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sexta-feira, 4 de maio de 2018

Criando empregos (Como os estados prejudicam a criação de riqueza e de empregos produtivos)

Por Paul LaScola


Pessoas ou empresas que precisam de assistência de produção e podem pagar por isso, criam empregos.

O que é um trabalho de qualquer maneira? Um trabalho é uma atividade intelectual ou manual que possibilita a produção de um produto ou o desenvolvimento de um serviço (em parte ou no todo). Dentro do contexto do Mercado Natural comumente conhecido como mercado livre, um trabalho é a implementação de uma idéia precedente, geralmente pela empreitada de um empreendedor (cuja intenção é lucrar com a expressão tangível da ideia), trazendo assim a ideia do abstrato para o mercado.

A maioria das ideias e os motores empreendedores que os impulsionam, muitas vezes exigem a segmentação de um espectro de processo que vai do conceito à fruição, cada segmento do qual é definível como um trabalho.

Hoje, os empregadores geralmente contratam indivíduos para esses empregos, um legado da Revolução Industrial. Toda essa noção de emprego é antiquada e atua na noção socialista de criação de classes, uma distinção inexistente em uma sociedade livre. Com cada vez mais frequência, vemos o emprego a afastar-se deste paradigma, com empregos sendo preenchidos através de subcontratação, terceirização e consultoria. Isso resulta na redução dos custos de capital de plantas e programas de benefícios aos empregados, além de reduzir a interferência de sindicatos com contratos de trabalho entre empregador e empregado.

Os resultados benéficos desse novo paradigma são a redução dos custos de produção, a transformação de funcionários em profissionais independentes (contratados) e a expansão da propriedade intelectual desses profissionais recém-formados por meio de inovações próprias (permitindo assim que aumentem a demanda do mercado por profissionais). seus serviços). Certamente, entende-se que as reduções de custo tornam um determinado produto mais competitivo.

Fundamentalmente, o objetivo dos produtores não é criar empregos; em vez disso, eles os exigem por necessidade. O objetivo real dos produtores é otimizar o lucro resultante de seus esforços.

Então, de onde deriva essa noção de "criação de empregos"? Você adivinhou, certo? É um conceito político. A idéia é que o Congresso, o presidente ou algum candidato a cargo público influenciem a economia de tal forma para que criem mais empregos. É claro que toda interferência política, por mais bem intencionada que seja, só pode frustrar a economia, que é a expressão física do Mercado Natural. Como é com qualquer uma das leis da natureza, interferir com o Mercado Natural, em si uma Lei Natural, resultará em consequências previsíveis e catastróficas.

O governo político tem o poder, através da força armada, de tributar. Um imposto é o confisco da sua propriedade. Todas as operações do estado são financiadas pelo lucro dos produtores através da tributação sob qualquer pretexto (por exemplo, um imposto, tarifa, taxa ou multa). Operações do governo exigem o que? Sim funcionários. Os políticos finalmente são justificados. Agora eles podem corretamente e ‘com certeza” manter suas promessas arrogantes de “criar empregos” fora do tecido inteiro: tantos quantos forem necessários.

Talvez seja digno de nota que nenhum desses empregos governamentais, nem de políticos, membros do sistema de justiça ou burocratas, resultam em aumento de produção ou criação de novas riquezas. Pelo contrário, eles são um fardo adicional - financeiramente, intelectualmente e com grande motivação - em produtores reais. Essa mesma distinção aplica-se igualmente a todas as profissões cujas práticas existem primariamente para apoiar e servir os ditames do Estado, embora funcionem privadamente. Estes geralmente incluem advogados, contadores, investigadores, paralegais, servidores de processo, serviços de folha de pagamento, lojas de testes de poluição e até mesmo engenheiros e cientistas (quando seu trabalho é necessário para testar os efeitos ou descobrir os resultados das regulamentações obrigatórias).

Além disso, nenhum estado - incluindo o governo dos EUA - produz qualquer coisa. É simplesmente um corretor entre o financiador (produtores tributados) e aqueles com quem contrata ou emprega. Tomou sua inspiração de marketing e adotou seu modelo atual de um refinado por um concorrente privado do início do século XX: a máfia. Mais fascinante, coloca seu benfeitor (produtores) em um aperto financeiro de regulação do lado da produção e tributação do lado do lucro, reduzindo o próprio lucro que o Estado teria a oportunidade de saquear e descontando completamente a produção e a inovação nunca visto (porque isso nunca acontece).

Mais importante, essa intrusão do Estado nos mecanismos do empreendimento comercial é um tipo de nacionalização do tipo praticado pelos ditadores do mundo todo. Controles salariais, regulamentação do horário de trabalho, licença por doença e licença de gravidez e requisitos de férias não são da competência de intrusões de terceiros. Todas as decisões de contratação são por autoridade do proprietário e parte de qualquer contrato de trabalho negociado. Mandatos estaduais arrancam decisões de ambos os participantes contratuais. Controles salariais, como um salário mínimo, são um embargo ao emprego, geralmente reduzindo as oportunidades de emprego. A regulamentação das horas de trabalho e as licenças resultam em um aumento nos custos e uma diminuição na produção. Estes regulamentos são simplesmente um imposto oculto colocado sobre os empregadores para o pecado audacioso de contratar candidatos à procura de emprego. Se o Estado insiste em impor tais exigências aos empregadores (uma espécie de subsídio especializado de assistência social), cabe ao Estado reembolsar o empregador por esses encargos financeiros adicionais.

Pior ainda, a ideia de afirmar que é "apenas" tomar a propriedade de outra pessoa, independentemente de um bem pretendido, é simplesmente justificar o roubo. Considerado em outro contexto, é imoral. Escravidão antiga regular, marketing diferente, com o estado como o novo mestre.

Não é apenas o feudalismo medieval revisitado? Você sabe: reis, nobres e os produtores de seus dias (camponeses). O Iluminismo e a revolução intelectual que se manifestaram como América não resolveram essa desventura? Como descendentes dessa elevada Declaração, que reconhece que todos são indivíduos independentes, espero que não deixemos isso de lado: a loucura das contínuas reiterações de modelos de governo fracassados. Particularmente, porque o modelo libertário de governança pessoal (individual), por relações contratuais voluntárias, é consistente com a lei natural, a Lei de Deus, e é provado diariamente com a ocorrência de milhões de pequenas e grandes transações voluntárias no mercado.

Um comentário:

  1. Sempre Mais do MESMO5 de maio de 2018 08:57

    Uma questão NUNCA destacada em meio as ladaínhas estúpidas:

    O LUCRO é a remuneração pelo trabalho do empreendedor.

    Imagine alguém tomar um dinheiro emprestado, conceber idéias e métodos sobre bens e serviços úteis, criar uma empresa, organiza-la, contratar auxiliares (empregados) a quem o empresário esta SERVINDO ao aproveitar-lhes o potencial e mesmo instruí-los na atividade e tantas outras atividades como gerenciar e diuturnamente trabalhar intelectualmente para aprimorar o produto e minorar custos e etc..

    Depois de tudo isso não receber nada pelo seu trabalho criativo e operativo.

    Não tem cabimento!

    Marx afirmava que seria apenas o CAPITAL que geraria os lucros, como se o empreendedor apenas expropriasse os frutos do trabalho dos assalariados.
    Claro que tal estupidez é falsa e fora isso o capital é útil para o investimento e por tal TEM VALOR e o valor é o juro (Eugen von Böhm-Bawerk explicou mais complexamente isso).

    Contudo Marx defendeu que os governantes, ESTES SIM, EXPROPRIASSEM todo o capital alheio e se tornassem os ÚNICOS DONOS DE TODAS AS EMPRESAS E DE TODO O CAPITAL ATRAVÉS da FORÇA de MILICIAS ARMADAS (forças policiais).
    Assim a solução de Marx era de que houvesse APENAS UMA SUPER EMPRESA S/A de propriedade dos GOVERNANTES e TODOS os que não fossem governantes SERIAM EMPREGADOS dos governantes.

    A essa proposta ele chamou de Socialismo "Científico" ou DITADURA do PROLETARIADO.
    Seria "do proletariado" porque os governantes seriam os "representantes" do proletariado.

    Algo como se o governante comesse um belo assado enquanto o proletário ficasse com fome, seria o proletário que estaria saboreando o assado porque o seu representante estaria comendo.

    O representante habitaria um palácio e por tal seria o proletário, que habita um barraco, o habitante do palácio INDIRETAMENTE, pois que o faria através do representante.

    Lucro é a remuneração do empreendedor.
    HÁ ALGUÉM QUE ADVOGUE QUE DETERMINADA ATIVIDADE ÚTIL NÃO SEJA REMUNERADA???

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