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segunda-feira, 18 de maio de 2015

Um esquerda caviar adora ser socialista com o capital alheio

Bono Vox achando o que estava procurando

Por Bernardo Santoro

Bono Vox e a banda U2 foram novamente alvo de protestos na Irlanda, conforme noticia o Globo, pelo fato de usarem a Holanda como sede de suas empresas para fins de menor recolhimento tributário, enquanto fazem campanhas mundiais por mais estatismo, mais tributação e mais “solidariedade”. Isto posto, resgato um antigo texto meu sobre o mesmo tema, de 2010, quando essa questão veio à tona, levemente adaptado.

Foi com uma estrondosa gargalhada que li sobre a revolta irlandesa contra o U2 pelo fato da banda não pagar seus impostos na Irlanda, mas sim na Holanda, país que cobra menos impostos em relação ao país natal da banda, principalmente sobre propriedade intelectual.

Bono Vox, vocalista do grupo de rock U2, é mundialmente conhecido por seu engajamento humanitário e na luta pelo fim da pobreza na África. Durante esse trabalho, segundo informações do wikipedia, ele fundou as seguintes associações: DATA; EDUN; the ONE Campaign; e Product Red.

Vamos dar especial enfoque à associação One Campaign, que tem como objetivo mobilizar a opinião pública para encorajar os governos a aumentar suas arrecadações e utilizá-lo para ajuda externa à Africa.

Traduzindo: a One Campaign pretende criar uma grande massa de lobistas para que os governos tomem mais dinheiro da sua população local através do aumento de impostos e transfira toda essa riqueza para a África.

Esse é um “bono” exemplo do quão deturpado encontra-se o atual conceito de democracia. Essa organização acha absolutamente legítimo que um governo exaura sua população através da coleta de tributos em massa. Esse, por si, já é um problema grave de ordem moral, pois os governos estão, como sempre repetimos aqui, espoliando cidadãos produtivos para todo tipo de finalidade, seja ela escusa ou não, e sem nenhum limite. Depois, acha honesto criar um sistema de transferência internacional de recursos, onde os pobres dos países ricos financiarão os ricos dos países pobres, mantendo os pobres dos países pobres em um sistema de opressão política e econômica.

Demonstra, também, que um governo funciona em grande parte como um órgão de corrupção em larga escala, onde o dinheiro arrecadado não vai para os fins que a sociedade supostamente gostaria que fosse, mas sim para onde o burocrata quer que ele vá, sempre de acordo com a conveniência do lobista que paga mais.

Sobre a África, recomendamos o livro “Dead Aid: Why Aid Is Not Working and How There is Another Way for Africa“, da economista africana Dambisa Moyo, onde ela brilhantemente argumenta que a ajuda estrangeira apenas conseguiu enriquecer burocratas e criar uma grande aparelho estatal de corrupção, criando dependência e pobreza para a população. Defende, ao contrário de “humanistas” como Bono Vox, que somente o livre-mercado poderá salvar o continente até agora perdido, como demonstra na prática países como Botswana.

Já Bono Vox, bem, ele é um dos grandes defensores do estatismo e do socialismo no mundo, e vive posando de bom moço por conta de ações supostamente humanitárias, mas é muito fácil ser humanitário com o dinheiro dos outros. Quando se trata do seu próprio dinheiro, até mesmo o maravilhoso Bono tem esse instinto humano básico de reter para si o seu trabalho honesto, fruto do suor do seu rosto e do seu talento, buscando paraísos fiscais para defender seu dinheiro desse sistema que ele defende para todos, menos para si.

Na Irlanda moldada pelo seu bom mocismo, Bono Vox achou o que estava procurando: o coletivismo em busca de sua riqueza e mais um passo irlandês rumo à africanização de sua economia.

Fonte: IL - Instituto liberal

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