidiana do campo de concentração?"

Diga-se de antemão que as experiências aqui relatadas não se relacionam tanto com acontecimentos nos campos de concentração grandes e famosos, mas com os que ocorreram em suas famigeradas filiais menores. É fato notório que justamente estes campos mais reduzidos eram autênticos locais de extermínio: Em pauta estará aqui não a paixão e morte dos grandes heróis e mártires, mas a das "pequenas" vítimas, a "pequena" morte da grande massa. Não vamos nos ocupar com aquilo que o Capo (* Prisioneiros que dispunham de privilégios (N. do E.).) nem este ou aquele prisioneiro pessoalmente importante sofreu ou tem para contar, mas vamos tratar da paixão do prisioneiro comum e desconhecido. Este último não usava o distintivo em forma de braçadeira a era desprezado pelos Capos. Enquanto ele passava fome até morrer de inanição, os Capos não passavam mal. Houve até alguns que nunca se alimentaram tão bem em sua vida. Do ponto de vista psicológico e caracteriológico, este tipo de pessoas deve ser encarado antes como os SS ou os guardas do campo de concentração. Os Capos tinham se assemelhado a estes, psicológica e sociologicamente, e com eles colaboravam. Muitas vezes eram mais rigorosos que a guarda do campo de concentração e eram os piores algozes do prisioneiro comum,
chegando, por exemplo, a bater com mais violência que a própria SS. Afinal, de antemão somente eram escolhidos para Capos aqueles prisioneiros que se prestavam a este tipo de procedimento; e caso não fizessem jus ao que deles se esperava, eram imediatamente depostos.

Seleção ativa e passiva... (continua no PDF, aqui).

Entrevista com Viktor Frankl - A descoberta de um sentido no sofrimento

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