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sexta-feira, 8 de maio de 2015

Sucesso inglês: Mais uma vez os ingleses não querem mais saber de esquerdopatas “trabalhistas” e votam novamente nos conservadores


E agora Reino Unido? Cinco desafios para o futuro imediato

Foram as eleições da confirmação de Cameron e do fim de Miliband. Nas sondagens, pede-se desculpa pelas previsões erradas. Uma coisa é certa: em 2017, o Reino Unido vai referendar a permanência na UE.

O Reino Unido foi claro na sua escolha: quer continuar a ser governado pelo Partido Conservador. E, desta vez, em maioria absoluta. O maior derrotado da noite eleitoral foi Ed Miliband, do Partido Trabalhista. Quem também não esteve bem foram as sondagens: todas apontavam para uma eleição renhida, mas os resultados ditaram tudo menos isso. No final de contas, David Cameron será primeiro-ministro até 2020. Pelo meio, nos últimos meses de 2017, haverá um referendo à permanência do Reino Unido na União Europeia.

Agora que os votos estão mais do que contados, destacamos cinco pontos essenciais destas eleições.

David Cameron mais perto de Thatcher e Churchill

David Cameron disse que “esta foi a vitória mais doce de sempre”. Não é para menos. Desde Margaret Thatcher (no poder entre 1979 e 1990) que um primeiro-ministro conservador não conseguia ser reeleito. E, tal como a dama de ferro, Cameron parte para o seu segundo mandato com uma maioria absoluta.

Em relação ao Partido Conservador, Cameron é o líder que está na cúpula dos tories há mais tempo desde Margaret Thatcher. Cameron já conta dez anos a comandá-los, enquanto Thatcher só parou aos 15. Caso se mantenha no poder até ao final deste mandato, em 2020, Cameron irá atingir essa marca. Nessa altura, além de igualar Thatcher, estará ao mesmo nível do mais ilustre dos conservadores britânicos: Winston Churchill.

Os conservadores preparam-se agora para formar um governo exclusivamente composto por membros das suas fileiras. Para já, confirma-se George Osborne enquanto ministro das Finanças, cargo que já tinha ocupado e que agora acumula com o de Primeiro Secretário do Estado, isto é, será o número 2 do novo Executivo. Além de Osborne, também há três ministros (Defesa, Negócios Estrangeiros e Administração Internet) que serão reconduzidos, anunciou hoje Cameron na sua conta de Twitter.
Sucesso inglês: Mais uma vez os ingleses não querem mais saber de esquedopatas “trabalhistas” e votam novamente nos conservadores 


Fonte: O Observador

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